{"id":4035,"date":"2026-05-12T09:49:06","date_gmt":"2026-05-12T12:49:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ayadvogados.com.br\/?p=4035"},"modified":"2026-05-12T09:49:08","modified_gmt":"2026-05-12T12:49:08","slug":"retrospecto-tributario-04-05-a-11-05","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ayadvogados.com.br\/?p=4035","title":{"rendered":"Retrospecto Tribut\u00e1rio \u2013 04\/05 a 11\/05"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Receita Federal atualiza regras sobre utiliza\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos na transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 04\/05\/2026<\/p>\n\n\n\n<p>Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil publicou a <a href=\"https:\/\/normasinternet2.receita.fazenda.gov.br\/#\/consulta\/externa\/150830\">Portaria RFB n\u00ba 676, de 27 de abril de 2026<\/a>, que altera a <a href=\"https:\/\/normasinternet2.receita.fazenda.gov.br\/#\/consulta\/externa\/144970\">Portaria RFB n\u00ba 555\/2025<\/a>, norma que regulamenta a transa\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios em contencioso administrativo fiscal no \u00e2mbito da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A altera\u00e7\u00e3o incide especificamente sobre o art. 20 da Portaria, trazendo maior clareza e flexibilidade quanto \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos de preju\u00edzo fiscal e de base de c\u00e1lculo negativa da CSLL no \u00e2mbito das negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O QUE MUDA?<\/p>\n\n\n\n<p>Com a nova reda\u00e7\u00e3o, fica expressamente previsto que cr\u00e9ditos de preju\u00edzo fiscal e de base de c\u00e1lculo negativa da CSLL poder\u00e3o ser utilizados tamb\u00e9m para amortizar o valor principal do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A medida refor\u00e7a a l\u00f3gica de racionaliza\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia da transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, ao ampliar os instrumentos dispon\u00edveis para composi\u00e7\u00e3o entre Fisco e contribuinte.<\/p>\n\n\n\n<p>Destaca-se que a altera\u00e7\u00e3o est\u00e1 em linha com o entendimento consignado no Ac\u00f3rd\u00e3o n\u00ba 990\/2026-TCU-Plen\u00e1rio, que reconheceu a distin\u00e7\u00e3o entre os descontos e os instrumentos de liquida\u00e7\u00e3o dos d\u00e9bitos, tais como o preju\u00edzo fiscal do imposto sobre a renda e a base de c\u00e1lculo negativa da CSLL, aplic\u00e1veis de forma sequencial e complementar.<\/p>\n\n\n\n<p>IMPACTO PR\u00c1TICO<\/p>\n\n\n\n<p>A altera\u00e7\u00e3o tende a:<\/p>\n\n\n\n<p>facilitar a liquida\u00e7\u00e3o de d\u00e9bitos em contencioso administrativo;<\/p>\n\n\n\n<p>aumentar a atratividade das modalidades de transa\u00e7\u00e3o oferecidas pela Receita Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>A possibilidade de utiliza\u00e7\u00e3o mais ampla de cr\u00e9ditos, aliada \u00e0 distin\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica entre descontos e instrumentos de liquida\u00e7\u00e3o, contribui para solu\u00e7\u00f5es negociadas mais aderentes \u00e0 capacidade econ\u00f4mica do contribuinte, alinhando-se aos objetivos da <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2019-2022\/2020\/lei\/l13988.htm\">Lei n\u00ba 13.988\/2020<\/a>.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/www.gov.br\/receitafederal\/pt-br\/assuntos\/noticias\/receita-federal-atualiza-regras-sobre-utilizacao-de-creditos-na-transacao-tributaria\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Empresas n\u00e3o podem mais excluir subven\u00e7\u00f5es de ICMS da base de IRPJ e CSLL, define Receita Federal<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 06\/05\/2026<\/p>\n\n\n\n<p>A Receita Federal publicou no Di\u00e1rio Oficial desta 3\u00aa feira (5.mai.2026) a&nbsp;<a href=\"https:\/\/in.gov.br\/web\/dou\/-\/solucao-de-consulta-n-4.015-srrf04\/disit-de-24-de-abril-de-2026-703199910\">Solu\u00e7\u00e3o de Consulta n\u00ba 4.015\/2026<\/a>, que estabelece que n\u00e3o h\u00e1 mais previs\u00e3o legal para excluir da base de c\u00e1lculo do IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jur\u00eddica) e da CSLL (Contribui\u00e7\u00e3o Social sobre o Lucro L\u00edquido) as receitas provenientes de subven\u00e7\u00f5es governamentais, incluindo incentivos fiscais de ICMS (Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os) concedidos na forma de cr\u00e9dito presumido.