{"id":3735,"date":"2025-04-29T10:46:20","date_gmt":"2025-04-29T13:46:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ayadvogados.com.br\/?p=3735"},"modified":"2025-04-29T10:46:22","modified_gmt":"2025-04-29T13:46:22","slug":"retrospecto-tributario-22-04-a-29-04-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ayadvogados.com.br\/?p=3735","title":{"rendered":"Retrospecto Tribut\u00e1rio &#8211; 22\/04 a 29\/04"},"content":{"rendered":"\n<p>Retrospecto Tribut\u00e1rio &#8211; 22\/04 a 29\/04<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Projeto isenta de ICMS compras e servi\u00e7os realizados por pessoas com doen\u00e7as graves e defici\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 22\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Projeto de Lei Complementar (PLP) 222\/24 isenta de ICMS as opera\u00e7\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o de mercadorias e as presta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os de transporte interestadual e intermunicipal e de comunica\u00e7\u00e3o realizadas por ou destinadas a pessoas portadoras de patologias graves como HIV e neoplasias malignas.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o texto, a medida tamb\u00e9m valer\u00e1 tamb\u00e9m para pessoas com defici\u00eancia auditiva unilateral e bilateral, defici\u00eancia visual monocular e biocular, doen\u00e7as incapacitantes, defici\u00eancias f\u00edsicas, problemas permanentes de acessibilidade, al\u00e9m de outras doen\u00e7as graves definidas em regulamenta\u00e7\u00e3o espec\u00edfica do Conselho Federal de Medicina.<\/p>\n\n\n\n<p>Pela proposta, para obter a isen\u00e7\u00e3o ser\u00e1 necess\u00e1ria a comprova\u00e7\u00e3o por laudo m\u00e9dico emitido por profissional devidamente inscrito no Conselho Regional de Medicina.<\/p>\n\n\n\n<p>Em an\u00e1lise na C\u00e2mara dos Deputados, o texto altera a<a href=\"https:\/\/www2.camara.leg.br\/legin\/fed\/leicom\/1996\/leicomplementar-87-13-setembro-1996-370965-publicacaooriginal-1-pl.html\"> Lei Complementar 87\/96<\/a>, que regulamenta o ICMS.<\/p>\n\n\n\n<p>Prote\u00e7\u00e3o de vulner\u00e1veis<br>\u201cEsta proposta tem como objetivo ampliar a prote\u00e7\u00e3o social e econ\u00f4mica para indiv\u00edduos portadores de doen\u00e7as graves e reconhecer a efic\u00e1cia da isen\u00e7\u00e3o em sua integridade e contemplar a promo\u00e7\u00e3o da dignidade da pessoa humana\u201d, afirma a deputada Silvia Wai\u00e3pi (PL-AP).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEsta proposta refor\u00e7a o compromisso do Estado com a sa\u00fade p\u00fablica e a prote\u00e7\u00e3o dos mais vulner\u00e1veis\u201d, acrescenta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00f3ximos passos<br>A proposta ser\u00e1 analisada pelas comiss\u00f5es de Sa\u00fade; de Finan\u00e7as e Tributa\u00e7\u00e3o; e de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania; e depois pelo Plen\u00e1rio. Para virar lei, tem que ser aprovada pela C\u00e2mara e pelo Senado.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1140589-projeto-isenta-de-icms-compras-e-servicos-realizadas-por-pessoas-com-doencas-graves-e-deficiencias\">https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1140589-projeto-isenta-de-icms-compras-e-servicos-realizadas-por-pessoas-com-doencas-graves-e-deficiencias<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Projeto isenta de tributo as doa\u00e7\u00f5es internacionais para hospital p\u00fablico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 22\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Projeto de Lei 4791\/24 determina a isen\u00e7\u00e3o do Imposto de Importa\u00e7\u00e3o (II) sobre bens e medicamentos doados por outros pa\u00edses e destinados a hospitais da rede p\u00fablica de sa\u00fade. O texto est\u00e1 em an\u00e1lise na C\u00e2mara dos Deputados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFaltam equipamentos, materiais e medicamentos. Processos burocr\u00e1ticos e custosos mais prejudicam do que contribuem para a sa\u00fade p\u00fablica\u201d, disse o autor da proposta, deputado Josivaldo JP (PSD-MA), ao defender a mudan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Al\u00e9m da doa\u00e7\u00e3o, ter que cumprir com a quita\u00e7\u00e3o de Imposto de Importa\u00e7\u00e3o pode ser dispendioso demais, fazendo com que o interessado desista da boa a\u00e7\u00e3o&#8221;, alerta o parlamentar.<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00f3ximos passos<br>O projeto tramita em car\u00e1ter conclusivo e ser\u00e1 analisado pelas comiss\u00f5es de Sa\u00fade; de Finan\u00e7as e Tributa\u00e7\u00e3o; e de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania. Para virar lei, ter\u00e1 de ser aprovado pela C\u00e2mara e pelo Senado.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia C\u00e2mara de Not\u00edcias<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1143434-projeto-isenta-de-tributo-as-doacoes-internacionais-para-hospital-publico\/#:~:text=O%20Projeto%20de%20Lei%204791,an%C3%A1lise%20na%20C%C3%A2mara%20dos%20Deputados\">https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1143434-projeto-isenta-de-tributo-as-doacoes-internacionais-para-hospital-publico\/#:~:text=O%20Projeto%20de%20Lei%204791,an%C3%A1lise%20na%20C%C3%A2mara%20dos%20Deputados<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>CSP aprova prioridade na restitui\u00e7\u00e3o de IRPF para carreiras da seguran\u00e7a p\u00fablica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 22\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A Comiss\u00e3o de Seguran\u00e7a P\u00fablica (CSP) aprovou nesta ter\u00e7a-feira (22) projeto que inclui os profissionais da seguran\u00e7a p\u00fablica entre os que t\u00eam prioridade no recebimento da restitui\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda da Pessoa F\u00edsica (IRPF). O texto ainda ser\u00e1 analisado na Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos (CAE) e, depois disso, deve seguir para a C\u00e2mara dos Deputados.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse projeto de lei (<a href=\"https:\/\/www25.senado.leg.br\/web\/atividade\/materias\/-\/materia\/162212\">PL 458\/2024<\/a>), do senador Jayme Campos (Uni\u00e3o-MT), recebeu o apoio do relat\u00f3rio da mat\u00e9ria, o senador Sergio Moro (Uni\u00e3o-PR). Segundo Moro, o benef\u00edcio previsto ser\u00e1 uma forma de valorizar as carreiras em quest\u00e3o e fortalecer a seguran\u00e7a p\u00fablica no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Trata-se de justa medida de reconhecimento desses profissionais, que se sacrificam para salvar as vidas dos brasileiros no enfrentamento da viol\u00eancia e da criminalidade. H\u00e1 muito discurso [favor\u00e1vel \u00e0 categoria], \u00e0s vezes h\u00e1 medalha, mas em rela\u00e7\u00e3o ao tratamento legal que beneficia a categoria, \u00e9 muito pouco o que temos na legisla\u00e7\u00e3o \u2014 disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, os idosos s\u00e3o os primeiros a receberem a restitui\u00e7\u00e3o do IRPF, seguidos dos contribuintes cuja maior fonte de renda \u00e9 a atua\u00e7\u00e3o como professores. O projeto inclui em terceiro lugar as categorias da seguran\u00e7a p\u00fablica \u2014 inclusive guardas municipais, peritos criminais e agentes socioeducativos, que atuam com adolescentes infratores. Para isso, o projeto altera a <a href=\"https:\/\/normas.leg.br\/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1995-12-26;9250\">Lei 9.250, de 1995<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Satisfa\u00e7\u00e3o no trabalho<\/p>\n\n\n\n<p>Jayme Campos cita, na justificativa do projeto, a Pesquisa Nacional sobre a Valoriza\u00e7\u00e3o do Profissional de Seguran\u00e7a P\u00fablica realizada em 2022 pela Universidade de Bras\u00edlia (UnB), que concluiu que esses profissionais t\u00eam baixos \u00edndices de realiza\u00e7\u00e3o no trabalho e de satisfa\u00e7\u00e3o com a vida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o senador, o projeto pode ajudar a reverter essa situa\u00e7\u00e3o. H\u00e1 cerca de 800 mil profissionais no setor.<\/p>\n\n\n\n<p>As carreiras dos seguintes \u00f3rg\u00e3os s\u00e3o contempladas pelo projeto:<\/p>\n\n\n\n<p>Pol\u00edcia Federal;<\/p>\n\n\n\n<p>Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal;<\/p>\n\n\n\n<p>Pol\u00edcia Ferrovi\u00e1ria Federal, quando for institu\u00edda;<\/p>\n\n\n\n<p>Pol\u00edcia Civil;<\/p>\n\n\n\n<p>Pol\u00edcias Militares;<\/p>\n\n\n\n<p>Corpos de Bombeiros Militares;<\/p>\n\n\n\n<p>Guardas Municipais;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00d3rg\u00e3os do Sistema Penitenci\u00e1rio;<\/p>\n\n\n\n<p>Institutos Oficiais de Criminal\u00edstica, Medicina Legal e Identifica\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>Secretaria Nacional de Seguran\u00e7a P\u00fablica (Senasp) e as secretarias estaduais;<\/p>\n\n\n\n<p>Secretaria Nacional de Prote\u00e7\u00e3o e Defesa Civil (Sedec);<\/p>\n\n\n\n<p>Secretaria Nacional de Pol\u00edtica Sobre Drogas (Senad);<\/p>\n\n\n\n<p>Agentes de Tr\u00e2nsito;<\/p>\n\n\n\n<p>Guarda Portu\u00e1ria;<\/p>\n\n\n\n<p>Pol\u00edcia Legislativa; e<\/p>\n\n\n\n<p>Agentes socioeducativos.<\/p>\n\n\n\n<p>O detalhamento das carreiras beneficiadas foi inclu\u00eddo por Sergio Moro em seu relat\u00f3rio, que atendeu parcialmente a emenda do senador Hamilton Mour\u00e3o (Republicanos-RS).<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/materias\/2025\/04\/22\/csp-aprova-prioridade-na-restituicao-de-irpf-para-carreiras-da-seguranca-publica\">https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/materias\/2025\/04\/22\/csp-aprova-prioridade-na-restituicao-de-irpf-para-carreiras-da-seguranca-publica<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Projeto suspende norma que acabou com benef\u00edcio tribut\u00e1rio para inversor fotovoltaico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 22\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 107\/24, em an\u00e1lise na C\u00e2mara dos Deputados, suspende resolu\u00e7\u00e3o do governo, de 2024, que revogou regimes de ex-tarif\u00e1rios para inversores fotovoltaicos.<\/p>\n\n\n\n<p>O ex-tarif\u00e1rio (sigla para exce\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria) \u00e9 um mecanismo que permite a isen\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria do Imposto de Importa\u00e7\u00e3o (II) para os bens de capital e de inform\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 a Resolu\u00e7\u00e3o Gecex 573\/24, do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os, a importa\u00e7\u00e3o dos inversores fotovoltaicos recebia esse benef\u00edcio fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p>O inversor \u00e9 um item indispens\u00e1vel no sistema de energia solar, convertendo a energia el\u00e9trica gerada pelos pain\u00e9is de corrente cont\u00ednua para corrente alternada, utilizada na rede el\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\n<p>Risco<br>A revoga\u00e7\u00e3o dos ex-tarif\u00e1rios para inversores fotovoltaicos \u00e9 criticada pelo deputado Delegado Caveira (PL-PA), autor do projeto. Segundo ele, a decis\u00e3o do governo vai comprometer a expans\u00e3o da energia solar no Brasil, podendo levar ao cancelamento de projetos j\u00e1 contratados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEstamos diante do risco iminente de perda de cerca de mais de R$ 20 bilh\u00f5es em investimentos, os quais s\u00e3o fundamentais para impulsionar o crescimento e a expans\u00e3o do setor de energia solar no Brasil\u201d, alerta Caveira.<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00f3ximos passos<br>O projeto ser\u00e1 analisado pelas comiss\u00f5es de Desenvolvimento Econ\u00f4mico; Finan\u00e7as e Tributa\u00e7\u00e3o; e Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania. Depois seguir\u00e1 para o Plen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Para virar lei, a proposta tamb\u00e9m precisa ser aprovada pelo Senado.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1141057-projeto-suspende-norma-que-acabou-com-beneficio-tributario-para-inversor-fotovoltaico\">https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1141057-projeto-suspende-norma-que-acabou-com-beneficio-tributario-para-inversor-fotovoltaico<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Senado aprova atualiza\u00e7\u00e3o de acordo com a Su\u00e9cia para evitar dupla tributa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Senado aprovou nesta quarta-feira (23) um projeto de decreto legislativo que confirma o acordo assinado entre o Brasil e a Su\u00e9cia em 2019 para evitar a dupla tributa\u00e7\u00e3o da renda nos dois pa\u00edses. O texto vai \u00e0 promulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A senadora Tereza Cristina (PP-MS) havia apresentado parecer favor\u00e1vel ao <a href=\"https:\/\/www25.senado.leg.br\/web\/atividade\/materias\/-\/materia\/166288\">PDL 217\/2021<\/a> na Comiss\u00e3o de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores (CRE), onde o relat\u00f3rio foi lido pelo senador Sergio Moro (Uni\u00e3o-PR).<\/p>\n\n\n\n<p>A relatora destacou que o novo protocolo &#8220;aprimora os mecanismos de coopera\u00e7\u00e3o internacional para evitar a dupla tributa\u00e7\u00e3o e prevenir a sonega\u00e7\u00e3o&#8221;, al\u00e9m de tornar o ambiente de neg\u00f3cios mais seguro e previs\u00edvel para investidores de ambos os pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p>Dupla tributa\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>O protocolo emenda a conven\u00e7\u00e3o entre Brasil e Su\u00e9cia de 1975, evitando que uma mesma renda \u2014 como lucros de empresas ou pagamentos de dividendos \u2014 seja tributada em duplicidade sobre pessoas f\u00edsicas ou jur\u00eddicas com resid\u00eancia ou neg\u00f3cios em ambos os pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram atualizados os m\u00e9todos para evitar a dupla tributa\u00e7\u00e3o; o detalhamento de quem pode se beneficiar da conven\u00e7\u00e3o, com crit\u00e9rios mais rigorosos para prevenir abusos; e altera\u00e7\u00f5es nos mecanismos de solu\u00e7\u00e3o de disputas entre contribuintes e o fisco. As regras para troca de informa\u00e7\u00f5es entre as autoridades fiscais, aumentando a transpar\u00eancia e o combate \u00e0 evas\u00e3o, tamb\u00e9m foram aperfei\u00e7oadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O novo texto esclarece os crit\u00e9rios para que um contribuinte na Su\u00e9cia possa abater esse valor dos tributos devidos no Brasil, e vice-versa. Embora o acordo de 1975 j\u00e1 previsse algumas dessas regras, ele n\u00e3o contemplava, por exemplo, mecanismos modernos de troca de informa\u00e7\u00f5es fiscais nem medidas contra abusos e fraudes \u2014 pr\u00e1ticas comuns em tratados internacionais baseados nos padr\u00f5es atuais da Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE).<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/materias\/2025\/04\/23\/senado-aprova-atualizacao-de-acordo-com-a-suecia-para-evitar-dupla-tributacao\">https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/materias\/2025\/04\/23\/senado-aprova-atualizacao-de-acordo-com-a-suecia-para-evitar-dupla-tributacao<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Especialistas prop\u00f5em novo c\u00e1lculo para IR baseado na capacidade contributiva das fam\u00edlias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>Especialistas em direito tribut\u00e1rio defenderam nesta quarta-feira (23), em audi\u00eancia p\u00fablica na C\u00e2mara dos Deputados, um novo m\u00e9todo para o c\u00e1lculo do Imposto de Renda da Pessoa F\u00edsica (IRPF). A proposta se baseia na capacidade contributiva das fam\u00edlias e n\u00e3o das pessoas individualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia central do chamado &#8220;splitting familiar&#8221; \u00e9&nbsp;que o IR devido seja calculado a partir da renda total de todos integrantes da fam\u00edlia, considerando ainda outras caracter\u00edsticas, como quantidade de filhos ou dependentes, idosos e pessoas com defici\u00eancia ou doen\u00e7as graves.&nbsp;O objetivo \u00e9 fazer com que fam\u00edlias maiores e com mais demandas de gastos correntes paguem proporcionalmente menos impostos.<\/p>\n\n\n\n<p>Mestre em direito tribut\u00e1rio, Tarso Cesar de Miranda Souza refor\u00e7ou que a t\u00e9cnica de \u201csplitting\u201d calcula o imposto a partir da capacidade contributiva n\u00e3o s\u00f3 do provedor, mas de toda a fam\u00edlia. \u201cSe pegarmos como exemplo duas pessoas comuns que ganham R$ 10 mil, uma que mora sozinha e arca apenas com suas despesas e outra com c\u00f4njuge e filhos para sustentar, \u00e9 \u00f3bvio e evidente que a capacidade contributiva da primeira \u00e9 muito maior, apesar de a renda ser a mesma\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Especialista em pol\u00edticas p\u00fablicas e diretor executivo da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Family Talks, Rodolfo Can\u00f4nico observou que, no Brasil, as atuais dedu\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o j\u00e1 cumprem, em parte, o papel de gerar reembolsos do IR para quem tem mais despesas. Para ele, no entanto, o &#8220;quotient familial&#8221; franc\u00eas \u00e9 mais equilibrado, ajustando a al\u00edquota conforme a composi\u00e7\u00e3o familiar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNa Fran\u00e7a, o sistema considera a uni\u00e3o conjugal para medir a capacidade contributiva da fam\u00edlia, e ainda a quantidade de dependentes e a condi\u00e7\u00e3o desses dependentes, incluindo a presen\u00e7a de algum filho com defici\u00eancia. Isso conta, porque naturalmente exige mais gastos e esfor\u00e7os dessa fam\u00edlia\u201d, pontuou.<\/p>\n\n\n\n<p>Prote\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia<br>A deputada Chris Tonietto (PL-RJ), que prop\u00f4s o debate na Comiss\u00e3o de Previd\u00eancia, Assist\u00eancia Social, Inf\u00e2ncia, Adolesc\u00eancia e Fam\u00edlia, disse que a prote\u00e7\u00e3o do n\u00facleo familiar pelo Estado brasileiro passa pelo respeito \u00e0 capacidade contributiva das fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00f3s precisamos respeitar a capacidade contributiva das fam\u00edlias e, por assim dizer, buscar um cen\u00e1rio de justi\u00e7a tribut\u00e1ria. No Brasil, o que eu vejo muito \u00e9 talvez um Estado que, muitas vezes, asfixia a fam\u00edlia\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Professor de direito tribut\u00e1rio da Universidade de S\u00e3o Paulo, Heleno Torres tamb\u00e9m considerou que o modelo brasileiro n\u00e3o cumpre plenamente o dever de proteger \u00e0s fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando o que temos hoje no Brasil s\u00e3o essas dedu\u00e7\u00f5es p\u00edfias, isso n\u00e3o concretiza essa prote\u00e7\u00e3o do estado \u00e0 fam\u00edlia\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Torres defende um m\u00e9todo de tributa\u00e7\u00e3o que some os rendimentos da fam\u00edlia e prop\u00f5e redutores progressivos baseados nos gastos para que fam\u00edlias com maior capacidade contributiva paguem mais impostos.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1152361-especialistas-propoem-novo-calculo-para-ir-baseado-na-capacidade-contributiva-das-familias\">https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1152361-especialistas-propoem-novo-calculo-para-ir-baseado-na-capacidade-contributiva-das-familias<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>CCJ aprova calend\u00e1rio de debates sobre segunda parte da reforma tribut\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a (CCJ) vai debater o projeto de lei que d\u00e1 continuidade \u00e0 reforma tribut\u00e1ria \u2014 o <a href=\"https:\/\/www25.senado.leg.br\/web\/atividade\/materias\/-\/materia\/166095\">PLP 108\/2024<\/a>&nbsp;\u2014 em quatro audi\u00eancias p\u00fablicas no m\u00eas de maio. Os debates est\u00e3o previstos no plano de trabalho aprovado nesta quarta-feira (23) pela comiss\u00e3o. O relator do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), havia apresentado o plano no \u00faltimo dia 2.<\/p>\n\n\n\n<p>O PLP 108\/2024 cria um comit\u00ea gestor para coordenar a arrecada\u00e7\u00e3o do Imposto sobre Bens e Servi\u00e7os (IBS) e a distribui\u00e7\u00e3o dos respectivos valores entre estados e munic\u00edpios. O IBS ir\u00e1 unificar o ICMS, que \u00e9 um imposto estadual, e o ISS, que \u00e9 um imposto municipal.<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo das audi\u00eancias \u2014 que contar\u00e3o com a presen\u00e7a de especialistas e integrantes do governo, entre outros representantes da sociedade \u2014 \u00e9 dar embasamento \u00e0s discuss\u00f5es e delibera\u00e7\u00f5es a serem feitas pelos senadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja a seguir o que o plano de trabalho prev\u00ea para cada uma das quatro audi\u00eancias p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>1\u00ba audi\u00eancia (6 de maio) &#8211; Tema: Comit\u00ea Gestor<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro debate abordar\u00e1 as compet\u00eancias, a estrutura organizacional, o or\u00e7amento e os mecanismos de controle externo do Comit\u00ea Gestor do Imposto sobre Bens e Servi\u00e7os (CG-IBS).<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto determina que o comit\u00ea ser\u00e1 conduzido por um conselho superior (que ter\u00e1 representantes indicados por prefeitos e governadores, entre outros) e estabelece regras para a elei\u00e7\u00e3o dos membros desse conselho. Por exemplo: no caso dos munic\u00edpios, as vota\u00e7\u00f5es ser\u00e3o organizadas por associa\u00e7\u00f5es municipais; no caso dos estados, os candidatos ter\u00e3o de ser secret\u00e1rios da Fazenda.<\/p>\n\n\n\n<p>Os senadores que integram a CCJ ouvir\u00e3o o respons\u00e1vel pela Secretaria Extraordin\u00e1ria da Reforma Tribut\u00e1ria (Sert) do Minist\u00e9rio da Fazenda, Bernard Appy, e representantes de diversos \u00f3rg\u00e3os interessados, como:<\/p>\n\n\n\n<p>Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios (CNM);<\/p>\n\n\n\n<p>Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP);<\/p>\n\n\n\n<p>Comit\u00ea Nacional de Secret\u00e1rios de Fazenda, Finan\u00e7as, Receita ou Tributa\u00e7\u00e3o dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz);<\/p>\n\n\n\n<p>Associa\u00e7\u00e3o dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>2\u00ba audi\u00eancia (13 de maio)&nbsp;&#8211; Tema:&nbsp;Conflitos Tribut\u00e1rios<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse debate, ser\u00e3o abordadas as infra\u00e7\u00f5es, as penalidades e as multas relativos ao IBS, assim como as regras sobre o processo administrativo tribut\u00e1rio desse imposto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o projeto, o processo no \u00e2mbito administrativo ter\u00e1 tr\u00eas etapas de julgamento: a primeira inst\u00e2ncia, a inst\u00e2ncia recursal e a C\u00e2mara Superior do IBS (que ter\u00e1 a decis\u00e3o final). Para implementar isso, o texto determina a atua\u00e7\u00e3o conjunta de auditores fiscais de estados e munic\u00edpios. No entanto, as regras previstas geram questionamentos entre auditores fiscais.<\/p>\n\n\n\n<p>Devem participar da audi\u00eancia p\u00fablica o diretor de programa da Secretaria Extraordin\u00e1ria da Reforma Tribut\u00e1ria (Sert) do governo federal, Manoel Nazareno Proc\u00f3pio de Moura J\u00fanior, e representantes de outras entidades, como:<\/p>\n\n\n\n<p>Associa\u00e7\u00e3o dos Conselheiros Representantes dos Contribuintes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Aconcarf);<\/p>\n\n\n\n<p>Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape);<\/p>\n\n\n\n<p>Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Procuradoras e dos Procuradores Municipais (ANPM).<\/p>\n\n\n\n<p>3\u00ba audi\u00eancia (20 de maio) &#8211; Tema: Tributos Estaduais<\/p>\n\n\n\n<p>Essa audi\u00eancia discutir\u00e1 a transi\u00e7\u00e3o do ICMS para o IBS at\u00e9 2033, al\u00e9m das normas gerais do Imposto de Transmiss\u00e3o Causa Mortis e Doa\u00e7\u00e3o (ITCMD), que \u00e9 um tributo estadual. O ITCMD \u00e9 devido quando h\u00e1 doa\u00e7\u00f5es e heran\u00e7as, e a porcentagem a ser paga varia de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o de cada estado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e3o convidados os seguintes especialistas:<\/p>\n\n\n\n<p>o advogado e professor titular de Direito Financeiro da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) Fernando Facury Scaff;<\/p>\n\n\n\n<p>o advogado e doutor em Direito F\u00e1bio Lemos Cury;<\/p>\n\n\n\n<p>um representante do Comit\u00ea Nacional de Secret\u00e1rios de Fazenda, Finan\u00e7as, Receita ou Tributa\u00e7\u00e3o dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz);<\/p>\n\n\n\n<p>um representante da Associa\u00e7\u00e3o de Com\u00e9rcio Exterior do Brasil (AEB);<\/p>\n\n\n\n<p>um representante da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportadores Ferrovi\u00e1rios (ANTF).<\/p>\n\n\n\n<p>4\u00ba audi\u00eancia (27 de maio) &#8211; Tema: Tributos Municipais<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00faltima audi\u00eancia vai abordar os dispositivos do projeto que alteram normas sobre o Imposto sobre Transmiss\u00e3o de Bens Im\u00f3veis (ITBI) e a Contribui\u00e7\u00e3o para Custeio do Servi\u00e7o de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica (Cosip).<\/p>\n\n\n\n<p>Os senadores devem ouvir:<\/p>\n\n\n\n<p>o presidente do Conselho Tribut\u00e1rio Fiscal de Goi\u00e2nia e auditor fiscal de Goi\u00e2nia, Lucas Morais;<\/p>\n\n\n\n<p>o auditor fiscal do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo e doutor em Direito Alberto Macedo; e<\/p>\n\n\n\n<p>a advogada e diretora de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Concession\u00e1rias de Ilumina\u00e7\u00e3o P\u00fablica (ABCIP),&nbsp; Vanessa Rosa.<\/p>\n\n\n\n<p>O PLP 108\/2024 \u00e9 o segundo projeto de lei a regulamentar a reforma tribut\u00e1ria (em janeiro, foi sancionada a primeira parte, que criou o IBS). Segundo&nbsp; Eduardo Braga, o PLP 108\/2024 \u00e9 o \u201c\u00faltimo est\u00e1gio\u201d da reforma tribut\u00e1ria iniciada em 2023 com a Emenda Constitucional 132.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/materias\/2025\/04\/23\/ccj-aprova-calendario-de-debates-sobre-segunda-parte-da-reforma-tributaria\">https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/materias\/2025\/04\/23\/ccj-aprova-calendario-de-debates-sobre-segunda-parte-da-reforma-tributaria<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Teto de R$ 130 mil para MEI \u00e9 prioridade do Sebrae e da Frente Parlamentar das MPEs<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>Com o objetivo de melhorar o ambiente de neg\u00f3cios das microempresas e empresas de pequeno porte, o Sebrae e a Frente Parlamentar das Micro e Pequenas Empresas anunciaram nesta quarta-feira, 23\/4, em Bras\u00edlia, a lista de quatro projetos considerados importantes e que devem receber aten\u00e7\u00e3o especial do Congresso. A proposta que aumenta para R$ 130 mil anuais o limite de receita bruta para MEIs \u00e9 uma das que constam em documento a ser enviado aos presidentes da C\u00e2mara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o presidente do Sebrae, D\u00e9cio Lima, \u00e9 preciso ter um olhar de lupa para a preserva\u00e7\u00e3o do segmento, importante gerador de empregos no Brasil, e do empreendedorismo, que ganha for\u00e7a no pa\u00eds como caminho escolhido para quem quer liberdade e ser o pr\u00f3prio patr\u00e3o. &#8220;No ano passado, o Brasil ocupou o 4\u00ba lugar no mundo na cria\u00e7\u00e3o de micro e pequenas empresas. S\u00f3 no ano passado, foram abertas cerca de 4 milh\u00f5es de novas empresas&#8221;, informou.<\/p>\n\n\n\n<p>O deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), presidente da Frente Parlamentar das Micro e Pequenas Empresas, enfatizou que a maior meta da frente \u00e9 votar o projeto que aumenta o teto de receita para o enquadramento de microempreendedores individuais (MEI), que hoje \u00e9 de R$ 81 mil\/ano. &#8220;Esse valor precisa ser discutido. Precisamos sensibilizar a \u00e1rea econ\u00f4mica do governo da necessidade de elevar o valor e ajust\u00e1-lo \u00e0 realidade atual&#8221;, defendeu, ao informar que vai pedir em breve uma audi\u00eancia com os presidentes da C\u00e2mara e do Senado para que essa pauta avance no Congresso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Rampas<\/p>\n\n\n\n<p>Como alternativa mais vi\u00e1vel \u00e0 atualiza\u00e7\u00e3o dos limites de faturamento, que deveria ocorrer todos os anos de acordo com os \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o, mas esbarra sempre na resist\u00eancia da \u00e1rea econ\u00f4mica, M\u00e1rcio Fran\u00e7a, ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, defendeu a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos de &#8220;rampa&#8221;, em que somente o valor que ultrapassar o teto seria tributado com uma al\u00edquota determinada. &#8220;Isso daria maior tranquilidade e evitaria ao Congresso a dif\u00edcil tarefa de corrigir os valores&#8221;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do vice-presidente da Frente Parlamentar das MEPs, Jorge Goetten (PL-SC), tanto o Congresso como o governo nem sempre priorizam como deveriam as demandas de um setor t\u00e3o importante na gera\u00e7\u00e3o de empregos no pa\u00eds. &#8220;\u00c9 hora de mudar essa realidade e valorizar quem realmente movimenta a nossa economia&#8221;, disse o deputado, que vai assumir em julho o comando desse grupo parlamentar.<\/p>\n\n\n\n<p>As propostas e respectivas fases de tramita\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Maior limite de receita para MEI:&nbsp;De autoria do senador Jayme Campos (DEM-MT), o PLP 108\/21 prop\u00f5e o aumento do limite anual de receita bruta para o enquadramento do MEI no Simples Nacional, dos atuais R$ 81 mil para R$ 130 mil. Al\u00e9m disso, d\u00e1 sinal verde para que os empreendedores contratem at\u00e9 dois funcion\u00e1rios. Hoje, s\u00f3 \u00e9 permitida a contrata\u00e7\u00e3o de um colaborador.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta est\u00e1 em fase avan\u00e7ada de tramita\u00e7\u00e3o. O texto j\u00e1 foi aprovado pelo Senado e est\u00e1 na pauta do plen\u00e1rio da C\u00e2mara desde 2022. Para ser aprovada, s\u00e3o necess\u00e1rios, no m\u00ednimo, 257 votos favor\u00e1veis. O relator \u00e9 o deputado Darci Matos (PSD-SC).<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Renova\u00e7\u00e3o do Estatuto da MPE:&nbsp;O PLP 125\/23 altera a Lei Complementar 123 (Estatuto da Micro e Pequena Empresa) e a CLT (Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho), dentre outras legisla\u00e7\u00f5es, e prop\u00f5e a cria\u00e7\u00e3o do Simples Trabalhista, que simplifica e reduz a carga tribut\u00e1ria para as empresas do Simples Nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>De autoria do deputado Jorge Goetten, o texto est\u00e1 pronto para ser analisado pela Comiss\u00e3o de Previd\u00eancia, Assist\u00eancia Social, Inf\u00e2ncia, Adolesc\u00eancia e Fam\u00edlia (CPASF). Antes de seguir para o plen\u00e1rio da C\u00e2mara e ser encaminhada ao Senado, a proposta precisa ser analisada por mais tr\u00eas comiss\u00f5es. O relator \u00e9 o deputado Allan Garc\u00eas (PP-MA).<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Fal\u00eancias e Recupera\u00e7\u00e3o Judicial:&nbsp;De autoria do senador Angelo Coronel (PSD-BA), o PLP 33\/20 prop\u00f5e a cria\u00e7\u00e3o de um procedimento espec\u00edfico para a recupera\u00e7\u00e3o judicial e fal\u00eancia das microempresas e empresas de pequeno porte. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2024, houve um aumento de 78,4% nos pedidos das MPEs para esses procedimentos, de acordo com a justificativa da proposta.<\/p>\n\n\n\n<p>O texto j\u00e1 foi aprovado pelo Senado e aguarda parecer da Comiss\u00e3o de Finan\u00e7as e Tributa\u00e7\u00e3o (CFT) da C\u00e2mara dos Deputados. Antes de seguir para o plen\u00e1rio, a proposta ainda ser\u00e1 analisada pela Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a (CCJ).<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Cr\u00e9dito feminino:&nbsp;O PL 1883\/21, de autoria da deputada Celina Le\u00e3o (PP-DF), prop\u00f5e a cria\u00e7\u00e3o do Programa Cr\u00e9dito da Mulher no \u00e2mbito das institui\u00e7\u00f5es financeiras oficiais federais para facilitar o acesso ao cr\u00e9dito de MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte controladas e dirigidas por mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>O texto j\u00e1 foi aprovado pela C\u00e2mara dos Deputados, tramita atualmente na Comiss\u00e3o de Direitos Humanos (CDH) do Senado e aguarda a escolha de relator. Antes de seguir para o plen\u00e1rio, a proposta ser\u00e1 analisada pela Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos (CAE).<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/dcomercio.com.br\/publicacao\/s\/teto-de-r-130-mil-para-mei-e-prioridade-do-sebrae-e-da-frente-parlamentar-das-mpes\">https:\/\/dcomercio.com.br\/publicacao\/s\/teto-de-r-130-mil-para-mei-e-prioridade-do-sebrae-e-da-frente-parlamentar-das-mpes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Comiss\u00e3o paga a marketplace pode ser deduzida do IRPJ<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A Receita Federal entende que a comiss\u00e3o que os lojistas pagam para vender seus produtos em marketplaces, equivalente a de 10% a 20% do valor comercializado, pode ser deduzida do c\u00e1lculo do Imposto de Renda (IRPJ) e da CSLL. O entendimento est\u00e1 na Solu\u00e7\u00e3o de Consulta n\u00ba 63, editada recentemente pela Coordena\u00e7\u00e3o-Geral de Tributa\u00e7\u00e3o (Cosit).