<\/p>\n\n\n\n<p>O entendimento vale para fatos geradores ocorridos a partir de 1\u00ba de janeiro de 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>A mudan\u00e7a ocorre por conta da entrada em vigor da&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2023-2026\/2023\/lei\/l14789.htm\">Lei n\u00ba 14.789\/2023<\/a>, que revogou dispositivos anteriores, como o artigo 30 da&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2011-2014\/2014\/lei\/l12973.htm\">Lei n\u00ba 12.973\/2014<\/a>, que permitiam esse tipo de exclus\u00e3o em determinadas situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A norma estabelece que a veda\u00e7\u00e3o se aplica independentemente da classifica\u00e7\u00e3o das subven\u00e7\u00f5es como de custeio ou investimento e do regime de apura\u00e7\u00e3o adotado pela empresa (lucro real, presumido ou arbitrado).<\/p>\n\n\n\n<p>A solu\u00e7\u00e3o de consulta tamb\u00e9m informa que o novo regime de tributa\u00e7\u00e3o est\u00e1 baseado em cr\u00e9dito fiscal decorrente de subven\u00e7\u00e3o para implanta\u00e7\u00e3o ou expans\u00e3o de empreendimento econ\u00f4mico, conforme previsto na legisla\u00e7\u00e3o. O entendimento est\u00e1 vinculado \u00e0s Solu\u00e7\u00f5es de Consulta Cosit n\u00ba 216\/2025 e n\u00ba 175\/2025.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/www.reformatributaria.com\/economia-reforma-tributaria-impactos\/empresas-nao-podem-mais-excluir-subvencoes-de-icms-da-base-de-irpj-e-csll-define-receita-federal\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Combust\u00edveis recuam 6,04% em abril ap\u00f3s disparada em mar\u00e7o, aponta IBPT&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 06\/05\/2026<\/p>\n\n\n\n<p>Os pre\u00e7os dos combust\u00edveis nas distribuidoras recuaram 6,04% em abril, ap\u00f3s registrarem altas superiores a 30% em mar\u00e7o, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributa\u00e7\u00e3o (IBPT). Apesar da retra\u00e7\u00e3o observada no m\u00eas passado, os pre\u00e7os dos combust\u00edveis nas distribuidoras ainda acumulam avan\u00e7o de 5,41% no ano, refletindo os efeitos das tens\u00f5es no cen\u00e1rio internacional e da press\u00e3o sobre a cadeia log\u00edstica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo foi elaborado com base na an\u00e1lise de 497 mil notas fiscais em todo o pa\u00eds. De acordo com o IBPT, o movimento de abril representa uma acomoda\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o pico observado em mar\u00e7o, mas os pre\u00e7os seguem em patamar elevado na compara\u00e7\u00e3o com o in\u00edcio do ano. A leitura dos dados indica que a retra\u00e7\u00e3o foi disseminada pela maior parte das regi\u00f5es brasileiras, embora em intensidades diferentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A maior retra\u00e7\u00e3o regional ocorreu no Centro-Oeste, com queda m\u00e9dia de 7,86%, seguido por Sul (-7,36%) e Sudeste (-7,13%). O Norte registrou redu\u00e7\u00e3o de 5,05%, enquanto o Nordeste apresentou recuo mais moderado, de 2,81%, refor\u00e7ando o comportamento desigual do mercado de combust\u00edveis entre as regi\u00f5es do pa\u00eds. Entre os combust\u00edveis, o Diesel S500 comum apresentou a maior baixa no Centro-Oeste, com retra\u00e7\u00e3o de 12,40% em abril na compara\u00e7\u00e3o com mar\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na mesma regi\u00e3o, o Diesel S10 caiu 10,19%, enquanto a gasolina comum avan\u00e7ou 1,05%, evidenciando comportamento distinto entre os diferentes tipos de combust\u00edvel. O levantamento tamb\u00e9m mostra quedas no etanol em todas as regi\u00f5es analisadas, com destaque para o Centro-Oeste (-10,50%) e Sudeste (-9,01%). Segundo o IBPT, o etanol foi o \u00fanico combust\u00edvel a registrar queda no acumulado do ano em grande parte do pa\u00eds, com recuo m\u00e9dio de 7,59%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com a redu\u00e7\u00e3o recente, o diesel continua sendo apontado como o principal fator de press\u00e3o sobre a economia. Segundo o IBPT, o combust\u00edvel mant\u00e9m impacto direto sobre os custos log\u00edsticos e a infla\u00e7\u00e3o indireta, especialmente ap\u00f3s a escalada geopol\u00edtica iniciada em 28 de fevereiro, per\u00edodo em que os pre\u00e7os passaram a refletir de forma mais intensa as tens\u00f5es no cen\u00e1rio internacional. Nesse recorte, o Nordeste registrou algumas das maiores altas acumuladas do pa\u00eds, com avan\u00e7o de at\u00e9 24,88% no Diesel S500 comum e de 24,39% no Diesel S10 comum.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, afirmou que a queda observada em abril deve ser vista com cautela. \u201cEla ocorre ap\u00f3s um movimento at\u00edpico de alta e n\u00e3o representa, necessariamente, uma r evers\u00e3o estrutural de tend\u00eancia. O mercado ainda opera sob press\u00e3o, especialmente no diesel, que continua sendo o principal componente de custo para a cadeia produtiva\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do executivo, mesmo com a retra\u00e7\u00e3o pontual, os n\u00edveis de pre\u00e7os permanecem elevados quando comparados ao in\u00edcio do ano, mantendo impactos relevantes sobre empresas e consumidores. \u201cA volatilidade segue sendo o principal fator de aten\u00e7\u00e3o\u201d, diz Amaral.