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA comiss\u00e3o paga aos marketplaces, domiciliados no Brasil, pela intermedia\u00e7\u00e3o nas vendas de produtos, pode ser considerada uma despesa operacional, necess\u00e1ria e usual \u00e0 atividade de e-commerce, j\u00e1 que intrinsecamente vinculada \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o de produtos em ambientes virtuais\u201d, afirma o \u00f3rg\u00e3o para justificar a dedu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O entendimento, segundo especialistas, est\u00e1 em linha com outras interpreta\u00e7\u00f5es da Receita a respeito do tema e d\u00e1 seguran\u00e7a aos contribuintes. A solu\u00e7\u00e3o de consulta deve ser seguida por todos os fiscais do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a Solu\u00e7\u00e3o de Consulta Cosit n\u00ba 170, \u201cn\u00e3o se incluem no conceito de receita bruta de que trata o artigo 12 do Decreto-Lei n\u00ba 1.598, de 1977, os valores que circulam na contabilidade de pessoa jur\u00eddica e n\u00e3o lhe pertencem, sendo propriedade e receita bruta de terceiros\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, o marketplace n\u00e3o precisaria recolher IRPJ, CSSL, PIS e Cofins sobre o valor repassado ao vendedor, excluindo o que for retido a t\u00edtulo de comiss\u00e3o, conforme an\u00e1lise da Receita.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da coer\u00eancia e seguran\u00e7a, no entanto, especialistas apontam que resta a controv\u00e9rsia a respeito do PIS e da Cofins para os comerciantes que anunciam nos marketplaces, j\u00e1 que a Solu\u00e7\u00e3o de Consulta Cosit n\u00ba 63 permitiu a dedu\u00e7\u00e3o da comiss\u00e3o para apura\u00e7\u00e3o dos tributos sobre o lucro.<\/p>\n\n\n\n<p>O PIS e a Cofins, no entanto, incidem sobre a receita. E a implica\u00e7\u00e3o de entender que a comiss\u00e3o \u00e9 dedut\u00edvel \u00e9 considerar que ela integra a receita da empresa, sujeita, portanto, \u00e0 incid\u00eancia das contribui\u00e7\u00f5es sociais \u2013 embora esse assunto n\u00e3o tenha sido objeto da consulta feita ao Fisco.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Justi\u00e7a, a quest\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 consolidada, havendo tanto precedentes favor\u00e1veis quanto desfavor\u00e1veis para os contribuintes. Em 2022, por exemplo, a 22\u00aa Vara C\u00edvel Federal de S\u00e3o Paulo reconheceu que despesas com marketplaces s\u00e3o consideradas insumos para creditamento de PIS e Cofins, por serem essenciais para a atividade da empresa que atua no com\u00e9rcio eletr\u00f4nico (processo n\u00ba 5020186-35.2021.4.03.6100).<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a 2\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o (TRF-4) entende que as comiss\u00f5es n\u00e3o podem ser consideradas insumos, pois n\u00e3o integram o processo de fabrica\u00e7\u00e3o de bens destinados \u00e0 venda ou presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os (processo n\u00ba 5037757-76.2019.4.04.7000).<\/p>\n\n\n\n<p>No Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), a 1\u00aa Turma Ordin\u00e1ria da 2\u00aa C\u00e2mara da 3\u00aa Se\u00e7\u00e3o reconheceu o direito de uma empresa \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos de PIS e Cofins sobre as despesas com publicidade on-line (processo n\u00ba 19311.720262\/2017-65).<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/23\/comissao-paga-a-marketplace-pode-ser-deduzida-do-irpj.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/23\/comissao-paga-a-marketplace-pode-ser-deduzida-do-irpj.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dirbi e os benef\u00edcios da Zona Franca de Manaus (ZFM)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, em 30 de dezembro de 2024, a Receita Federal publicou a Instru\u00e7\u00e3o Normativa RFB n\u00ba 2.241\/2024. Essa norma trouxe mudan\u00e7as importantes para as empresas que utilizam benef\u00edcios fiscais. Entre elas, destaca-se a inclus\u00e3o do item 49 no Anexo \u00danico, que trata do uso da al\u00edquota zero de PIS e Cofins em opera\u00e7\u00f5es com a Zona Franca de Manaus (ZFM). Portanto, \u00e9 essencial entender essas mudan\u00e7as e como elas impactam o cumprimento da Dirbi.<\/p>\n\n\n\n<p>Afinal, o que \u00e9 a Dirbi?<\/p>\n\n\n\n<p>A Dirbi, ou Declara\u00e7\u00e3o de Incentivos, Ren\u00fancias, Benef\u00edcios e Imunidades de Natureza Tribut\u00e1ria, \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o acess\u00f3ria. Ela deve ser apresentada pelas pessoas jur\u00eddicas e equiparadas que utilizam os incentivos listados na Instru\u00e7\u00e3o Normativa RFB n\u00ba 2.198\/2024. Em outras palavras, trata-se de um relat\u00f3rio fiscal que mostra quais tributos federais deixaram de ser recolhidos em virtude de algum benef\u00edcio fiscal.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem deve declarar os benef\u00edcios da ZFM?<\/p>\n\n\n\n<p>Com a adi\u00e7\u00e3o do c\u00f3digo 49, surge uma d\u00favida frequente: quem deve fazer essa declara\u00e7\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a Receita Federal, publicada em seu FAQ de 03\/02\/2025, a empresa localizada na ZFM \u00e9 a respons\u00e1vel por prestar essa informa\u00e7\u00e3o. Ou seja, ainda que o fornecedor esteja fora da ZFM, quem utiliza o benef\u00edcio \u00e9 o comprador localizado dentro da \u00e1rea incentivada.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, se ambas as empresas \u2014 vendedor e comprador \u2014 estiverem na ZFM, o comprador \u00e9 quem deve declarar o benef\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Como o novo c\u00f3digo afeta sua empresa<\/p>\n\n\n\n<p>Consequentemente, essa exig\u00eancia demanda maior controle interno e aten\u00e7\u00e3o \u00e0s obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias. Caso contr\u00e1rio, a empresa corre o risco de inconsist\u00eancias na declara\u00e7\u00e3o, o que pode resultar em autua\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, \u00e9 importante mapear todos os clientes na ZFM e validar a aplicabilidade da al\u00edquota zero, mantendo registros cont\u00e1beis claros e atualizados.<\/p>\n\n\n\n<p>Boas pr\u00e1ticas para preencher a Dirbi com seguran\u00e7a<\/p>\n\n\n\n<p>A fim de evitar erros, recomenda-se adotar as seguintes boas pr\u00e1ticas:<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiramente, utilize um sistema fiscal automatizado que facilite o controle e emiss\u00e3o da Dirbi.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, mantenha a equipe cont\u00e1bil atualizada com as mudan\u00e7as da legisla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Do mesmo modo, consulte regularmente o portal da Receita Federal e seus documentos de apoio.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, verifique com aten\u00e7\u00e3o se o destinat\u00e1rio da mercadoria est\u00e1 legalmente situado na ZFM.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que essa mudan\u00e7a \u00e9 positiva para o contribuinte?<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar das d\u00favidas iniciais, essa atualiza\u00e7\u00e3o traz mais clareza sobre o uso dos benef\u00edcios da ZFM. Com isso, as empresas t\u00eam maior previsibilidade fiscal e conseguem se planejar melhor.<\/p>\n\n\n\n<p>Acima de tudo, a obriga\u00e7\u00e3o promove transpar\u00eancia e organiza\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria. Logo, mesmo sendo um dever adicional, contribui para a sustentabilidade dos incentivos fiscais no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Conclus\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Em resumo, a nova regra da Dirbi obriga empresas da ZFM a declararem os valores de PIS e Cofins que deixaram de ser pagos. Sendo assim, \u00e9 fundamental entender essa responsabilidade, preparar a equipe e manter processos internos bem definidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, encare essa mudan\u00e7a como uma oportunidade para aprimorar a gest\u00e3o fiscal e evitar riscos futuros. Afinal, quanto mais transparente for o uso dos incentivos, mais eficaz ser\u00e1 sua perman\u00eancia na legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/blog.econeteditora.com.br\/beneficios-dirbi-zona-franca-manaus\/\">https:\/\/blog.econeteditora.com.br\/beneficios-dirbi-zona-franca-manaus\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>PGFN amplia uso de preju\u00edzo fiscal na transa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 24\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) aumentou o limite m\u00e1ximo para o uso de preju\u00edzo fiscal nas transa\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias. Subiu de 10% para 30% do valor final da d\u00edvida. A mudan\u00e7a vale para os tr\u00eas primeiros editais do Programa de Transa\u00e7\u00e3o Integral (PTI), publicados em 31 de dezembro de 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>Na ocasi\u00e3o, foram abertas tr\u00eas modalidades de solu\u00e7\u00e3o de contencioso tribut\u00e1rio de relevante e disseminada controv\u00e9rsia jur\u00eddica. A publica\u00e7\u00e3o desses editais tinha gerado expectativa de arrecada\u00e7\u00e3o de mais de R$ 5 bilh\u00f5es para 2025. \u00c9 poss\u00edvel aderir \u00e0s propostas at\u00e9 30 de junho.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira modalidade, tratada no edital n\u00ba 25, engloba a dedu\u00e7\u00e3o do \u00e1gio fiscal gerado em reestrutura\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria dentro do pr\u00f3prio grupo econ\u00f4mico (\u00e1gio interno) e a dedu\u00e7\u00e3o do \u00e1gio fiscal por meio de empresa institu\u00edda s\u00f3 para viabilizar a amortiza\u00e7\u00e3o (empresa ve\u00edculo).<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda categoria, do edital n\u00ba 26, abrange tr\u00eas teses relacionadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de bebidas n\u00e3o alco\u00f3licas. A terceira, do edital n\u00ba 27, trata da incid\u00eancia de impostos e contribui\u00e7\u00f5es sobre valores pagos a t\u00edtulo de participa\u00e7\u00e3o nos lucros e resultados da empresa (PLR); sobre os valores auferidos em virtude de \u201cstock options\u201d; e os valores aportados por empregadores a programas de previd\u00eancia privada complementar de funcion\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>A PGFN ofereceu cinco op\u00e7\u00f5es diferentes de transa\u00e7\u00e3o em cada modalidade, com descontos progressivos no valor do d\u00e9bito em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 porcentagem da entrada, paga \u00e0 vista, e em propor\u00e7\u00e3o inversa ao n\u00famero de parcelas. Assim, quanto mais parcelas e menor a entrada, menor tamb\u00e9m o desconto.<\/p>\n\n\n\n<p>A op\u00e7\u00e3o 1 tinha o maior desconto oferecido, de 65% sobre o valor da d\u00edvida ou da inscri\u00e7\u00e3o, com entrada de 30%, pagamento em at\u00e9 12 vezes, e possibilidade de uso de preju\u00edzo fiscal de IRPF e CSLL at\u00e9 o limite de 10% do valor do d\u00e9bito. Agora, com os editais n\u00ba 36, 37 e 38, esse limite m\u00e1ximo foi ampliado para 30%.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o artigo 11, inciso IV da Lei n. 13.988\/2020, o uso de cr\u00e9ditos de preju\u00edzo fiscal e de base de c\u00e1lculo negativa pode chegar a 70% do saldo remanescente ap\u00f3s a incid\u00eancia dos descontos, o que equivale a mais do dobro dos novos percentuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nota, a PGFN afirma que a amplia\u00e7\u00e3o do limite \u201c\u00e9 uma medida importante que visa tornar as propostas de transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria mais vantajosas para os contribuintes, facilitando a regulariza\u00e7\u00e3o de d\u00e9bitos, potencialmente aumentando a ades\u00e3o ao programa e estimulando a liquida\u00e7\u00e3o do acordo em menor tempo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m desses editais j\u00e1 abertos para a negocia\u00e7\u00e3o de teses jur\u00eddicas, h\u00e1 outra frente de acordos para a quita\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas tribut\u00e1rias com a PGFN no \u00e2mbito do PTI para contribuintes que t\u00eam cr\u00e9ditos de mais de R$ 50 milh\u00f5es. Trata-se da transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria de cr\u00e9ditos judicializados de alto impacto econ\u00f4mico, regulamentada pela Portaria n\u00ba 721, publicada no in\u00edcio do m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>O Minist\u00e9rio da Fazenda estima que at\u00e9 R$ 300 bilh\u00f5es em cr\u00e9ditos poder\u00e3o ser negociados pelas empresas nessa modalidade. A estimativa de arrecada\u00e7\u00e3o com as duas op\u00e7\u00f5es do PTI \u00e9 de R$ 30 bilh\u00f5es para este ano.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/24\/pgfn-amplia-uso-de-prejuizo-fiscal-na-transacao.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/24\/pgfn-amplia-uso-de-prejuizo-fiscal-na-transacao.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Comiss\u00e3o aprova suspens\u00e3o de portaria sobre tarifas em projetos p\u00fablicos de irriga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 24\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A Comiss\u00e3o de Agricultura, Pecu\u00e1ria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da C\u00e2mara dos Deputados aprovou o <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/709441-proposta-susta-portaria-ministerial-que-preve-tarifas-em-projetos-publicos-de-irrigacao\">Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 345\/20<\/a>, que susta os efeitos de uma norma sobre projetos p\u00fablicos de irriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao regulamentar esse tipo de projeto, a <a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/portaria-n-2.005-de-22-de-julho-de-2020-268194370\">Portaria 2.005\/20<\/a>, do antigo Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Regional, determina a cobran\u00e7a, junto aos produtores rurais beneficiados, de taxa de at\u00e9 10% pelo uso comum da infraestrutura de irriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O relator, deputado Coronel Meira (PL-PE), recomendou a aprova\u00e7\u00e3o do PDL 345\/20. \u201cEmbora a portaria tenha o intuito de regularizar o uso da infraestrutura de irriga\u00e7\u00e3o, ela acaba por prejudicar parcela significativa de produtores\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o autor da proposta, deputado M\u00e1rio Negromonte Jr. (PP-BA), pequenos agricultores poder\u00e3o abandonar os per\u00edmetros irrigados. \u201cEssas tarifas impostas causar\u00e3o aumento dos custos da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola irrigada\u201d, argumentou ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00f3ximos passos<br>A proposta ainda ser\u00e1 analisada pela Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania. Depois, seguir\u00e1 para o Plen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Para virar lei, ter\u00e1 de ser aprovada pela C\u00e2mara e pelo Senado.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1152701-comissao-aprova-suspensao-de-portaria-sobre-tarifas-em-projetos-publicos-de-irrigacao\">https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1152701-comissao-aprova-suspensao-de-portaria-sobre-tarifas-em-projetos-publicos-de-irrigacao<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>STF definir\u00e1 se incide IR na doa\u00e7\u00e3o antecipada a herdeiros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 27\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) julgar\u00e1, em repercuss\u00e3o geral, se \u00e9 v\u00e1lida a cobran\u00e7a do Imposto de Renda (IRPF) sobre ganho de capital na antecipa\u00e7\u00e3o da transfer\u00eancia de bens a herdeiros. Essa defini\u00e7\u00e3o ser\u00e1 importante porque a jurisprud\u00eancia sobre o tema n\u00e3o \u00e9 pac\u00edfica, nem mesmo dentro do Supremo.<\/p>\n\n\n\n<p>Nove ministros j\u00e1 votaram a favor dos contribuintes. Foram eles: Lu\u00eds Roberto Barroso (ARE 1387761), Nunes Marques (RE 851242), Dias Toffoli, Andr\u00e9 Mendon\u00e7a (RE 1425609) e os cinco integrantes da 1\u00aa Turma \u2014 Fl\u00e1vio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Luiz Fux e C\u00e1rmen L\u00facia \u2014 no mais recente julgamento da Corte, relatado por Dino, em outubro do ano passado (RE 1439539).<\/p>\n\n\n\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel dizer que h\u00e1 uma tend\u00eancia de desfecho favor\u00e1vel aos herdeiros e donat\u00e1rios. Isso porque a 1\u00aa Turma tamb\u00e9m j\u00e1 foi un\u00e2nime a favor da Uni\u00e3o, em um caso julgado em agosto de 2023 (RE 1437588). Al\u00e9m disso, o relator \u00e9 o ministro Gilmar Mendes, da 2\u00aa Turma, onde as decis\u00f5es t\u00eam sido, por maioria, a favor da Fazenda.<\/p>\n\n\n\n<p>Para alguns advogados, o novo julgamento \u201czera o jogo\u201d, pois a discuss\u00e3o, dessa vez, ser\u00e1 mais profunda. Tributaristas dizem ainda que, independentemente da tese firmada, a decis\u00e3o mudar\u00e1 a forma de planejamento patrimonial das fam\u00edlias brasileiras. Se a cobran\u00e7a do IR for admitida no adiantamento de leg\u00edtima, esse instrumento dever\u00e1 ser menos usado.<\/p>\n\n\n\n<p>A repercuss\u00e3o da tese foi admitida em julgamento encerrado \u00e0 meia-noite de quinta-feira, no Plen\u00e1rio Virtual. Todos acompanharam o relator, o ministro Gilmar Mendes. Ele entendeu que o tema tem \u201crelev\u00e2ncia jur\u00eddica, econ\u00f4mica e social\u201d. Reconheceu a oscila\u00e7\u00e3o da jurisprud\u00eancia, por isso, disse que ela precisa ser uniformizada.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise do m\u00e9rito da controv\u00e9rsia deve ocorrer em at\u00e9 um ano, conforme o artigo 1.035 do C\u00f3digo de Processo Civil (CPC), e o entendimento ser\u00e1 aplicado a todos os casos na Judici\u00e1rio. Al\u00e9m disso, advogados dizem que a tese tamb\u00e9m se aplicaria aos processos de sucess\u00e3o ap\u00f3s a morte.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os contribuintes, n\u00e3o deve haver a cobran\u00e7a do IR do doador, pois a opera\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 tributada pelos Estados, pelo ITCMD ou ITCD. Argumentam que quem doa se desfaz do bem, portanto, n\u00e3o tem acr\u00e9scimo patrimonial, mas decr\u00e9scimo. E que a Uni\u00e3o n\u00e3o \u00e9 competente para tributar doa\u00e7\u00e3o, s\u00f3 os governos estaduais.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a Fazenda Nacional entende que n\u00e3o se est\u00e1 tributando a heran\u00e7a, mas o ganho de capital do bem doado, conforme artigo 23 da Lei n\u00ba 9.532\/1997, regulamentado pela Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 84\/2001. A base de incid\u00eancia seria a diferen\u00e7a entre o valor de mercado e o custo de aquisi\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio. A Uni\u00e3o tamb\u00e9m defende que n\u00e3o h\u00e1 bitributa\u00e7\u00e3o, pois as bases de c\u00e1lculo, fatos geradores e os contribuintes que recolhem o tributo s\u00e3o diferentes (RE 1522312).<\/p>\n\n\n\n<p>O caso afetado pelo STF trata da antecipa\u00e7\u00e3o da heran\u00e7a feita de um pai para a filha. Doou um terreno de 1,7 mil m\u00b2 localizado em Timb\u00f3 (SC), adquirido por R$ 17,1 mil e cujo valor de mercado hoje \u00e9 R$ 400 mil. Antes da doa\u00e7\u00e3o, o patriarca atualizou o valor hist\u00f3rico que constava no IRPF. O ITCMD, de R$ 23,6 mil, foi pago ao Estado de Santa Catarina, mas a Receita Federal exigiu R$ 26,7 mil de IR, pelo ganho de capital.<\/p>\n\n\n\n<p>O contribuinte entrou com a a\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a e obteve senten\u00e7a favor\u00e1vel, confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o (TRF-4), com sede Porto Alegre. Desse ac\u00f3rd\u00e3o, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) recorreu ao STF, alegando que a decis\u00e3o violou os artigos 145 e 153 da Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo advogados, a maioria das decis\u00f5es dos tribunais regionais federais \u00e9 contr\u00e1ria aos contribuintes. T\u00falio Parente, s\u00f3cio do Rivitti Dias Advogados, diz que a iniciativa do STF de analisar o tema em repercuss\u00e3o geral \u00e9 \u201csuper positiva\u201d. \u201cO STF vai ter a oportunidade de encerrar uma instabilidade jurisprudencial que h\u00e1 anos compromete a seguran\u00e7a jur\u00eddica e a estrutura da sucess\u00e3o patrimonial, gerando incerteza para os contribuintes\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Na vis\u00e3o dele, a decis\u00e3o de m\u00e9rito, quando proferida, trar\u00e1 um impacto direto sobre os arranjos sucess\u00f3rios das fam\u00edlias brasileiras. \u201cIndependentemente da tese que venha a prevalecer, o julgamento fixar\u00e1 qual o alcance e limites da Uni\u00e3o no contexto de governan\u00e7a patrimonial e familiar\u201d, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>Daniel Clarke, s\u00f3cio do Mannrich e Vasconcelos Advogados, concorda. \u201cA doa\u00e7\u00e3o em adiantamento de leg\u00edtima \u00e9 um instrumento bastante utilizado para organizar a sucess\u00e3o, reduzir conflitos e antecipar a partilha de bens. Se o STF reconhecer a constitucionalidade da cobran\u00e7a de IR sobre o ganho de capital do doador, essa pr\u00e1tica pode ser desestimulada , diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora a tese tenha sido delimitada para os casos de antecipa\u00e7\u00e3o de leg\u00edtima, por conta do caso de Santa Catarina ter tratado disso, \u201c\u00e9 bem poss\u00edvel que as raz\u00f5es de decidir desse julgado devam ser aplicadas \u00e0 sucess\u00e3o\u201d, segundo Nina Pencak, s\u00f3cia do mesmo escrit\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs decis\u00f5es s\u00e3o bem conflituosas em ambas as turmas e a do Gilmar Mendes, que \u00e9 o relator, \u00e9 sempre contr\u00e1ria, mas como temos sempre a possibilidade de revis\u00e3o de voto, n\u00e3o d\u00e1 para saber o desfecho do julgamento\u201d, afirma a tributarista Daniela Guedes de Bassi, s\u00f3cia do Pacheco &amp; Bassi Advogados Associados que atua no caso a ser analisado pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<p>Daniela defende que ainda que, al\u00e9m de n\u00e3o ser poss\u00edvel a bitributa\u00e7\u00e3o, h\u00e1 uma \u201cincongru\u00eancia\u201d entre o C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional e a Lei n\u00ba 7.713, de 1988. \u201cA lei diz que o sujeito passivo tem que ser quem aufere aumento de capital, s\u00f3 que no caso da doa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 acr\u00e9scimo patrimonial de quem faz o ato\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, acrescenta, o artigo 22 da lei de 1988 garante a isen\u00e7\u00e3o dos donat\u00e1rios, que seriam quem teriam o aumento de capital. \u201cOs artigos se contrap\u00f5em, porque a lei diz que o acr\u00e9scimo patrimonial da doa\u00e7\u00e3o configura a base de c\u00e1lculo no artigo 23, mas, ao mesmo tempo, d\u00e1 a isen\u00e7\u00e3o no artigo 22.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Em nota ao Valor, a PGFN afirma que \u201co ganho de capital ocorre na medida em que o bem tem uma valoriza\u00e7\u00e3o de mercado (\u00e1gio) ainda na esfera patrimonial do doador\u201d. \u201cO que sucede \u00e9 que a tributa\u00e7\u00e3o desse ganho ocorrer\u00e1 no momento da doa\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o antes. Trata-se de uma escolha temporal do legislador\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>A PGFN defende ainda que n\u00e3o h\u00e1 bitributa\u00e7\u00e3o, pois o ITCMD e o IR t\u00eam fatos geradores e bases de c\u00e1lculo distintos. \u201cA incid\u00eancia de tributos cuja base de c\u00e1lculo est\u00e1 contida em outra base de c\u00e1lculo \u00e9 poss\u00edvel quando h\u00e1 previs\u00e3o constitucional para tanto. Isso ocorre com o ITCMD e o IR: ambos s\u00e3o previstos constitucionalmente\u201d, completa.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/27\/stf-definira-se-incide-ir-na-doacao-antecipada-a-herdeiros.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/27\/stf-definira-se-incide-ir-na-doacao-antecipada-a-herdeiros.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os cr\u00e9ditos de PIS e Cofins na transi\u00e7\u00e3o para a CBS<\/strong><strong><br><\/strong>Data: 28\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>Com a aproxima\u00e7\u00e3o da transi\u00e7\u00e3o do PIS e da Cofins para a CBS, os contribuintes redobram a aten\u00e7\u00e3o que ser\u00e1 necess\u00e1ria para a compreens\u00e3o e a implementa\u00e7\u00e3o do novo sistema.<br>\u00c9 realidade que, no dia 31 de dezembro de 2026, as empresas far\u00e3o a despedida oficial do PIS e da Cofins dando boas vindas ao CBS, cobrado j\u00e1 em sua plenitude a partir de 1 de janeiro de 2027.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre os diversos pontos de preocupa\u00e7\u00e3o, questiona-se qual o tratamento que deve ser dado aos cr\u00e9ditos e aos saldos credores do PIS e da Cofins existentes em 31 de dezembro de 2026, j\u00e1 que tais tributos n\u00e3o mais existir\u00e3o no dia seguinte.<\/p>\n\n\n\n<p>O legislador procurou tratar de todas as situa\u00e7\u00f5es, evitando que preju\u00edzos possam ser impingidos aos contribuintes.<\/p>\n\n\n\n<p>A Lei Complementar n. 214\/25 admite que todos os cr\u00e9ditos de PIS e Cofins, inclusive presumidos, n\u00e3o apropriados ou n\u00e3o utilizados at\u00e9 a data de extin\u00e7\u00e3o dessas contribui\u00e7\u00f5es permanecer\u00e3o v\u00e1lidos e utiliz\u00e1veis no prazo legal previsto para sua utiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Exige, todavia, que estes cr\u00e9ditos estejam devidamente registrados no ambiente de escritura\u00e7\u00e3o previstos em lei.<\/p>\n\n\n\n<p>E, se assim estiverem, poder\u00e3o ser utilizados para compensa\u00e7\u00e3o com o valor devido da CBS ou, ainda, poder\u00e3o ser ressarcidos em dinheiro ou compensados com outros tributos federais (exceto cr\u00e9dito gerado antes de 2018, quando entrou em vigor o e-social), observando-se sempre as condi\u00e7\u00f5es e limites vigentes para ressarcimento ou compensa\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos relativos a tributos administrados pela Receita Federal na data do pedido ou da declara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes cr\u00e9ditos n\u00e3o est\u00e3o sujeitos a corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, exceto se a sua utiliza\u00e7\u00e3o tempestiva foi obstada ilegalmente por ato do poder p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Na devolu\u00e7\u00e3o de bens ocorrida a partir de 1\u00ba de janeiro de 2027, relativos a vendas realizadas anteriormente \u00e0 referida data, haver\u00e1 direito \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito da CBS correspondente ao valor do PIS e da Cofins que tenham incidido na venda origin\u00e1ria, podendo ser usado somente para compensa\u00e7\u00e3o com a CBS e, ainda, vedada a compensa\u00e7\u00e3o com outros tributos e o ressarcimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cr\u00e9ditos de PIS e Cofins que, at\u00e9 a data da extin\u00e7\u00e3o desses tributos, estiverem sendo apropriados com base na deprecia\u00e7\u00e3o, amortiza\u00e7\u00e3o ou quota mensal de valor, dever\u00e3o permanecer sendo apropriados, como cr\u00e9ditos presumidos da CBS, na forma prevista na legisla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta regra tamb\u00e9m se aplica aos cr\u00e9ditos que estejam aguardando cumprimento de requisitos para o in\u00edcio de apropria\u00e7\u00e3o com base na deprecia\u00e7\u00e3o, amortiza\u00e7\u00e3o ou quota mensal de valor no dia imediatamente anterior \u00e0 data da extin\u00e7\u00e3o dos tributos.<\/p>\n\n\n\n<p>A apropria\u00e7\u00e3o deste cr\u00e9dito sujeita-se \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o vigente em 31 de dezembro de 2026, inclusive em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 al\u00edquota aplic\u00e1vel no c\u00e1lculo de seu valor.<\/p>\n\n\n\n<p>Se alienado o bem que enseja a apropria\u00e7\u00e3o parcelada destes cr\u00e9ditos antes de completada a apropria\u00e7\u00e3o, n\u00e3o ser\u00e1 admitido o creditamento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s parcelas ainda n\u00e3o apropriadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, sobre os bens em estoque na transi\u00e7\u00e3o, o contribuinte sujeito ao regime regular da CBS poder\u00e1 apropriar cr\u00e9dito presumido sobre o estoque de bens materiais existente em 31 de dezembro de 2027.<\/p>\n\n\n\n<p>Este direito \u00e9 conferido aos contribuintes que estavam no regime cumulativo do PIS\/Cofins em 31 de dezembro de 2026 e n\u00e3o apuraram cr\u00e9ditos para PIS\/Cofins em 31 de dezembro de 2026 e n\u00e3o apuraram cr\u00e9ditos para PIS\/Cofins antes (em raz\u00e3o do regime de apura\u00e7\u00e3o); se os bens em estoque foram sujeitos, na aquisi\u00e7\u00e3o, \u00e0 substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria ou \u00e0 incid\u00eancia monof\u00e1sica; e em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 parcela do valor dos bens em estoque sujeita \u00e0 veda\u00e7\u00e3o parcial de creditamento (empresas que tem parte da atividade n\u00e3o cumulativa).<\/p>\n\n\n\n<p>O cr\u00e9dito presumido de IBS sobre estoque aplica-se apenas a bens novos; n\u00e3o se aplica aos produtos adquiridos com al\u00edquota zero, isen\u00e7\u00e3o, suspens\u00e3o ou que n\u00e3o sofreram a incid\u00eancia do PIS\/Cofins; n\u00e3o se aplica aos bens de uso e consumo pessoal; n\u00e3o se aplica a bens incorporados ao ativo imobilizado do contribuinte; e n\u00e3o se aplica aos bens de uso e consumo pessoal; n\u00e3o se aplica a bens incorporados ao ativo imobilizado do contribuinte; e n\u00e3o se aplica a im\u00f3veis.<\/p>\n\n\n\n<p>A verifica\u00e7\u00e3o do estoque ser\u00e1 regulada por Ato do Poder Executivo da Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O valor deste cr\u00e9dito presumido sobre os estoques ser\u00e1 apurado, no caso de bens adquiridos no Pa\u00eds, com aplica\u00e7\u00e3o de percentual de 9,25 sobre o valor do estoque. No caso de bens importados, ser\u00e1 equivalente ao PIS\/Cofins-Importa\u00e7\u00e3o pago na importa\u00e7\u00e3o, vedada a apura\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito presumido em rela\u00e7\u00e3o ao adicional de al\u00edquota da Lei n\u00ba 10.865\/2004 (adicional de 1% para alguns produtos).<\/p>\n\n\n\n<p>O cr\u00e9dito presumido de estoque na transi\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser apurado e apropriado at\u00e9 o \u00faltimo dia de junho de 2027 (6 meses), devendo ser utilizado em 12 (doze) parcelas mensais iguais e sucessivas a partir do per\u00edodo subsequente ao da apropria\u00e7\u00e3o. Somente poder\u00e1 ser utilizado para compensa\u00e7\u00e3o com a CBS (com prefer\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o aos cr\u00e9ditos regulares), vedada a compensa\u00e7\u00e3o com outros tributos e o ressarcimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, parece que caminhou bem o legislador ao definir medidas para mitigar quaisquer danos adicionais aos contribuintes neste inevit\u00e1vel esfor\u00e7o de transi\u00e7\u00e3o dos regimes de tributa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/fio-da-meada\/post\/2025\/04\/os-creditos-de-pis-e-cofins-na-transicao-para-a-cbs.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/fio-da-meada\/post\/2025\/04\/os-creditos-de-pis-e-cofins-na-transicao-para-a-cbs.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>ESTADUAIS:\u00a0<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Fisco de SP aposta em autorregulariza\u00e7\u00e3o para resolver casos sobre TUSD\/TUST no ICMS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de S\u00e3o Paulo (Sefaz-SP) anunciou em 1\u00ba de abril de 2025, por meio de seus canais oficiais, a abertura de um programa de autorregulariza\u00e7\u00e3o voltado \u00e0 quita\u00e7\u00e3o de d\u00e9bitos de ICMS relacionados \u00e0 Tarifa de Uso do Sistema de Transmiss\u00e3o (TUST) e \u00e0 Tarifa de Uso do Sistema de Distribui\u00e7\u00e3o (TUSD) da energia el\u00e9trica.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a Sefaz, a medida pode envolver at\u00e9 R$ 700 milh\u00f5es em valores regulariz\u00e1veis. No entanto, n\u00e3o h\u00e1 norma regulamentadora formal, isto \u00e9, n\u00e3o h\u00e1 um texto para guiar os contribuintes durante o processo e esclarecimento de poss\u00edveis d\u00favidas. Com isso, tamb\u00e9m n\u00e3o foi divulgado quais s\u00e3o os termos da autorregulariza\u00e7\u00e3o, como n\u00famero de parcelas poss\u00edveis, descontos etc. H\u00e1 apenas um link para perguntas e respostas.