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o diretor do instituto, Carlos Pinto, avaliou que o recuo observado em abril reflete um movimento t\u00e9cnico de acomoda\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a forte eleva\u00e7\u00e3o registrada no m\u00eas anterior. \u201cO que vemos \u00e9 uma acomoda\u00e7\u00e3o ap\u00f3s um pico muito forte. Ainda h\u00e1 uma s\u00e9rie de vari\u00e1veis externas influenciando o comportamento dos pre\u00e7os, o que torna o cen\u00e1rio inst\u00e1vel e sujeito a novos ajustes\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Pinto, embora o etanol possa funcionar como uma alternativa mais competitiva em determinados per\u00edodos, o impacto do biocombust\u00edvel sobre a economia \u00e9 mais restrito. \u201cO etanol ajuda a aliviar parcialmente o bolso do consumidor, mas n\u00e3o tem o mesmo peso estrutural do diesel na forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os da economia. Por isso, seu impacto \u00e9 mais localizado\u201d, disse.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/veja.abril.com.br\/economia\/combustiveis-recuam-604-em-abril-apos-disparada-em-marco-aponta-ibpt\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Justi\u00e7a Federal afasta aumento de tributos no regime do lucro presumido a empresa de tecnologia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 05\/05\/2026<\/p>\n\n\n\n<p>A 1\u00aa Vara Federal de Barueri\/SP proibiu a Receita Federal de elevar em dez pontos, com base na Lei Complementar 224\/2025, os percentuais de presun\u00e7\u00e3o aplic\u00e1veis ao Imposto sobre a Renda das Pessoas Jur\u00eddicas (IRPJ) e \u00e0 Contribui\u00e7\u00e3o Social sobre o Lucro L\u00edquido (CSLL), no regime do lucro presumido, referentes a uma empresa do setor de tecnologia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o \u00e9 do juiz federal Leonardo Vietri Alves de Godoi, em mandado de seguran\u00e7a preventivo. Ele declarou, em car\u00e1ter incidental, a inconstitucionalidade do artigo 4\u00ba, par\u00e1grafo 4\u00ba, inciso VII, e par\u00e1grafo 5\u00ba, da LC 224\/2025, por viola\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios da capacidade tribut\u00e1ria e da transpar\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A senten\u00e7a tamb\u00e9m determinou que a Delegacia da Receita Federal em Osasco\/SP se abstenha de adotar medidas de cobran\u00e7a fundadas no normativo, inclusive lavratura de autos de infra\u00e7\u00e3o, constitui\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, inscri\u00e7\u00e3o em cadastros restritivos ou qualquer impedimento \u00e0 expedi\u00e7\u00e3o de certid\u00e3o de regularidade fiscal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O magistrado afirmou que o legislador tratou a sistem\u00e1tica do lucro presumido como se fosse um benef\u00edcio fiscal e estabeleceu aumento de 10% nos percentuais de presun\u00e7\u00e3o para todas as pessoas jur\u00eddicas que auferissem receita bruta total acima de R$ 5 milh\u00f5es no ano-calend\u00e1rio. \u201cO lucro presumido n\u00e3o \u00e9 incentivo nem benef\u00edcio fiscal concedido ao contribuinte.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o juiz federal, a LC 224\/2025, sob o pretexto de reduzir benef\u00edcios e incentivos fiscais, instituiu pura e simples eleva\u00e7\u00e3o de tributo. \u201cEm mat\u00e9ria tribut\u00e1ria, o legislador tem o dever de apresentar \u00e0 cidadania produto legislativo especialmente transparente, ou seja, n\u00e3o pode majorar tributo mediante engenhosa constru\u00e7\u00e3o legislativa, justificando, falsamente, que est\u00e1 apenas reduzindo um benef\u00edcio fiscal.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ele explicou que a viola\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio constitucional da capacidade tribut\u00e1ria decorre do acr\u00e9scimo da base de c\u00e1lculo em padr\u00e3o \u00fanico. \u201cH\u00e1 diferen\u00e7a de, aproximadamente, 1.460% de receita bruta entre as pessoas jur\u00eddicas que foram tratadas igualmente, atingidas pela majora\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mandado de Seguran\u00e7a C\u00edvel 5000525-59.2026.4.03.6144<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/web.trf3.jus.br\/noticias-sjsp\/Noticiar\/ExibirNoticia\/2186-justica-federal-afasta-aumento-de-tributos-no-regime\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Repetitivo definir\u00e1 quem paga honor\u00e1rios e se h\u00e1 direito \u00e0 restitui\u00e7\u00e3o ap\u00f3s modula\u00e7\u00e3o no Tema 986<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 05\/05\/2026<\/p>\n\n\n\n<p>A Primeira Se\u00e7\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) afetou os Recursos Especiais 2.245.146 e 2.245.144, de relatoria da ministra Maria Thereza de Assis Moura, para julgamento sob o rito dos&nbsp;repetitivos.