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta da Sefaz-SP vem ap\u00f3s decis\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) no Tema 986, por meio do qual a 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o definiu, no ano passado, que as tarifas do setor el\u00e9trico TUST e TUSD devem compor a base de c\u00e1lculo do ICMS, tanto para consumidores livres (que escolhem seus fornecedores) quanto cativos (que adquirem energia da distribuidora local). A decis\u00e3o foi modulada para proteger contribuintes que j\u00e1 tinham decis\u00f5es judiciais favor\u00e1veis at\u00e9 27 de mar\u00e7o de 2017 \u2014 desde que v\u00e1lidas at\u00e9 29 de maio de 2024 e n\u00e3o vinculadas a dep\u00f3sitos judiciais. O assunto ainda pode ser revisitado, uma vez que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda vai julgar a constitucionalidade da Lei Complementar 194\/2022, que alterou a Lei Kandir para, entre outros pontos, excluir as tarifas da base do ICMS.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao analisar a Lei Complementar 194 em 2022, por meio da ADI 7195, o STF suspendeu liminarmente os dispositivos que exclu\u00edam a TUSD e a TUST da base de c\u00e1lculo do ICMS, mas manteve o restante da legisla\u00e7\u00e3o, que inclui tributa\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis, por exemplo. O fundamento da liminar foi que a exclus\u00e3o impactaria a arrecada\u00e7\u00e3o dos estados, sem a devida discuss\u00e3o sobre esses efeitos.<\/p>\n\n\n\n<p>Autorregulariza\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>A Sefaz-SP est\u00e1 notificando os contribuintes via Domic\u00edlio Eletr\u00f4nico do Contribuinte (DEC), incluindo os c\u00e1lculos dos valores que entende como devidos. A ades\u00e3o pode ser feita de forma integral, parcelada ou com utiliza\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos acumulados de ICMS \u2014 inclusive de terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>A autorregulariza\u00e7\u00e3o representa uma oportunidade, especialmente diante das incertezas trazidas pela reforma tribut\u00e1ria e da dificuldade na transfer\u00eancia desses cr\u00e9ditos.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros contribuintes podem optar pelo processo, mas n\u00e3o ser\u00e3o notificados, e devem buscar a possibilidade proativamente. Nesses casos, o contribuinte deve abrir uma solicita\u00e7\u00e3o no Sistema de Peticionamento \u2013 SIPET.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tributos\/fisco-de-sp-aposta-em-autorregularizacao-para-resolver-casos-sobre-tusd-tust-no-icms\">https:\/\/www.jota.info\/tributos\/fisco-de-sp-aposta-em-autorregularizacao-para-resolver-casos-sobre-tusd-tust-no-icms<\/a><\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>MUNICIPAIS:<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>NOT\u00cdCIAS SOBRE DECIS\u00d5ES ADMINISTRATIVAS FEDERAIS:&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>NOT\u00cdCIAS RELACIONADAS A DECIS\u00d5ES JUDICIAIS:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>FEDERAIS:\u00a0\u00a0<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>STJ: a tese do s\u00e9culo n\u00e3o pode ser alegada em sede de exce\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-executividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 22\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A Segunda Turma do STJ decidiu hoje ao julgar o REsp 2.200.636 \/ SP, que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ser arguida, em sede de exce\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-executividade, a quest\u00e3o relativa \u00e0 exclus\u00e3o do ICMS da base de c\u00e1lculo do PIS\/COFINS.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse entendimento j\u00e1 estava consolidado na Segunda Turma. E isso porque, de acordo com o entendimento da Segunda Turma, para se aferir a quest\u00e3o seria necess\u00e1rio a elabora\u00e7\u00e3o de c\u00e1lculos para que se quantifique o excesso de execu\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o que demanda dila\u00e7\u00e3o probat\u00f3ria e o estabelecimento do contradit\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>E por necessitar de dila\u00e7\u00e3o probat\u00f3ria, sua an\u00e1lise estaria impossibilitada por meio da Exce\u00e7\u00e3o de Pr\u00e9-Executividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Eis uma ementa em processo an\u00e1logo j\u00e1 julgado pela Segunda Turma:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDIREITO TRIBUT\u00c1RIO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. EXCLUS\u00c3O DO ICMS DA BASE DE C\u00c1LCULO DO PIS E COFINS. EXCE\u00c7\u00c3O DE PR\u00c9-EXECUTIVIDADE. NECESSIDADE DE DILA\u00c7\u00c3O PROBAT\u00d3RIA. INCID\u00caNCIA DA S\u00daMULA N. 7 DO STJ. AGRAVO INTERNO DESPROVIDO.<\/p>\n\n\n\n<p>Agravo interno interposto contra decis\u00e3o que n\u00e3o conheceu de recurso especial, sob o fundamento de que a exclus\u00e3o do ICMS da base de c\u00e1lculo do PIS\/COFINS demanda dila\u00e7\u00e3o probat\u00f3ria, o que \u00e9 incompat\u00edvel com a exce\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-executividade.<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o impugnada n\u00e3o destoa da jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, no sentido de que a exclus\u00e3o do ICMS da base de c\u00e1lculo das contribui\u00e7\u00f5es ao PIS\/PASEP e COFINS demanda a regular dila\u00e7\u00e3o probat\u00f3ria para que seja verificado eventual excesso de execu\u00e7\u00e3o, raz\u00e3o por que n\u00e3o \u00e9 mat\u00e9ria afer\u00edvel em sede de exce\u00e7\u00e3o de pr\u00e9-executividade, sendo certo que a revis\u00e3o dessa premissa demandaria a incurs\u00e3o na seara f\u00e1tico-probat\u00f3ria, provid\u00eancia obstada pela S\u00famula n. 7 do STJ.<\/p>\n\n\n\n<p>Agravo interno desprovido.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(AgInt no AREsp n. 2.609.669\/SP, relator Ministro Teodoro Silva Santos, Segunda Turma, julgado em 27\/11\/2024, DJEN de 2\/12\/2024.)<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/tributarionosbastidores.com.br\/2025\/04\/stj-a-tese-do-seculo-nao-pode-ser-alegada-em-sede-de-excecao-de-pre-executividade\/#:~:text=Tribut%C3%A1rio%20nos%20Bastidores-,STJ%3A%20a%20tese%20do%20s%C3%A9culo%20n%C3%A3o%20pode%20ser%20alegada%20em,de%20exce%C3%A7%C3%A3o%20de%20pr%C3%A9%2Dexecutividade&amp;text=A%20Segunda%20Turma%20do%20STJ,de%20c%C3%A1lculo%20do%20PIS%2FCOFINS\">https:\/\/tributarionosbastidores.com.br\/2025\/04\/stj-a-tese-do-seculo-nao-pode-ser-alegada-em-sede-de-excecao-de-pre-executividade\/#:~:text=Tribut%C3%A1rio%20nos%20Bastidores-,STJ%3A%20a%20tese%20do%20s%C3%A9culo%20n%C3%A3o%20pode%20ser%20alegada%20em,de%20exce%C3%A7%C3%A3o%20de%20pr%C3%A9%2Dexecutividade&amp;text=A%20Segunda%20Turma%20do%20STJ,de%20c%C3%A1lculo%20do%20PIS%2FCOFINS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Partido pede suspens\u00e3o de lei que modificou taxa de fiscaliza\u00e7\u00e3o dos mercados de valores mobili\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 22\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro Fl\u00e1vio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 15 dias para que a Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios (CVM) preste esclarecimentos sobre a forma de c\u00e1lculo da taxa de fiscaliza\u00e7\u00e3o dos mercados e t\u00edtulos de valores mobili\u00e1rios. A determina\u00e7\u00e3o se deu na A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade&nbsp;<a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/processos\/detalhe.asp?incidente=7186901\">(ADI) 7791<\/a>, apresentada pelo Partido Novo contra trechos da Lei 14.317\/2022 que majoram e modificam a forma de c\u00e1lculo da taxa.<\/p>\n\n\n\n<p>O Novo argumenta que a CVM exerce poder de pol\u00edcia sobre as atividades relacionadas ao mercado de capitais, o que legitima a cobran\u00e7a de taxa de fiscaliza\u00e7\u00e3o. Sustenta, contudo, que a taxa est\u00e1 sendo utilizada com o objetivo arrecadat\u00f3rio, desvirtuando a sua natureza em preju\u00edzo dos particulares fiscalizados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o partido, os valores arrecadados com a taxa de pol\u00edcia s\u00e3o desproporcionalmente maiores do que todas as despesas com a CVM e estariam sendo sistematicamente apropriados pelo Tesouro Nacional, em viola\u00e7\u00e3o ao texto constitucional.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-portal-de-noticias wp-block-embed-portal-de-noticias\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"GJmkC10qT6\"><a href=\"https:\/\/noticias.stf.jus.br\/postsnoticias\/partido-pede-suspensao-de-lei-que-modificou-taxa-de-fiscalizacao-dos-mercados-de-valores-mobiliarios\/\">Partido pede suspens\u00e3o de lei que modificou taxa de fiscaliza\u00e7\u00e3o dos mercados de valores mobili\u00e1rios<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Partido pede suspens\u00e3o de lei que modificou taxa de fiscaliza\u00e7\u00e3o dos mercados de valores mobili\u00e1rios&#8221; &#8212; Portal de Noticias\" src=\"https:\/\/noticias.stf.jus.br\/postsnoticias\/partido-pede-suspensao-de-lei-que-modificou-taxa-de-fiscalizacao-dos-mercados-de-valores-mobiliarios\/embed\/#?secret=IngtHhoGV7#?secret=GJmkC10qT6\" data-secret=\"GJmkC10qT6\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Confira os destaques dos julgamentos do Plen\u00e1rio Virtual desta semana<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 22\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>Isen\u00e7\u00e3o de honor\u00e1rios de sucumb\u00eancia<\/p>\n\n\n\n<p>Na ADPF 1066, a discuss\u00e3o abrange a validade de lei do Munic\u00edpio de Ipatinga (MG) que isenta de pagamento de honor\u00e1rios advocat\u00edcios de sucumb\u00eancia as pessoas f\u00edsicas e jur\u00eddicas que aderirem ao Programa Especial de Regulariza\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria (PERT) e desistirem das a\u00e7\u00f5es judiciais que tratem dos d\u00e9bitos objeto do programa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-portal-de-noticias wp-block-embed-portal-de-noticias\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"qPqJFpC3gT\"><a href=\"https:\/\/noticias.stf.jus.br\/postsnoticias\/confira-os-destaques-dos-julgamentos-do-plenario-virtual-desta-semana-30\/\">Confira os destaques dos julgamentos do Plen\u00e1rio Virtual desta semana<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Confira os destaques dos julgamentos do Plen\u00e1rio Virtual desta semana&#8221; &#8212; Portal de Noticias\" src=\"https:\/\/noticias.stf.jus.br\/postsnoticias\/confira-os-destaques-dos-julgamentos-do-plenario-virtual-desta-semana-30\/embed\/#?secret=ENrbJ6GPPP#?secret=qPqJFpC3gT\" data-secret=\"qPqJFpC3gT\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Limites para a\u00e7\u00f5es rescis\u00f3rias com base em decis\u00f5es do STF ser\u00e3o definidos caso a caso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (23) que os efeitos retroativos de suas decis\u00f5es e o prazo para mover a chamada a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria podem ser definidos caso a caso pela Corte. Conforme o entendimento fixado pelo Plen\u00e1rio, ser\u00e1 poss\u00edvel inclusive estabelecer a impossibilidade de a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria em casos de grave risco de les\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a jur\u00eddica ou ao interesse social.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se n\u00e3o houver uma defini\u00e7\u00e3o espec\u00edfica sobre esse ponto, a aplica\u00e7\u00e3o retroativa de decis\u00f5es do Supremo, para fins de a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria, n\u00e3o poder\u00e1 ultrapassar cinco anos, contados do ajuizamento da a\u00e7\u00e3o, que deve ser apresentada no prazo legal de dois anos a partir do momento em que a decis\u00e3o do STF se tornar definitiva (tr\u00e2nsito em julgado).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Corte tamb\u00e9m decidiu que \u00e9 poss\u00edvel pedir a inexigibilidade de obriga\u00e7\u00f5es judiciais baseadas em normas ou interpreta\u00e7\u00f5es consideradas inconstitucionais pelo Supremo, independentemente do momento em que isso ocorrer.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o foi tomada em julgamento de quest\u00e3o de ordem na A\u00e7\u00e3o Rescis\u00f3ria&nbsp;<a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/processos\/detalhe.asp?incidente=6220273\">(AR) 2876<\/a>, de relatoria do ministro Gilmar Mendes. A discuss\u00e3o envolveu saber qual \u00e9 o prazo em que \u00e9 poss\u00edvel mover na Justi\u00e7a a a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria tendo como base uma decis\u00e3o de inconstitucionalidade tomada pelo pr\u00f3prio Supremo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria \u00e9 um instrumento jur\u00eddico por meio do qual se pode anular uma decis\u00e3o judicial. O C\u00f3digo de Processo Civil (CPC) estabelece prazo de dois anos para entrar com essa a\u00e7\u00e3o, contados a partir do momento em que a decis\u00e3o se torna definitiva (o chamado tr\u00e2nsito em julgado).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ocorre que o CPC tamb\u00e9m prev\u00ea a possibilidade de anular uma decis\u00e3o definitiva se ela conflitar com algum entendimento que vier a ser tomado posteriormente pelo STF. Nesse caso, o prazo para ajuizar a a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria \u00e9 de dois anos a partir da decis\u00e3o do Supremo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise havia recome\u00e7ado no plen\u00e1rio f\u00edsico no final de fevereiro, depois de um pedido de destaque feito pelo ministro Lu\u00eds Roberto Barroso, presidente do STF, em sess\u00e3o virtual.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Anistia a cabos&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O caso concreto tratado na AR 2876 diz respeito a uma decis\u00e3o de 2016 da Primeira Turma do STF que impediu a revis\u00e3o da anistia a um cabo de aeron\u00e1utica. A Uni\u00e3o argumenta que, em 2019, o plen\u00e1rio do Supremo reconheceu a possibilidade de o poder p\u00fablico rever a concess\u00e3o de anistia aos cabos da Aeron\u00e1utica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tese&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta de tese para resolver a quest\u00e3o de ordem foi apresentada por Barroso. O texto contou com a concord\u00e2ncia de todos os ministros, com exce\u00e7\u00e3o do ponto sobre o limite de cinco anos para validade dos efeitos retroativos de decis\u00e3o do STF. Apresentaram ressalvas os ministros Luiz Fux, Edson Fachin e Dias Toffoli.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00edntegra da tese \u00e9 a seguinte:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO \u00a7 15 do art. 525 e o \u00a7 8\u00ba do art. 535 do C\u00f3digo de Processo Civil devem ser interpretados conforme a Constitui\u00e7\u00e3o, com efeitos&nbsp;ex nunc, no seguinte sentido, com a declara\u00e7\u00e3o incidental de inconstitucionalidade do \u00a7 14 do art. 525 e do \u00a7 7\u00ba do art. 535:<\/p>\n\n\n\n<p>1. Em cada caso, o Supremo Tribunal Federal poder\u00e1 definir os efeitos temporais de seus precedentes vinculantes e sua repercuss\u00e3o sobre a coisa julgada, estabelecendo inclusive a extens\u00e3o da retroa\u00e7\u00e3o para fins da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria ou mesmo o seu n\u00e3o cabimento diante do grave risco de les\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a jur\u00eddica ou ao interesse social.<\/p>\n\n\n\n<p>2. Na aus\u00eancia de manifesta\u00e7\u00e3o expressa, os efeitos retroativos de eventual rescis\u00e3o n\u00e3o exceder\u00e3o cinco anos da data do ajuizamento da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria, a qual dever\u00e1 ser proposta no prazo decadencial de dois anos contados do tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o do STF.<\/p>\n\n\n\n<p>3. O interessado poder\u00e1 apresentar a argui\u00e7\u00e3o de inexigibilidade do t\u00edtulo executivo judicial amparado em norma jur\u00eddica ou interpreta\u00e7\u00e3o jurisdicional considerada inconstitucional pelo STF, seja a decis\u00e3o do STF anterior ou posterior ao tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o exequenda, salvo preclus\u00e3o (C\u00f3digo de Processo Civil, arts. 525, caput, e 535, caput).