<\/p>\n\n\n\n<p>A controv\u00e9rsia, cadastrada como&nbsp;<a href=\"https:\/\/processo.stj.jus.br\/repetitivos\/temas_repetitivos\/pesquisa.jsp?novaConsulta=true&amp;tipo_pesquisa=T&amp;cod_tema_inicial=1429&amp;cod_tema_final=1429\">Tema 1.429&nbsp;<\/a>na base de dados do tribunal, consiste em definir qual das partes deve ser condenada ao pagamento dos \u00f4nus sucumbenciais quanto ao per\u00edodo em que o autor \u00e9 dispensado de recolher tributo devido \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o da modula\u00e7\u00e3o dos efeitos da orienta\u00e7\u00e3o estabelecida no&nbsp;<a href=\"https:\/\/processo.stj.jus.br\/repetitivos\/temas_repetitivos\/pesquisa.jsp?novaConsulta=true&amp;tipo_pesquisa=T&amp;cod_tema_inicial=986&amp;cod_tema_final=986\">Tema 986 do STJ<\/a>. Na mesma oportunidade, a Primeira Se\u00e7\u00e3o decidir\u00e1 se h\u00e1 direito \u00e0&nbsp;repeti\u00e7\u00e3o do ind\u00e9bito&nbsp;em favor do autor que recolheu integralmente o tributo, apesar de estar em situa\u00e7\u00e3o de ser beneficiado pela modula\u00e7\u00e3o dos efeitos da orienta\u00e7\u00e3o fixada no Tema 986.<\/p>\n\n\n\n<p>O colegiado determinou a suspens\u00e3o de todos os processos pendentes que discutam a mesma mat\u00e9ria e nos quais tenha havido a interposi\u00e7\u00e3o de&nbsp;recurso especial&nbsp;ou de&nbsp;agravo em recurso especial, tanto na segunda inst\u00e2ncia como no STJ.<\/p>\n\n\n\n<p>Exist\u00eancia de diverg\u00eancia interna na jurisprud\u00eancia do STJ<\/p>\n\n\n\n<p>Ao propor a afeta\u00e7\u00e3o, Maria Thereza de Assis Moura ressaltou o car\u00e1ter repetitivo da controv\u00e9rsia. De acordo com a relatora, a Comiss\u00e3o Gestora de Precedentes, Jurisprud\u00eancia e A\u00e7\u00f5es Coletivas (Cogepac) do tribunal apontou que, j\u00e1 em 2017, a discuss\u00e3o sobre a inclus\u00e3o da Tarifa de Uso do Sistema de Transmiss\u00e3o (Tust) e da Tarifa de Uso do Sistema de Distribui\u00e7\u00e3o (Tusd) na base de c\u00e1lculo do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS) gerava elevado volume de litigiosidade, com o incremento de 57.354 a\u00e7\u00f5es apenas no estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao tratar do cabimento da imposi\u00e7\u00e3o de \u00f4nus sucumbenciais \u00e0 Fazenda P\u00fablica nas hip\u00f3teses de aplica\u00e7\u00e3o da modula\u00e7\u00e3o dos efeitos fixada no Tema 986 do STJ, a ministra destacou a exist\u00eancia de diverg\u00eancia interna no tribunal. Segundo disse, h\u00e1 precedentes que aplicam a regra geral da sucumb\u00eancia, admitindo a condena\u00e7\u00e3o em honor\u00e1rios advocat\u00edcios, inclusive em a\u00e7\u00f5es rescis\u00f3rias. Em sentido oposto, ela mencionou outros julgados que afastam essa condena\u00e7\u00e3o com fundamento no&nbsp;princ\u00edpio da causalidade, sobretudo quando a sucumb\u00eancia decorre de fatores alheios ao&nbsp;m\u00e9rito&nbsp;da demanda, como a pr\u00f3pria modula\u00e7\u00e3o dos efeitos do precedente.<\/p>\n\n\n\n<p>Recursos&nbsp;repetitivos&nbsp;geram economia de tempo e seguran\u00e7a jur\u00eddica<\/p>\n\n\n\n<p>O C\u00f3digo de Processo Civil regula, nos&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm#art1036\">artigos 1.036 e seguintes<\/a>, o julgamento por amostragem, mediante a sele\u00e7\u00e3o de recursos especiais que tenham controv\u00e9rsias id\u00eanticas. Ao afetar um processo, ou seja, encaminh\u00e1-lo para julgamento sob o rito dos&nbsp;repetitivos, os ministros facilitam a solu\u00e7\u00e3o de demandas que se repetem nos tribunais brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<p>A possibilidade de aplicar o mesmo entendimento jur\u00eddico a diversos processos gera economia de tempo e seguran\u00e7a jur\u00eddica. No&nbsp;<a href=\"https:\/\/scon.stj.jus.br\/SCON\/repetitivos\/listaRR.jsp\">site&nbsp;do STJ<\/a>, \u00e9 poss\u00edvel acessar todos os temas afetados, bem como saber a abrang\u00eancia das decis\u00f5es de sobrestamento e as teses jur\u00eddicas firmadas nos julgamentos, entre outras informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/processo.stj.jus.br\/processo\/julgamento\/eletronico\/documento\/mediado\/?documento_tipo=integra&amp;documento_sequencial=369767889&amp;registro_numero=202504478326&amp;peticao_numero=202600IJ3282&amp;publicacao_data=20260417&amp;formato=PDF\">Leia o ac\u00f3rd\u00e3o de afeta\u00e7\u00e3o no REsp 2.245.146<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/www.stj.jus.br\/sites\/portalp\/Paginas\/Comunicacao\/Noticias\/2026\/05052026-Repetitivo-definira-quem-paga-honorarios-e-se-ha-direito-a-restituicao-apos-modulacao-no-Tema-986.aspx\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Julgamento no STJ sobre Sistema S pode ter impacto de R$ 94 bilh\u00f5es para