\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-portal-de-noticias wp-block-embed-portal-de-noticias\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"zJCf2rVODg\"><a href=\"https:\/\/noticias.stf.jus.br\/postsnoticias\/limites-para-acoes-rescisorias-com-base-em-decisoes-do-stf-serao-definidos-caso-a-caso\/\">Limites para a\u00e7\u00f5es rescis\u00f3rias com base em decis\u00f5es do STF ser\u00e3o definidos caso a caso<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Limites para a\u00e7\u00f5es rescis\u00f3rias com base em decis\u00f5es do STF ser\u00e3o definidos caso a caso&#8221; &#8212; Portal de Noticias\" src=\"https:\/\/noticias.stf.jus.br\/postsnoticias\/limites-para-acoes-rescisorias-com-base-em-decisoes-do-stf-serao-definidos-caso-a-caso\/embed\/#?secret=aHzNEzapR5#?secret=zJCf2rVODg\" data-secret=\"zJCf2rVODg\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>STF: Maioria admite repercuss\u00e3o geral para tese sobre IRPF na heran\u00e7a<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para admitir a repercuss\u00e3o geral da tese que definir\u00e1 se incide o Imposto de Renda (IRPF) sobre o ganho de capital na antecipa\u00e7\u00e3o da transfer\u00eancia de heran\u00e7a. O julgamento termina oficialmente \u00e0s 23h59 desta quinta-feira, no Plen\u00e1rio Virtual.<\/p>\n\n\n\n<p>Por enquanto, cinco ministros acompanham o voto do relator, o ministro Gilmar Mendes. Ele entendeu que o tema tem repercuss\u00e3o por sua \u201crelev\u00e2ncia jur\u00eddica, econ\u00f4mica e social\u201d. Votaram no mesmo sentido os ministros Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Fl\u00e1vio Dino, C\u00e1rmen L\u00facia e Cristiano Zanin.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando houver a decis\u00e3o de m\u00e9rito (se cabe ou n\u00e3o a incid\u00eancia do tributo), ainda sem data marcada, ela ser\u00e1 aplicada a todos os casos do Judici\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A jurisprud\u00eancia n\u00e3o \u00e9 pac\u00edfica e o pr\u00f3prio STF diverge sobre a tributa\u00e7\u00e3o. O julgado da 1\u00aa Turma, de outubro, foi un\u00e2nime a favor dos contribuintes (RE 1.439.539). J\u00e1 a 2\u00aa Turma teve entendimento desfavor\u00e1vel, em precedente de mar\u00e7o de 2024 (RE 1.425.609).<\/p>\n\n\n\n<p>A tese a ser fixada pelo Supremo trata apenas dos casos de antecipa\u00e7\u00e3o da leg\u00edtima (doa\u00e7\u00e3o de bens aos herdeiros necess\u00e1rios em vida), mas advogados entendem que tamb\u00e9m se aplica aos processos de sucess\u00e3o ap\u00f3s a morte.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os contribuintes, n\u00e3o deve haver a cobran\u00e7a do IRPF do doador, pois a opera\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 tributada pelos Estados, pelo ITCMD ou ITCD. Argumentam que quem doa se desfaz do bem, portanto, n\u00e3o tem acr\u00e9scimo patrimonial e sim decr\u00e9scimo.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a Fazenda Nacional entende que deve haver a incid\u00eancia sobre o ganho de capital do bem doado \u2013 a diferen\u00e7a entre o valor de mercado e o custo de aquisi\u00e7\u00e3o declarado.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso que chegou ao STF \u00e9 um recurso da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) contra ac\u00f3rd\u00e3o do Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o (TRF-4), com sede Porto Alegre (RS). Os desembargadores afastaram a incid\u00eancia do IRPF pois entenderam que n\u00e3o se verifica o fato gerador. A PGFN diz, nos autos, que o ac\u00f3rd\u00e3o violou os artigos 145 e 153 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>No voto, o relator, Gilmar Mendes, reconhece que a jurisprud\u00eancia do Supremo sobre o assunto n\u00e3o \u00e9 pac\u00edfica, por isso, o entendimento deve ser uniformizado. Ainda faltam os votos dos outros membros da Corte. \u00c9 poss\u00edvel ainda que a an\u00e1lise seja suspensa por pedido de vista ou destaque, o que reinicia o placar e leva o julgamento para o Plen\u00e1rio F\u00edsico (RE 1.522.312).<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/23\/stf-maioria-admite-repercusso-geral-para-tese-sobre-incidncia-de-irpf-na-herana.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/23\/stf-maioria-admite-repercusso-geral-para-tese-sobre-incidncia-de-irpf-na-herana.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dino manda CVM explicar taxa de fiscaliza\u00e7\u00e3o dos mercados de valores mobili\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro Fl\u00e1vio Dino, do&nbsp;<a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/\">Supremo Tribunal Federal<\/a>, deu prazo de 15 dias para que a Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios preste esclarecimentos sobre a forma de c\u00e1lculo da taxa de fiscaliza\u00e7\u00e3o dos mercados e t\u00edtulos de valores mobili\u00e1rios. A determina\u00e7\u00e3o se deu na a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade apresentada pelo Partido Novo contra trechos da Lei 14.317\/2022 que majoraram e modificaram a forma de c\u00e1lculo da taxa.<\/p>\n\n\n\n<p>O Novo admite que a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-10\/responsabilidade-de-gestores-e-administradores-de-fundos-de-investimento-imobiliario-sob-o-olhar-da-cvm\/\">CVM<\/a>&nbsp;exerce poder de pol\u00edcia sobre as atividades relacionadas ao mercado de capitais, o que legitima a cobran\u00e7a de taxa de fiscaliza\u00e7\u00e3o. A legenda sustenta, contudo, que a taxa est\u00e1 sendo utilizada com o objetivo arrecadat\u00f3rio, desvirtuando a sua natureza em preju\u00edzo dos particulares fiscalizados.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o partido, os valores arrecadados com a taxa s\u00e3o desproporcionalmente maiores do que todas as despesas da CVM e est\u00e3o sendo sistematicamente apropriados pelo Tesouro Nacional, em viola\u00e7\u00e3o ao texto constitucional.&nbsp;Com informa\u00e7\u00f5es da assessoria de imprensa do STF.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.791<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-23\/dino-manda-cvm-explicar-taxa-de-fiscalizacao-dos-mercados-de-valores-mobiliarios\/\">https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-23\/dino-manda-cvm-explicar-taxa-de-fiscalizacao-dos-mercados-de-valores-mobiliarios\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRF-2 decide a favor de tributa\u00e7\u00e3o sobre a atualiza\u00e7\u00e3o de bens transferidos por heran\u00e7a<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Tribunal Regional Federal da 2\u00aa Regi\u00e3o (TRF-2), com sede no Rio de Janeiro, entendeu que deve ser cobrado Imposto de Renda (IRPF) sobre a atualiza\u00e7\u00e3o dos bens transferidos por heran\u00e7a. Os desembargadores n\u00e3o aplicaram precedentes mais recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema, que afastam a tributa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A jurisprud\u00eancia n\u00e3o \u00e9 pac\u00edfica nos tribunais. Tanto \u00e9 que o pr\u00f3prio STF come\u00e7ou a julgar no dia 11 se a h\u00e1 repercuss\u00e3o geral na mat\u00e9ria, para que seja uniformizado o entendimento no Judici\u00e1rio. J\u00e1 existem cinco votos admitindo a repercuss\u00e3o da controv\u00e9rsia, incluindo o voto do relator, ministro Gilmar Mendes. A an\u00e1lise se encerra amanh\u00e3, no Plen\u00e1rio Virtual.<\/p>\n\n\n\n<p>O julgamento no STF trata apenas dos casos de antecipa\u00e7\u00e3o da leg\u00edtima (doa\u00e7\u00e3o de bens aos herdeiros necess\u00e1rios em vida), mas advogados entendem que tamb\u00e9m se aplica aos processos de sucess\u00e3o ap\u00f3s a morte. Na Corte, h\u00e1 diverg\u00eancia entre as duas turmas que tratam do assunto. O julgado mais recente da 1\u00aa Turma, de outubro, foi un\u00e2nime a favor dos contribuintes (RE 1.439.539). J\u00e1 a 2\u00aa Turma tem entendimento desfavor\u00e1vel, conforme precedente de mar\u00e7o de 2024 (RE 1.425.609).<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m desses casos, foram proferidas outras tr\u00eas decis\u00f5es pelo STF sobre o tema, segundo levantamento. Em dois desses processos, os ministros foram a favor da incid\u00eancia do IRPF (RE 1.437.588 e RE 1.269.201). No terceiro caso, da 1\u00aa Turma, foram contra a cobran\u00e7a do tributo (ARE 1.387.761).<\/p>\n\n\n\n<p>No caso julgado pelo TRF-2, o contribuinte esperava manter a senten\u00e7a favor\u00e1vel obtida com base nos precedentes mais recentes do STF. Mas prevaleceu, na 3\u00aa Turma, a tese da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) de que o tributo federal deve ser cobrado sobre o ganho de capital dos bens, quando a heran\u00e7a \u00e9 transferida, conforme o artigo 23 da Lei n\u00ba 9.532\/1997. O imposto incidiria sobre a diferen\u00e7a entre o valor de mercado e o hist\u00f3rico (da declara\u00e7\u00e3o do doador).<\/p>\n\n\n\n<p>Os contribuintes alegam que n\u00e3o pode haver a incid\u00eancia do IRPF na opera\u00e7\u00e3o porque o Estado do Rio de Janeiro j\u00e1 cobra o Imposto sobre Transmiss\u00e3o Causa Mortis e Doa\u00e7\u00e3o (ITCMD) sobre a transfer\u00eancia e, portanto, haveria bitributa\u00e7\u00e3o. E que n\u00e3o h\u00e1 acr\u00e9scimo patrimonial ao esp\u00f3lio, pois ele est\u00e1 se desfazendo dos ativos.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo chegou \u00e0 Justi\u00e7a por meio de um mandado de seguran\u00e7a preventivo movido por tr\u00eas herdeiras ap\u00f3s a morte do patriarca, que deixou como heran\u00e7a a\u00e7\u00f5es da Vale, do Banco do Brasil, da Ambev e uma cobertura no Rio de Janeiro. Como j\u00e1 foi pago 8% de ITCMD sobre o valor de mercado de cada bem herdado, buscam afastar a cobran\u00e7a de 15% de IRPF, de cerca de R$ 3,5 milh\u00f5es (processo n\u00ba 5036182-85.2024.4.02.5101).<\/p>\n\n\n\n<p>O relator, o desembargador Paulo Leite, acatou os argumentos da Fazenda. Entendeu que os fatos geradores e bases de c\u00e1lculos dos impostos s\u00e3o distintos, al\u00e9m de serem recolhidos por contribuintes diferentes, por isso, n\u00e3o h\u00e1 bitributa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto o IRPF \u00e9 recolhido pelo doador na \u201caquisi\u00e7\u00e3o de disponibilidade econ\u00f4mica ou jur\u00eddica de rendimento\u201d, o ITCMD \u00e9 pago pelos herdeiros na transmiss\u00e3o da propriedade. Al\u00e9m disso, acrescenta, conforme disp\u00f5e a Lei Estadual n\u00ba 7.174, de 2015, o imposto estadual incide sobre o valor de mercado do im\u00f3vel e n\u00e3o sobre o ganho de capital.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUma vez que n\u00e3o se verifica coincid\u00eancia entre elementos constitutivos do IRPF e do ITCMD n\u00e3o se vislumbra ilegalidade da Uni\u00e3o Federal\/Fazenda Nacional ao submeter o acr\u00e9scimo patrimonial decorrente do ganho de capital dos bens transferidos pelo esp\u00f3lio aos herdeiros, a valor atualizado\u201d, afirma o desembargador.<\/p>\n\n\n\n<p>Leite ainda diz que a lei d\u00e1 a op\u00e7\u00e3o aos herdeiros de n\u00e3o atualizarem o bem pelo valor de mercado, mantendo o valor de custo, para n\u00e3o incidir IRPF. E que os precedentes do STF n\u00e3o se aplicam ao caso. Portanto, \u201cn\u00e3o h\u00e1 que se falar em inobserv\u00e2ncia da jurisprud\u00eancia sobre a quest\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/23\/trf-2-decide-a-favor-de-tributacao-sobre-a-atualizacao-de-bens-transferidos-por-heranca.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/23\/trf-2-decide-a-favor-de-tributacao-sobre-a-atualizacao-de-bens-transferidos-por-heranca.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Remunera\u00e7\u00e3o do menor aprendiz comp\u00f5e base das contribui\u00e7\u00f5es patronais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 24\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A remunera\u00e7\u00e3o paga ao menor aprendiz deve ser considerada na base de c\u00e1lculo da contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria patronal, do Risco Ambiental do Trabalho (RAT) e das contribui\u00e7\u00f5es a terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>A conclus\u00e3o \u00e9 da 2\u00aa Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, que negou provimento ao recurso especial ajuizado por um supermercado contra a tributa\u00e7\u00e3o imposta pela Fazenda Nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>A empresa tentou estender o benef\u00edcio fiscal conferido aos menores assistidos e previsto no artigo 4\u00ba, par\u00e1grafo 4\u00ba, do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto-lei\/1965-1988\/del2318.htm\">Decreto-Lei 2.318\/1986<\/a>. A norma diz que o gasto com os assistidos n\u00e3o gera encargos previdenci\u00e1rios de qualquer natureza, nem o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Servi\u00e7o (FGTS).<\/p>\n\n\n\n<p>Menor aprendiz e tributa\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Relator do recurso especial, o ministro Afr\u00e2nio Vilela destacou que a figura do menor assistido n\u00e3o se confunde com a do menor aprendiz. Portanto, n\u00e3o cabe fazer a extens\u00e3o do benef\u00edcio fiscal de um para outro.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa posi\u00e7\u00e3o \u00e9 justificada pela reda\u00e7\u00e3o do artigo 111 do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l5172compilado.htm\">C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional<\/a>, que determina que a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria que disponha sobre outorga de isen\u00e7\u00e3o deve ser interpretada literalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, no contrato especial de aprendizagem, o menor aprendiz desempenha atividades laborativas de forma pessoal, continuada, subordinada e remunerada.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPor isso, ele se enquadra como segurado obrigat\u00f3rio do Regime Geral de Previd\u00eancia Social (RGPS) e sua remunera\u00e7\u00e3o deve ser considerada na base de c\u00e1lculo da contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria devida pelo empregador\u201d, concluiu o relator.<br>AREsp 2.520.394<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-24\/remuneracao-do-menor-aprendiz-compoe-base-das-contribuicoes-patronais\/\">https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-24\/remuneracao-do-menor-aprendiz-compoe-base-das-contribuicoes-patronais\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Juiz livra contribuinte de quarentena para transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 24\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>Uma decis\u00e3o que invalida um ato administrativo n\u00e3o pode impor \u00f4nus ou perdas excessivos aos alvos da medida.&nbsp;Foi com base nesse fundamento que&nbsp;o juiz Francisco Leandro Sousa Miranda, da 6\u00aa Vara Federal de Campinas, livrou um contribuinte do veto de dois anos para aderir a uma nova transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.&nbsp;A penalidade, conhecida como quarentena, \u00e9 prevista em lei para contribuintes que aderiram \u00e0 transa\u00e7\u00e3o, mas tiveram o acordo rescindido.<\/p>\n\n\n\n<p>Consta nos autos que o contribuinte aderiu de maneira regular \u00e0 Transa\u00e7\u00e3o Excepcional, criada em 2020 para a renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00e9bitos com a Uni\u00e3o. Ele fez o parcelamento da d\u00edvida, mas&nbsp;conseguiu um desconto acima dos limites legais devido a uma falha no sistema da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00f3rg\u00e3o identificou a falha e decidiu, de of\u00edcio, revisar as condi\u00e7\u00f5es do parcelamento. Com isso,&nbsp;o contribuinte deixou de pagar tr\u00eas parcelas consecutivas, o que resultou na rescis\u00e3o da transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e na proibi\u00e7\u00e3o de aderir a uma nova por dois anos, como prev\u00ea a Lei 13.988\/2020.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao analisar o caso, o julgador avaliou&nbsp;que n\u00e3o houve ilegalidade na revis\u00e3o de of\u00edcio das condi\u00e7\u00f5es de parcelamento, j\u00e1 que \u00e9 prerrogativa da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica anular ou revogar os seus atos, nos termos do artigo 53 da Lei 9.784\/99.&nbsp;O juiz entendeu, por\u00e9m, que o veto ao contribuinte no caso em quest\u00e3o era uma puni\u00e7\u00e3o desproporcional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNesse sentido, o art. 21, par\u00e1grafo \u00fanico, da LINDB prev\u00ea que a decis\u00e3o que, na esfera administrativa, decretar a invalidade de ato ou contrato n\u00e3o pode impor aos sujeitos \u00f4nus ou perdas que, em fun\u00e7\u00e3o das peculiaridades do caso, sejam anormais ou excessivos. Pelo exposto, defiro parcialmente o pedido liminar apenas para suspender a aplica\u00e7\u00e3o da penalidade prevista no art. 4\u00ba, \u00a7 4\u00ba da Lei 13.988\/2020 at\u00e9 o julgamento de m\u00e9rito do presente mandado de seguran\u00e7a\u201d, resumiu.