empresas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 06\/05\/2026<\/p>\n\n\n\n<p>A Corte Especial do Superior Tribunal de Justi\u00e7a pode retomar, na tarde desta quarta-feira (6\/5), o julgamento sobre&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2024-mar-13\/stj-derruba-limite-para-calculo-de-contribuicoes-ao-sistema-s\/\">a decis\u00e3o da 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o<\/a>&nbsp;que modulou os efeitos da tese firmada no&nbsp;<a href=\"https:\/\/processo.stj.jus.br\/repetitivos\/temas_repetitivos\/pesquisa.jsp?novaConsulta=true&amp;tipo_pesquisa=T&amp;cod_tema_inicial=1079&amp;cod_tema_final=1079\">Tema 1.079<\/a>, que trata do limite da base de c\u00e1lculo das contribui\u00e7\u00f5es destinadas ao Sistema S \u2014 como Sesi, Senai, Sesc e Senac \u2014 e outras entidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Os ministros v\u00e3o analisar recurso apresentado pela Fazenda Nacional, que busca rever os efeitos da modula\u00e7\u00e3o aplicada pela relatora, ministra Regina Helena Costa, para que a decis\u00e3o tenha aplica\u00e7\u00e3o ampla, alcan\u00e7ando todas as empresas, inclusive aquelas com decis\u00f5es judiciais favor\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>A depender da decis\u00e3o da Corte Especial, o impacto para o setor produtivo pode alcan\u00e7ar R$ 94 bilh\u00f5es, envolvendo encargos que incidem sobre a folha de pagamento \u2014 um dos principais custos das empresas no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2024, a 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o limitou os efeitos da decis\u00e3o, restringindo sua aplica\u00e7\u00e3o a partir da data do julgamento e apenas aos contribuintes que, at\u00e9 o in\u00edcio da an\u00e1lise do caso, j\u00e1 haviam ajuizado a\u00e7\u00e3o judicial ou protocolado pedido administrativo com decis\u00e3o favor\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>A delimita\u00e7\u00e3o gerou questionamentos tanto por parte de contribuintes quanto de entes p\u00fablicos, como a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que defende a revis\u00e3o da modula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, as empresas pagam 20% de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria sobre a folha de sal\u00e1rios e, al\u00e9m disso, cerca de 5,8% em contribui\u00e7\u00f5es destinadas a terceiros, como o Sistema S.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante anos, o STJ entendeu que o limite de 20 sal\u00e1rios m\u00ednimos tamb\u00e9m se aplicava a esses recolhimentos \u2014 entendimento firmado em precedentes colegiados desde 2008 e reiterado em decis\u00f5es posteriores, consolidando, ao menos at\u00e9 2020, uma percep\u00e7\u00e3o de jurisprud\u00eancia favor\u00e1vel aos contribuintes.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse cen\u00e1rio foi alterado com o julgamento do Tema 1.079, quando o tribunal passou a considerar que o teto n\u00e3o se aplica \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es destinadas ao Sistema S, sob o fundamento de que a limita\u00e7\u00e3o teria sido revogada pelo&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto-lei\/1965-1988\/del2318.htm\">Decreto-Lei 2.318\/1986<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Origem da querela<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o tem origem na&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l6950.htm\">Lei 6.950\/1981<\/a>, que estabeleceu o limite de 20 sal\u00e1rios m\u00ednimos para a base de c\u00e1lculo das contribui\u00e7\u00f5es de terceiros, e pode gerar impactos relevantes para empresas de diversos setores.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a retomada do julgamento ser\u00e1 decisiva para uniformizar o entendimento sobre o tema, especialmente no que diz respeito \u00e0 modula\u00e7\u00e3o de efeitos \u2014 ponto central da diverg\u00eancia entre os colegiados. A defini\u00e7\u00e3o ter\u00e1 impacto direto na seguran\u00e7a jur\u00eddica e no planejamento financeiro das empresas, ao envolver a possibilidade de cobran\u00e7a retroativa e a validade de condutas adotadas com base em interpreta\u00e7\u00f5es anteriores do pr\u00f3prio tribunal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA Corte Especial ter\u00e1 o desafio de equalizar n\u00e3o apenas o m\u00e9rito da controv\u00e9rsia, mas principalmente a coer\u00eancia na aplica\u00e7\u00e3o da modula\u00e7\u00e3o. A forma como o tribunal sanar essa diverg\u00eancia pode redefinir o n\u00edvel de seguran\u00e7a jur\u00eddica para contribuintes que, at\u00e9 aqui, seguiram entendimentos v\u00e1lidos \u00e0 \u00e9poca\u201d, explica o advogado&nbsp;Valter Lobato, especialista em Direito Tribut\u00e1rio e s\u00f3cio do escrit\u00f3rio Sacha Calmon.