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A advogada&nbsp;Maiara Cristina Rozalem, coordenadora da \u00e1rea contenciosa tribut\u00e1ria do escrit\u00f3rio Coppi Advogados Associados, exaltou a import\u00e2ncia da decis\u00e3o. \u201cEssa decis\u00e3o \u00e9 extremamente relevante porque afasta a penalidade autom\u00e1tica prevista na legisla\u00e7\u00e3o quando o descumprimento das condi\u00e7\u00f5es da transa\u00e7\u00e3o n\u00e3o decorreu de conduta dolosa ou culposa do contribuinte, mas de falha operacional da pr\u00f3pria Fazenda Nacional.\u201d<br>Processo 5001687-46.2025.4.03.6105<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-24\/juiz-livra-contribuinte-de-quarentena-para-transacao-tributaria\/\">https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-24\/juiz-livra-contribuinte-de-quarentena-para-transacao-tributaria\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Posi\u00e7\u00e3o do STJ restringe an\u00e1lise de recursos sobre tributa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 24\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Superior Tribunal de Justi\u00e7a tem adotado a posi\u00e7\u00e3o de n\u00e3o examinar, em recurso especial, alega\u00e7\u00f5es de viola\u00e7\u00e3o do artigo 97 do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l5172compilado.htm\">C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN)<\/a>. A justificativa da corte \u00e9 que a mat\u00e9ria trata de reprodu\u00e7\u00e3o de preceito constitucional e, dessa forma, est\u00e1 sob a al\u00e7ada do Supremo Tribunal Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>O entendimento vem sendo aplicado pelas turmas de Direito P\u00fablico do STJ em casos que discutem a legalidade da cobran\u00e7a de tributos, ou a forma\u00e7\u00e3o de suas bases de c\u00e1lculo.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso mais recente \u00e9 da 1\u00aa Turma, que n\u00e3o conheceu de recurso especial sobre a legalidade da inclus\u00e3o de despesas ao valor aduaneiro, o que afeta a base de c\u00e1lculo de impostos de importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No recurso, a empresa importadora apontou viola\u00e7\u00e3o do artigo 97 do CTN, que define hip\u00f3teses tribut\u00e1rias que s\u00f3 podem ser estabelecidas por lei, como fato gerador, al\u00edquota, institui\u00e7\u00e3o de cobran\u00e7a e outros.<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro Benedito Gon\u00e7alves, relator do caso, destacou que fazer essa an\u00e1lise implicaria usurpa\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia do STF, j\u00e1 que o artigo 97 do CTN apenas reproduz o preceito do artigo 150, inciso I, da&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/constituicao.htm\">Constitui\u00e7\u00e3o Federal<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>A norma constitucional tem reda\u00e7\u00e3o menos exauriente: limita-se a impedir que Uni\u00e3o, estados, Distrito Federal e munic\u00edpios exijam ou aumentem tributo sem lei que o estabele\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>O voto do ministro Benedito Gon\u00e7alves cita cinco precedentes da 1\u00aa Turma em que a posi\u00e7\u00e3o foi aplicada, em casos que discutem variados tributos. A posi\u00e7\u00e3o foi confirmada em voto-vista do ministro Gurgel de Faria.<\/p>\n\n\n\n<p>Artigo 97 do CTN<\/p>\n\n\n\n<p>A valida\u00e7\u00e3o dessa restri\u00e7\u00e3o de an\u00e1lise foi feita pela 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o, que re\u00fane os integrantes das 1\u00aa e 2\u00aa Turmas do STJ, no julgamento em que foi decidido que&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2024-dez-11\/pis-e-cofins-compoem-a-base-de-calculo-do-icms-define-stj\/\">PIS e Cofins comp\u00f5em a base de c\u00e1lculo do ICMS<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>O relator, ministro Paulo S\u00e9rgio Domingues, n\u00e3o incluiu esse ponto na tese vinculante, mas o citou na resolu\u00e7\u00e3o do caso concreto, apontando a impropriedade de analisar a viola\u00e7\u00e3o ao artigo 97 do CTN.<\/p>\n\n\n\n<p>No recurso especial julgado pela 1\u00aa Turma, o contribuinte importador tentou driblar a restri\u00e7\u00e3o ao apontar que a controv\u00e9rsia sobre a legalidade da inclus\u00e3o de despesas ao valor aduaneiro \u00e9 infraconstitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi o que decidiu o Supremo ao julgar o&nbsp;<a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/jurisprudenciaRepercussao\/verAndamentoProcesso.asp?incidente=6153435&amp;numeroProcesso=1321554&amp;classeProcesso=ARE&amp;numeroTema=1151\">Tema 1.151<\/a>&nbsp;em 2021. O Plen\u00e1rio reconheceu a inexist\u00eancia de repercuss\u00e3o geral da quest\u00e3o, por n\u00e3o se tratar de mat\u00e9ria constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cContudo, \u00e9 firme a jurisprud\u00eancia desta Corte de que \u00e9 vedado o exame de eventual ofensa ao artigo 97 do CTN, na via do recurso especial, sob pena de usurpa\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia da Suprema Corte, tendo em vista que o dispositivo reproduz o princ\u00edpio constitucional da legalidade tribut\u00e1ria, mat\u00e9ria de natureza eminentemente constitucional\u201d, concluiu o relator.<br>REsp 2.130.803<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-24\/stj-restringe-analise-de-recursos-sobre-tributacao-e-base-de-calculo\/\">https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-24\/stj-restringe-analise-de-recursos-sobre-tributacao-e-base-de-calculo\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>STF limita prazo para rescis\u00f3ria, e decis\u00e3o n\u00e3o deve impactar tese do s\u00e9culo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 24\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Plen\u00e1rio do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou, nesta quarta-feira (23\/4), tese que define que a\u00e7\u00f5es rescis\u00f3rias s\u00f3 poder\u00e3o ser propostas at\u00e9 dois anos ap\u00f3s o tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o da Corte sobre o assunto do processo, atingindo apenas os cinco anos anteriores ao seu ajuizamento. Embora houvesse a expectativa, o entendimento n\u00e3o deve impactar nas rescis\u00f3rias da \u201ctese do s\u00e9culo\u201d, j\u00e1 que os efeitos ser\u00e3o v\u00e1lidos apenas para o futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>O entendimento \u00e9 v\u00e1lido para os casos em que o tribunal n\u00e3o modulou especificamente os efeitos dos precedentes vinculantes. Ainda, por meio do posicionamento, o Supremo ter\u00e1 mais autonomia para definir qual o prazo para propor a\u00e7\u00f5es rescis\u00f3rias, voltadas a anular os efeitos de entendimentos judiciais que j\u00e1 transitaram em julgado.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira parte da tese fixada pela Corte nesta quarta prev\u00ea que o Supremo poder\u00e1, a depender de cada caso, modular os efeitos temporais das decis\u00f5es, restringindo a extens\u00e3o do efeito retroativo dos precedentes vinculantes para fins de a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria. A Corte tamb\u00e9m pode avaliar o cabimento desse tipo de a\u00e7\u00e3o considerando o \u201crisco de les\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a jur\u00eddica ou interesse social\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro item da tese trata dos casos de execu\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a e do cumprimento de senten\u00e7a contra a Fazenda P\u00fablica. O texto aprovado assegura ao interessado o direito de alegar a inexigibilidade do t\u00edtulo executivo judicial baseado em interpreta\u00e7\u00e3o ou norma j\u00e1 considerada inconstitucional, mesmo que a decis\u00e3o do STF tenha sido proferida antes ou depois do tr\u00e2nsito em julgado da senten\u00e7a, desde que n\u00e3o haja preclus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A controv\u00e9rsia central no julgamento tratava dos artigos 525 e 535 do C\u00f3digo de Processo Civil (CPC). Os dispositivos estabelecem prazo de dois anos para entrar com a a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria, a partir do tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o. Contudo, o C\u00f3digo tamb\u00e9m prev\u00ea que, caso uma decis\u00e3o definitiva conflite com entendimento posterior do STF, o prazo para ajuizar a a\u00e7\u00e3o passa a ser de dois anos a partir da decis\u00e3o da Corte.<\/p>\n\n\n\n<p>Justificativas da tese<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00fanico trecho aprovado com ressalvas dos ministros Luiz Fux, Edson Fachin e Dias Toffoli foi o que delimitou o prazo para o ajuizamento da a\u00e7\u00e3o e os efeitos retroativos. A justificativa para o texto fixado pela maioria foi a tentativa de estabelecer \u201cum regime mais comedido\u201d para conceder efeitos retroativos de precedentes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO item destaca, assim, a necessidade de motiva\u00e7\u00e3o espec\u00edfica do STF para a efic\u00e1cia retroativa de seu julgado, estabelecendo, ainda, um regime supletivo, caso o precedente paradigma permane\u00e7a omisso\u201d, diz o texto divulgado pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o terceiro item da tese foi extra\u00eddo de uma nova proposta do relator, ministro Gilmar Mendes, com o objetivo de evitar a \u201cperpetua\u00e7\u00e3o de efic\u00e1cia de uma interpreta\u00e7\u00e3o considerada constitucionalmente inadequada pela Suprema Corte\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso come\u00e7ou a ser analisado no plen\u00e1rio virtual, quando o relator votou pela inconstitucionalidade do prazo. No entanto, a discuss\u00e3o foi levada para o plen\u00e1rio f\u00edsico por um pedido de destaque do presidente da Corte, ministro Lu\u00eds Roberto Barroso.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta quarta, o presidente afirmou que a tese foi firmada a partir do ponto de vista da maioria dos julgadores, mas n\u00e3o foi proclamado o resultado do julgamento. Barroso frisou que o Plen\u00e1rio apenas fixou a tese na quest\u00e3o de ordem. Agora, caber\u00e1 a Gilmar Mendes pautar a a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria, ainda sem data prevista para o julgamento de m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<p>Confira a \u00edntegra da tese na AR 2876<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO \u00a7 15 do art. 525 e o \u00a7 8\u00ba do art. 535 do C\u00f3digo de Processo Civil devem ser interpretados conforme \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, com efeitos ex nunc, no seguinte sentido, com a declara\u00e7\u00e3o incidental de inconstitucionalidade do \u00a7 14 do art. 525 e do \u00a7 7\u00ba do art. 535:<\/p>\n\n\n\n<p>Em cada caso, o Supremo Tribunal Federal poder\u00e1 definir os efeitos temporais de seus precedentes vinculantes e sua repercuss\u00e3o sobre a coisa julgada, estabelecendo inclusive a extens\u00e3o da retroa\u00e7\u00e3o para fins da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria ou mesmo o seu n\u00e3o cabimento diante do grave risco de les\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a jur\u00eddica ou ao interesse social.<\/p>\n\n\n\n<p>Na aus\u00eancia de manifesta\u00e7\u00e3o expressa, os efeitos retroativos de eventual rescis\u00e3o n\u00e3o exceder\u00e3o cinco anos da data do ajuizamento da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria, a qual dever\u00e1 ser proposta no prazo decadencial de dois anos contados do tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o do STF.<\/p>\n\n\n\n<p>O interessado poder\u00e1 apresentar a argui\u00e7\u00e3o de inexigibilidade do t\u00edtulo executivo judicial amparado em norma jur\u00eddica ou interpreta\u00e7\u00e3o jurisdicional considerada inconstitucional pelo STF, seja a decis\u00e3o do STF anterior ou posterior ao tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o exequenda, salvo preclus\u00e3o (C\u00f3digo de Processo Civil, arts. 525, caput, e 535, caput).\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tributos\/stf-limita-prazo-para-rescisoria-e-decisao-nao-deve-impactar-tese-do-seculo\">https:\/\/www.jota.info\/tributos\/stf-limita-prazo-para-rescisoria-e-decisao-nao-deve-impactar-tese-do-seculo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>STJ julgar\u00e1 se provis\u00f5es banc\u00e1rias podem ser deduzidas do PIS\/Cofins<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 25\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) julgar\u00e1 um tema relevante para bancos: se suas provis\u00f5es podem ser classificadas como despesas e, consequentemente, deduzidas do PIS e da Cofins. A tese envolve especificamente as Provis\u00f5es para Cr\u00e9ditos de Liquida\u00e7\u00e3o Duvidosa (PCLD) \u2013 aquelas que as institui\u00e7\u00f5es financeiras s\u00e3o obrigadas a registrar nos balan\u00e7os quando clientes deixam de pagar o que devem por pelo menos seis meses.<\/p>\n\n\n\n<p>As despesas dos bancos com PCLD dobraram desde 2021, segundo o \u00faltimo Relat\u00f3rio de Economia Banc\u00e1ria do Banco Central, de 2023. O volume, antes de R$ 80 bilh\u00f5es, passou a ser de mais de R$ 160 bilh\u00f5es no fim de 2023. Se a tese dos contribuintes for vencedora, eles poder\u00e3o reduzir esses valores da base de c\u00e1lculo dos tributos federais, que t\u00eam al\u00edquota de 4,65%.<\/p>\n\n\n\n<p>A tese tamb\u00e9m ganha relev\u00e2ncia por conta do aumento da inadimpl\u00eancia no Brasil. A quantidade de empresas no negativo atingiu recorde em fevereiro deste ano, com 7,2 milh\u00f5es de inadimplentes, quase um ter\u00e7o do total de pessoas jur\u00eddicas no pa\u00eds, segundo a Serasa Experian. No caso das pessoas f\u00edsicas, s\u00e3o 75 milh\u00f5es de inadimplentes, outro montante sem precedentes na s\u00e9rie hist\u00f3rica, iniciada em 2016.<\/p>\n\n\n\n<p>Os bancos defendem que a inclus\u00e3o das PCLD na base dos tributos aumenta o custo de cr\u00e9dito no Brasil, pois o provisionamento diminui a disponibilidade de recursos para empr\u00e9stimos. Ainda de acordo com o relat\u00f3rio do Bacen, os tributos representaram, em m\u00e9dia, 21,9% sobre o spread banc\u00e1rio entre 2021 e 2023, e a inadimpl\u00eancia, 31%.<\/p>\n\n\n\n<p>As institui\u00e7\u00f5es financeiras, at\u00e9 ent\u00e3o, t\u00eam perdido a discuss\u00e3o no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) e nos tribunais regionais federais, segundo advogados. N\u00e3o h\u00e1 precedentes de m\u00e9rito no STJ \u2013 normalmente os recursos n\u00e3o s\u00e3o analisados por quest\u00f5es processuais. Existem 18 a\u00e7\u00f5es na Corte Superior, informou a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional das Institui\u00e7\u00f5es Financeiras (CNF) nos autos.<\/p>\n\n\n\n<p>A tese foi afetada como Incidente de Assun\u00e7\u00e3o de Compet\u00eancia (IAC) pela 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o do STJ no fim de mar\u00e7o deste ano pela sua relev\u00e2ncia social e econ\u00f4mica, mesmo com pouco volume de processos. Na pr\u00e1tica, se assemelha ao rito de recurso repetitivo, pois a decis\u00e3o vincular\u00e1 todo o Judici\u00e1rio. At\u00e9 que se julgue a mat\u00e9ria, todos os processos que discutem a quest\u00e3o est\u00e3o suspensos (REsp 2.088.553).<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo se houver derrota no STJ, a perspectiva \u00e9 positiva para os bancos, porque a dedu\u00e7\u00e3o j\u00e1 foi permitida pela reforma tribut\u00e1ria, por meio do artigo 192 da Lei Complementar n\u00ba 214\/2025.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o se baseia na interpreta\u00e7\u00e3o do artigo 3\u00ba, par\u00e1grafo 6\u00ba, inciso I, letra a, da Lei n\u00ba 9.718\/1998. O dispositivo permite deduzir do PIS e da Cofins \u201cdespesas incorridas nas opera\u00e7\u00f5es de intermedia\u00e7\u00e3o financeira\u201d. Para os contribuintes, os valores provisionados s\u00e3o uma perda, portanto, devem ser deduzidos. Para o Fisco, \u00e9 apenas uma estimativa de risco de inadimpl\u00eancia de opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito, n\u00e3o sendo uma despesa efetivamente assumida.