<\/p>\n\n\n\n<p>Na mesma esteira est\u00e1 o Tema 1.390, que volta \u00e0 pauta da Primeira Se\u00e7\u00e3o do STJ no dia seguinte ao julgamento do Tema 1.079. Nesse caso, a discuss\u00e3o envolve as contribui\u00e7\u00f5es destinadas ao sal\u00e1rio-educa\u00e7\u00e3o e a entidades como Senar, Sest, Senat, Sescoop, Sebrae, ABDI, ApexBrasil, Faer, DPC e Incra.<\/p>\n\n\n\n<p>No julgamento desse tema, apesar de os ministros reafirmarem o entendimento quanto ao afastamento do teto, o colegiado n\u00e3o aplicou a modula\u00e7\u00e3o de efeitos. Na ocasi\u00e3o, a relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura, considerou que n\u00e3o haveria jurisprud\u00eancia dominante que justificasse a medida.<\/p>\n\n\n\n<p>O posicionamento, no entanto, gerou questionamentos por parte de entidades representativas e especialistas, especialmente diante do entendimento firmado no Tema 1.079. Isso porque precedentes utilizados para justificar a modula\u00e7\u00e3o naquele julgamento tamb\u00e9m abrangem contribui\u00e7\u00f5es analisadas no Tema 1.390, o que levanta d\u00favidas sobre a coer\u00eancia interna da jurisprud\u00eancia do tribunal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA aus\u00eancia de modula\u00e7\u00e3o, nesse contexto, gera inseguran\u00e7a jur\u00eddica, sobretudo para contribuintes que pautaram sua conduta com base em decis\u00f5es anteriores\u201d, avalia Lobato.<\/p>\n\n\n\n<p>Caso a Primeira Se\u00e7\u00e3o mantenha esse entendimento no julgamento do Tema 1.390, a tend\u00eancia \u00e9 que a controv\u00e9rsia tamb\u00e9m seja levada \u00e0 Corte Especial do STJ, ampliando o debate sobre a necessidade de modula\u00e7\u00e3o de efeitos e a uniformiza\u00e7\u00e3o da jurisprud\u00eancia em temas de grande impacto fiscal e econ\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<p>O desfecho desses julgamentos pode ainda ser objeto de discuss\u00e3o em inst\u00e2ncias superiores, especialmente diante das controv\u00e9rsias sobre a coer\u00eancia das decis\u00f5es e a prote\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a leg\u00edtima dos contribuintes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-consultor-jur-dico wp-block-embed-consultor-jur-dico\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"NAxetrZA3d\"><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2026-mai-06\/julgamento-no-stj-sobre-sistema-s-pode-impactar-setor-produtivo-em-r-94-bilhoes\/\">Julgamento no STJ sobre Sistema S pode ter impacto de R$ 94 bilh\u00f5es para empresas<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Julgamento no STJ sobre Sistema S pode ter impacto de R$ 94 bilh\u00f5es para empresas&#8221; &#8212; Consultor Jur\u00eddico\" src=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2026-mai-06\/julgamento-no-stj-sobre-sistema-s-pode-impactar-setor-produtivo-em-r-94-bilhoes\/embed\/#?secret=bv4xcNK8s0#?secret=NAxetrZA3d\" data-secret=\"NAxetrZA3d\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Senten\u00e7a afasta aumento de 10% sobre lucro presumido<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 06\/05\/2026<\/p>\n\n\n\n<p>Um escrit\u00f3rio de advocacia conseguiu uma senten\u00e7a para afastar o aumento de 10% sobre lucro presumido. Essa \u00e9 uma das primeiras favor\u00e1veis aos contribuintes neste tema. O Judici\u00e1rio, at\u00e9 ent\u00e3o, tem sido mais positivo para a Fazenda, como mostrou o Valor \u2013 a maioria das decis\u00f5es ainda \u00e9 liminar, ou seja, provis\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Criado pela Lei Complementar n\u00ba 224\/2025, o aumento nas al\u00edquotas de presun\u00e7\u00e3o, que come\u00e7ou a valer neste ano, incrementa a arrecada\u00e7\u00e3o do governo federal em R$ 20,3 bilh\u00f5es nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos. Segundo estimativas da Receita Federal, ser\u00e3o R$ 5,1 bilh\u00f5es injetados em 2026, R$ 7,4 bilh\u00f5es em 2027 e R$ 7,8 bilh\u00f5es em 2028. Somado \u00e0s outras mudan\u00e7as feitas pela lei, esse montante chega a R$ 44,3 bilh\u00f5es. Os n\u00fameros est\u00e3o na nota t\u00e9cnica Coest\/Cetad n\u00ba 009\/2026.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos principais afetados e interessados em afastar a alta da carga tribut\u00e1ria s\u00e3o os advogados. Isso porque muitos usam a sistem\u00e1tica de apura\u00e7\u00e3o do lucro presumido, permitida a empresas com faturamento de at\u00e9 R$ 78 milh\u00f5es. \u00c9 o caso, por exemplo, do escrit\u00f3rio em quest\u00e3o, que obteve a senten\u00e7a no dia 28 de abril.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao Valor, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) disse que vai recorrer e que tem vencido em 90% dos casos. Na vis\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o, o lucro presumido \u201cconstitui uma op\u00e7\u00e3o aos contribuintes, permitindo a sua apura\u00e7\u00e3o simplificada, em rela\u00e7\u00e3o ao sistema padr\u00e3o do lucro real, trazendo benef\u00edcios como simplifica\u00e7\u00e3o na apura\u00e7\u00e3o da base de c\u00e1lculo, redu\u00e7\u00e3o nos custos de conformidade e previsibilidade tribut\u00e1ria, j\u00e1 que a h\u00e1 uma presun\u00e7\u00e3o legal independente do resultado efetivo da empresa\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Diversas regionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ingressaram com a\u00e7\u00f5es coletivas. A de S\u00e3o Paulo (OAB-SP) conseguiu liminar favor\u00e1vel no dia 24 de mar\u00e7o e ela pode ser usada pelos escrit\u00f3rios inscritos no Estado (5004598-12.2026.4.03.6100). J\u00e1 no do Rio de Janeiro (OAB-RJ), a Justi\u00e7a chegou a dar liminar favor\u00e1vel, mas logo foi derrubada em segunda inst\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>O assunto tamb\u00e9m est\u00e1 na incubadora de teses da reforma tribut\u00e1ria, n\u00facleo criado pela PGFN para antecipar lit\u00edgios e unificar a defesa do \u00f3rg\u00e3o no Brasil. Essa disputa envolve a lei que passou a considerar o lucro real como padr\u00e3o para pagamento do Imposto de Renda (IRPJ) e CSLL e o lucro presumido como benef\u00edcio fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, aumentou em 10% as al\u00edquotas para essa sistem\u00e1tica de apura\u00e7\u00e3o. O adicional \u00e9 cobrado de contribuintes que faturam mais de R$ 5 milh\u00f5es por ano ou R$ 1,25 milh\u00e3o por trimestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Contribuintes defendem que o lucro presumido \u00e9 uma sistem\u00e1tica leg\u00edtima de apura\u00e7\u00e3o do IRPJ e n\u00e3o pode ser equiparado a um incentivo fiscal. J\u00e1 a Uni\u00e3o entende que n\u00e3o h\u00e1 direito adquirido a regime jur\u00eddico de tributa\u00e7\u00e3o e que seria uma quest\u00e3o de justi\u00e7a fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p>O assunto j\u00e1 est\u00e1 no Supremo Tribunal Federal (STF), onde o Conselho Federal da OAB e a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Servi\u00e7os (CNS) entraram com a\u00e7\u00f5es diretas de inconstitucionalidade. O relator do caso \u00e9 o ministro Luiz Fux, que negou an\u00e1lise da liminar porque prefere julgar diretamente o m\u00e9rito, dada a relev\u00e2ncia (ADI 7944 e ADI 7936).<\/p>\n\n\n\n<p>No caso do escrit\u00f3rio que obteve a liminar, a ju\u00edza Silvia Figueiredo Marques, da 26\u00aa Vara C\u00edvel Federal de S\u00e3o Paulo, confirmou liminar favor\u00e1vel ao escrit\u00f3rio. A PGFN j\u00e1 havia recorrido via agravo de instrumento. Ainda corre o prazo para recurso de apela\u00e7\u00e3o (processo n\u00ba 5006587-53.2026.4.03.6100).<\/p>\n\n\n\n<p>A magistrada disse, na decis\u00e3o, que o lucro presumido \u00e9 uma das formas admitidas pelo C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN) \u201cpara a determina\u00e7\u00e3o da base impon\u00edvel, juntamente com o lucro real e o lucro arbitrado\u201d. \u201cN\u00e3o se trata de um benef\u00edcio fiscal, mas de uma op\u00e7\u00e3o do contribuinte, dentro de certos limites, por uma forma de tributa\u00e7\u00e3o\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Na vis\u00e3o da ju\u00edza, \u201cn\u00e3o pode, o legislador, alterar a realidade e transformar uma forma de tributa\u00e7\u00e3o, prevista em Lei, em um benef\u00edcio, e, por esta raz\u00e3o, trat\u00e1-la como tal, aplicando-lhe o respectivo regime jur\u00eddico\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O advogado que atuou no caso, diz que, de fato, as decis\u00f5es favor\u00e1veis aos contribuintes t\u00eam sido minoria. \u201cMas tem gente concedendo a senten\u00e7a\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Na vis\u00e3o dele, seria at\u00e9 poss\u00edvel revisar a margem de presun\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas do lucro presumido, mas n\u00e3o foi isso que a Lei Complementar n\u00ba 224, de 2025 fez. \u201cComo a lei veio para reduzir benef\u00edcio fiscal e o regime do lucro presumido n\u00e3o \u00e9 um benef\u00edcio fiscal, voc\u00ea teria uma aus\u00eancia de fundamento v\u00e1lido para aumentar a margem de presun\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>O advogado lembra que n\u00e3o existe um conceito definido sobre o que seria benef\u00edcio fiscal. \u201cN\u00e3o tem uma defini\u00e7\u00e3o nem na Constitui\u00e7\u00e3o Federal nem no C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional [CTN], mas o CTN coloca o lucro presumido como um dos regimes, assim como o lucro real e arbitrado, como t\u00e9cnica de apura\u00e7\u00e3o do lucro\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele n\u00e3o acredita que o posicionamento dos TRFs possa influenciar a decis\u00e3o dos ministros do STF quando houver o julgamento do tema na Corte. \u201cMas aumenta a chance de o Supremo analisar o caso por repercuss\u00e3o geral, porque tem muita gente entrando [com a\u00e7\u00e3o] e tem impacto nas contas p\u00fablicas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, tamb\u00e9m foi dada liminar a Orbit Ativos, que atua com criptoativos, no mesmo sentido, para afastar o acr\u00e9scimo de 10% do lucro presumido. A decis\u00e3o \u00e9 da 9\u00aa Vara C\u00edvel Federal de S\u00e3o Paulo. \u201cEla reconhece que o aumento pode distorcer a base de c\u00e1lculo e gerar impacto imediato no caixa das empresas\u201d, afirma o advogado que atuou no caso (processo n\u00ba 5011425-39.2026.4.03.6100). <a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2026\/05\/06\/sentenca-afasta-aumento-de-10-sobre-lucro-presumido.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2026\/05\/06\/sentenca-afasta-aumento-de-10-sobre-lucro-presumido.ghtml<\/a>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>STF: Nunes Marques nega pedido da Uni\u00e3o que ampliaria base do PIS\/Cofins<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 07\/05\/2026<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques negou o pedido feito pela Uni\u00e3o para que a Corte reconhecesse que despesas de empresas, inclusive tribut\u00e1rias, comp\u00f5em a base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins. Para o relator, \u00e9 inadequada a pretens\u00e3o de exclus\u00e3o \u201cde forma abrangente e gen\u00e9rica\u201d, de despesas ou parcelas da base de c\u00e1lculo das contribui\u00e7\u00f5es. Cabe recurso.<\/p>\n\n\n\n<p>No pedido, a AGU alegou que desde a decis\u00e3o do STF que determinou a exclus\u00e3o do ICMS da base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins \u2014 a chamada tese do s\u00e9culo, que impactou a Uni\u00e3o em pelo menos R$ 250 bilh\u00f5es \u2014, houve uma multiplica\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es judiciais para estender a mesma l\u00f3gica a diversos itens, de despesas empresariais a custos tribut\u00e1rios. Ainda segundo a AGU, no precedente, a Corte n\u00e3o declarou inconstitucional a incid\u00eancia de um tributo sobre outro.<\/p>\n\n\n\n<p>A Uni\u00e3o pedia na a\u00e7\u00e3o declarat\u00f3ria de constitucionalidade (ADC) a concess\u00e3o de liminar que suspendesse nacionalmente processos que envolvam o debate sobre a inclus\u00e3o na base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins de \u201cvalores relativos a tributos, benef\u00edcios fiscais e despesas empresariais\u201d. Alegou que artigos das leis n\u00ba 10.637\/2002, n\u00ba 10.833\/2003 e n\u00ba 9.718\/98 autorizam a institui\u00e7\u00e3o de contribui\u00e7\u00f5es sociais sobre receita e faturamento. Os dispositivos tratam da composi\u00e7\u00e3o da base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 para o relator, o pedido n\u00e3o poderia ser aceito. Isso porque n\u00e3o ficou demonstrada d\u00favida ou controv\u00e9rsia judicial relevante sobre a validade dessas leis. Nesse caso, n\u00e3o caberia o ajuizamento da a\u00e7\u00e3o declarat\u00f3ria, segundo o ministro.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda segundo Nunes Marques, essa a\u00e7\u00e3o busca solucionar outras demandas, algumas das chamadas \u201cteses filhote\u201d da exclus\u00e3o do ICMS da base do PIS e da Cofins. \u201cPercebe-se que a presente a\u00e7\u00e3o representa uma inadequada tentativa de vincula\u00e7\u00e3o e sobreposi\u00e7\u00e3o do julgamento de m\u00e9rito, via ADC, em rela\u00e7\u00e3o a temas de repercuss\u00e3o geral pendentes de manifesta\u00e7\u00e3o pela Corte\u201d, afirmou o relator.<\/p>\n\n\n\n<p>Os temas que se tenta resolver seriam a inclus\u00e3o do ISS na base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins, a possibilidade de exclus\u00e3o da base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins dos valores correspondentes a cr\u00e9ditos presumidos de ICMS decorrentes de incentivos fiscais concedidos pelos Estados e pelo Distrito Federal, e a inclus\u00e3o da Cofins e da contribui\u00e7\u00e3o ao PIS em suas pr\u00f3prias bases de c\u00e1lculo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2026\/05\/07\/stf-nunes-marques-nega-pedido-da-uniao-que-ampliaria-base-do-piscofins.ghtml\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Receita Federal atualiza regras sobre utiliza\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos na transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria Data: 04\/05\/2026 Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil publicou a Portaria RFB n\u00ba 676, de 27 de abril de 2026, que altera a Portaria RFB n\u00ba 555\/2025, norma que regulamenta a transa\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios em contencioso administrativo fiscal no \u00e2mbito da institui\u00e7\u00e3o. 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