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos casos afetados, os bancos perderam na primeira e segunda inst\u00e2ncias. Um envolve o Banco Daycoval e o outro a Agibank (REsp 2.088.553 e REsp 1.938.891). O entendimento foi de que a provis\u00e3o \u00e9 um c\u00e1lculo estimado \u201cda import\u00e2ncia necess\u00e1ria para absorver o risco de inadimpl\u00eancia para fins de apura\u00e7\u00e3o do resultado, ou seja, n\u00e3o se trata de despesas efetivamente verificadas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>No STJ, o Daycoval argumenta que a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), no parecer n\u00ba 325\/2009, j\u00e1 admitiu que a PCLD seria despesa de intermedia\u00e7\u00e3o financeira. E que esse valor \u201cse desprende do patrim\u00f4nio da institui\u00e7\u00e3o financeira e, definitivamente, prejudica os seus resultados\u201d. \u201cTanto \u00e9 assim que a recupera\u00e7\u00e3o dessa perda (na hip\u00f3tese de pagamento por parte do devedor inadimplente) gera uma receita\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>A PGFN diz que a PCLD \u00e9 \u201cuma exig\u00eancia cont\u00e1bil-regulat\u00f3ria do Banco Central, de natureza prudencial, representando uma estimativa de perdas futuras, e n\u00e3o uma \u2018despesa incorrida\u2019 na intermedia\u00e7\u00e3o financeira\u201d como exige a lei para permitir a dedu\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00f3rg\u00e3o acrescenta que a men\u00e7\u00e3o das provis\u00f5es no parecer \u201cocorreu de forma meramente ilustrativa e em um contexto distinto (an\u00e1lise sobre comiss\u00f5es pagas a agentes aut\u00f4nomos)\u201d. \u201cA classifica\u00e7\u00e3o cont\u00e1bil no Cosif n\u00e3o se sobrep\u00f5e \u00e0 defini\u00e7\u00e3o legal de despesa dedut\u00edvel estabelecida pela legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria espec\u00edfica do PIS\/Cofins, que exige que a despesa seja efetivamente incorrida\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seu voto, o relator do caso, ministro Marco Aur\u00e9lio Bellizze, diz que o caso merece ser discutido em IAC porque \u201ctranscende os interesses das partes envolvidas, com expressivo impacto econ\u00f4mico\u201d. Apesar de n\u00e3o haver \u201cconsider\u00e1vel multiplicidade, a atrair o rito dos recursos especiais repetitivos\u201d, afirma, seria preciso uniformizar a jurisprud\u00eancia da Corte \u201ca fim de conferir \u00e0 quest\u00e3o controvertida a necess\u00e1ria seguran\u00e7a jur\u00eddica, em detida observ\u00e2ncia ao princ\u00edpio da isonomia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O advogado que atua pelo Daycoval no STJ, afirma estar confiante no julgamento, apesar da jurisprud\u00eancia contr\u00e1ria. \u201c\u00c9 um novo julgamento, come\u00e7ando do zero e com novos players trazendo argumentos\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Diretora jur\u00eddica da CNF, Cristiane Coelho diz que a decis\u00e3o do STJ ser\u00e1 um \u201cmarco relevante \u00e0 seguran\u00e7a jur\u00eddica no pa\u00eds\u201d e \u00e9 preciso afastar \u201cdistor\u00e7\u00f5es que afetem a concess\u00e3o e o custo do cr\u00e9dito\u201d. \u201cA constitui\u00e7\u00e3o da PCLD reduz a oferta de cr\u00e9dito e eleva seu custo\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nota, a Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Institui\u00e7\u00f5es de Cr\u00e9dito, Financiamento e Investimento (Acrefi) diz que \u201ca decis\u00e3o do STJ trar\u00e1 relevante impacto financeiro e regulat\u00f3rio ao setor uma vez que ela versar\u00e1 sobre a forma de tributa\u00e7\u00e3o e suas dedu\u00e7\u00f5es das institui\u00e7\u00f5es financeiras, influenciando diretamente nos seus resultados\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/25\/stj-julgara-se-provisoes-bancarias-podem-ser-deduzidas-do-pis-cofins.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/25\/stj-julgara-se-provisoes-bancarias-podem-ser-deduzidas-do-pis-cofins.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o cabe a\u00e7\u00e3o de consigna\u00e7\u00e3o para pagamento parcial de tributo, decide STJ<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 25\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o cabe a a\u00e7\u00e3o de consigna\u00e7\u00e3o em pagamento para fins de recolhimento parcial de tributo. Isso significa que o devedor deve consignar o valor integral da exa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A conclus\u00e3o \u00e9 da 2\u00aa Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, que negou provimento ao recurso especial contra a extin\u00e7\u00e3o de uma a\u00e7\u00e3o ajuizada por empresas respons\u00e1veis pelas obras de um complexo hidrel\u00e9trico no Mato Grosso.<\/p>\n\n\n\n<p>Elas precisavam pagar R$ 8,6 milh\u00f5es a t\u00edtulo de Imposto Sobre Servi\u00e7os (ISS) e precisavam saber para qual munic\u00edpio mato-grossense, entre Nova Monte Verde, Alta Floresta ou Juara.<\/p>\n\n\n\n<p>A a\u00e7\u00e3o se baseou no artigo 164, inciso III, do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional, que exige o dep\u00f3sito judicial integral do valor devido.<br>A senten\u00e7a reconheceu a ilegitimidade passiva do munic\u00edpio de Nova Monte Verde e autorizou a convers\u00e3o do dep\u00f3sito em renda em favor das duas outras cidades, em propor\u00e7\u00f5es pr\u00e9-determinadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00e7\u00e3o de consigna\u00e7\u00e3o e pagamento parcelado<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s apela\u00e7\u00e3o, o Tribunal de Justi\u00e7a do Mato Grosso extinguiu o processo sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito porque as empresas contribuintes ingressaram com outra a\u00e7\u00e3o para discutir a dedu\u00e7\u00e3o nos valores a serem pagos a t\u00edtulo de ISS.<\/p>\n\n\n\n<p>O TJ-MT concluiu que n\u00e3o cabe a\u00e7\u00e3o de consigna\u00e7\u00e3o em pagamento quando h\u00e1 diverg\u00eancia sobre o valor devido da exa\u00e7\u00e3o. Contra esse ac\u00f3rd\u00e3o, ambas as contribuintes recorreram ao STJ, sem sucesso.<\/p>\n\n\n\n<p>Relator do recurso, o ministro Francisco Falc\u00e3o citou trecho do ac\u00f3rd\u00e3o em que o TJ-MT concluiu que as empresas n\u00e3o pretendem pagar o valor total do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio discutido.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEsta Corte Superior possui entendimento de que n\u00e3o cabe a a\u00e7\u00e3o de consigna\u00e7\u00e3o em pagamento para fins de recolher o tributo em parcelas, isto \u00e9, o devedor deve consignar o valor integral da exa\u00e7\u00e3o\u201d, destacou o ministro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDesse modo, n\u00e3o merece reparo o ac\u00f3rd\u00e3o do tribunal de origem que julgou extinto o processo sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito, diante da falta de interesse processual, em raz\u00e3o de controv\u00e9rsias quanto ao valor da exa\u00e7\u00e3o, especialmente por ter o recorrente ingressado com outra a\u00e7\u00e3o judicial para fins de reduzir o valor do tributo questionando sua base de c\u00e1lculo\u201d, concluiu.<\/p>\n\n\n\n<p>REsp 2.146.757<br><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-25\/nao-cabe-acao-de-consignacao-para-pagamento-parcial-de-tributo-decide-stj\/\">https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-25\/nao-cabe-acao-de-consignacao-para-pagamento-parcial-de-tributo-decide-stj\/<\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>STF permite partilha de bens sem comprova\u00e7\u00e3o de pagamento de ITCMD<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 25\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) permitiu a expedi\u00e7\u00e3o de documento de partilha de bens sem a comprova\u00e7\u00e3o de quita\u00e7\u00e3o do Imposto sobre Transmiss\u00e3o Causa Mortis e Doa\u00e7\u00e3o (ITCMD). N\u00e3o significa que o tributo n\u00e3o ter\u00e1 que ser pago, mas o entendimento pode tornar a partilha mais r\u00e1pida. A decis\u00e3o foi un\u00e2nime.<\/p>\n\n\n\n<p>A a\u00e7\u00e3o foi proposta pelo Distrito Federal. Nela, o governo questiona previs\u00e3o do artigo 659 do C\u00f3digo de Processo Civil de 2015, que trata da partilha amig\u00e1vel, celebrada entre as partes e homologada pelo juiz. O par\u00e1grafo 2\u00ba do dispositivo determina que, conclu\u00edda a senten\u00e7a de homologa\u00e7\u00e3o de partilha ou de adjudica\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 lavrado o formal de partilha (documento de divis\u00e3o de bens) ou elaborada a carta de adjudica\u00e7\u00e3o e, em seguida, ser\u00e3o expedidos os alvar\u00e1s referentes aos bens e \u00e0s rendas, intimando-se o Fisco para lan\u00e7amento administrativo do imposto de transmiss\u00e3o e de outros tributos incidentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o DF, o artigo permite a lavratura do documento de divis\u00e3o de bens independentemente da comprova\u00e7\u00e3o da quita\u00e7\u00e3o do ITCMD. Ainda segundo o pedido, a prova de quita\u00e7\u00e3o do ITCMD sempre foi uma condi\u00e7\u00e3o indispens\u00e1vel para a homologa\u00e7\u00e3o da partilha e a expedi\u00e7\u00e3o do formal de partilha e alvar\u00e1 de libera\u00e7\u00e3o dos bens herdados (ADI 5894).<\/p>\n\n\n\n<p>O Distrito Federal alega tamb\u00e9m que o artigo do CPC transformou o arrolamento sum\u00e1rio judicial, que \u00e9 uma das formas previstas na lei de resolu\u00e7\u00e3o de heran\u00e7a por morte, em facultativo. Com isso, teria subvertido o regime de garantias e privil\u00e9gios do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>No voto, o relator, ministro Andr\u00e9 Mendon\u00e7a, negou o pedido. Segundo o ministro, o artigo questionado n\u00e3o trata de hip\u00f3tese de incid\u00eancia de imposto, mas sobre procedimento de natureza sum\u00e1ria, portanto, n\u00e3o aborda tratamento tribut\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 dado \u00e0 Fazenda P\u00fablica rotular de n\u00e3o ison\u00f4mica sob a perspectiva fiscal uma situa\u00e7\u00e3o regularmente constitu\u00edda do ponto de vista processual, que, ao fim e ao cabo, reflete unicamente o exerc\u00edcio de leg\u00edtimo direito de a\u00e7\u00e3o por parte de herdeiros\u201d, afirmou, no voto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda segundo Mendon\u00e7a, ao instituir procedimento diferenciado e expedito entre partes herdeiras capazes que se entendam em acordo para partilha amig\u00e1vel de bens e direitos de falecido, a norma questionada se baseia em princ\u00edpios como a razo\u00e1vel dura\u00e7\u00e3o do processo e a consensualidade na composi\u00e7\u00e3o de conflitos. \u201cEventual benef\u00edcio auferido pelos herdeiros legitimados em decorr\u00eancia dos caracteres especiais do arrolamento sum\u00e1rio justifica-se sob luzes constitucionais\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro cita no voto decis\u00e3o do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) no mesmo sentido. A 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o decidiu em julgamento realizado em 2022 que, no arrolamento sum\u00e1rio, a homologa\u00e7\u00e3o da partilha ou da adjudica\u00e7\u00e3o, assim como a expedi\u00e7\u00e3o do formal de partilha e da carta de adjudica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se condiciona ao pr\u00e9vio recolhimento do imposto de transmiss\u00e3o causa mortis, devendo ser comprovado o pagamento dos tributos relativos aos bens do esp\u00f3lio e \u00e0s suas rendas (Resp n\u00ba 1896526\/DF).<\/p>\n\n\n\n<p>An\u00e1lise<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Felipe Russomanno, s\u00f3cio da \u00e1rea de Fam\u00edlia e Sucess\u00f5es do Cescon Barrieu, na pr\u00e1tica, segundo a decis\u00e3o do STF, o ITCMD vai ser tratado diretamente com o Fisco estadual sem qualquer interfer\u00eancia na conclus\u00e3o do processo de partilha. \u201cIsso n\u00e3o significa que as partes n\u00e3o tenham que pagar o imposto, mas ele vai ser tratado separadamente e, eventualmente, se n\u00e3o houver o recolhimento, a Fazenda estadual tem meios para localizar o herdeiro que n\u00e3o recolheu e cobrar inclusive com penalidade\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com Russomanno, isso \u00e9 muito proveitoso para partilhas amig\u00e1veis e permite a conclus\u00e3o do processo de uma forma mais r\u00e1pida. \u201cMuitas vezes, aguardar a concord\u00e2ncia da secretaria de Fazenda estadual implica em uma demora significativa na conclus\u00e3o dos arrolamentos sum\u00e1rios, que devem ser feitos de forma r\u00e1pida\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/25\/stf-permite-partilha-de-bens-sem-comprovao-de-pagamento-de-itcmd.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/04\/25\/stf-permite-partilha-de-bens-sem-comprovao-de-pagamento-de-itcmd.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>ESTADUAIS:\u00a0<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Contrapartida social n\u00e3o deve ser cobrada retroativamente, diz TJ-MA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 23\/04\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A contrapartida social (investimento de empresas em institui\u00e7\u00f5es ou programas comunit\u00e1rios, obrigat\u00f3rio para inclus\u00e3o em benef\u00edcios fiscais) n\u00e3o deve ser cobrada retroativamente, em respeito aos princ\u00edpios da irretroatividade e do planejamento tribut\u00e1rio do contribuinte.<\/p>\n\n\n\n<p>Com esse entendimento, a Se\u00e7\u00e3o de Direito P\u00fablico do Tribunal de Justi\u00e7a do Maranh\u00e3o deu provimento parcial a um mandado de seguran\u00e7a a fim de afastar a exig\u00eancia de recolhimento da contrapartida retroativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Diz o processo que o secret\u00e1rio da Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio do Maranh\u00e3o determinou, como condi\u00e7\u00e3o para renova\u00e7\u00e3o de incentivo fiscal das empresas, o recolhimento de contrapartida social em favor do Fundo Maranhense de Combate \u00e0 Pobreza (Fumacop), referente ao per\u00edodo anterior \u00e0 entrada em vigor do Decreto estadual 38.453\/2023.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa norma alterou as exig\u00eancias de contrapartida social como condi\u00e7\u00e3o para renova\u00e7\u00e3o de incentivos fiscais e estabeleceu, na pr\u00e1tica, a necessidade de cobran\u00e7a retroativa para que as empresa continuassem recebendo isen\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir disso, uma empresa de minera\u00e7\u00e3o aderente ao programa ajuizou mandado de seguran\u00e7a contra o secret\u00e1rio, alegando viola\u00e7\u00f5es aos princ\u00edpios que protegem o contribuinte.<\/p>\n\n\n\n<p>No ac\u00f3rd\u00e3o, os desembargadores discutiram sobre duas quest\u00f5es: se o secret\u00e1rio deveria estar no polo passivo e se a exig\u00eancia imposta por ele era v\u00e1lida.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o primeiro ponto, eles chegaram \u00e0 conclus\u00e3o de que o secret\u00e1rio tem legitimidade passiva por ter assinado o ato administrativo. Sobre a retroatividade, eles concordaram com a empresa que impetrou o mandado. Dessa forma, o colegiado afastou a exig\u00eancia de recolhimento retroativo da contrapartida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cApesar de clara aus\u00eancia de preju\u00edzo ao impetrante sobre sua contrapartida ap\u00f3s o&nbsp;<a href=\"https:\/\/portal.sefaz.ma.gov.br\/portalsefaz\/jsp\/pagina\/pagina.jsf?codigo=7403\">Decreto n. 38.453<\/a>, da mesma forma se mostra evidente que a regra estipulada sobre o benefici\u00e1rio do termo de compromisso mudou, impondo-se como condi\u00e7\u00e3o de renova\u00e7\u00e3o a adequa\u00e7\u00e3o ao Decreto, mas tendo como obriga\u00e7\u00e3o o recolhimento em favor do Fumacop sobre as parcelas de mar\u00e7o\/2022 a fevereiro\/2023, conforme o of\u00edcio impugnado\u201d, afirmou o relator, desembargador Lourival Serejo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCom efeito, apesar de a contribui\u00e7\u00e3o social n\u00e3o ter a caracter\u00edstica de tributo, ela \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o acess\u00f3ria como condi\u00e7\u00e3o para o benef\u00edcio tribut\u00e1rio e deve se adequar ao seu tempo e efic\u00e1cia das novas condi\u00e7\u00f5es impostas, n\u00e3o se podendo quebrar o planejamento tribut\u00e1rio do contribuinte com novas condi\u00e7\u00f5es sem a expressa men\u00e7\u00e3o dos efeitos pret\u00e9ritos.\u201d A vota\u00e7\u00e3o foi un\u00e2nime.<br>Processo 0822631-46.2023.8.10.0000<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-23\/contrapartida-social-nao-deve-ser-cobrada-retroativamente-diz-tj-ma\/\">https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-abr-23\/contrapartida-social-nao-deve-ser-cobrada-retroativamente-diz-tj-ma\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>MUNICIPAIS:\u00a0<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Retrospecto Tribut\u00e1rio &#8211; 22\/04 a 29\/04 Projeto isenta de ICMS compras e servi\u00e7os realizados por pessoas com doen\u00e7as graves e defici\u00eancias Data: 22\/04\/2025 O Projeto de Lei Complementar (PLP) 222\/24 isenta de ICMS as opera\u00e7\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o de mercadorias e as presta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os de transporte interestadual e intermunicipal e de comunica\u00e7\u00e3o realizadas por ou [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3643,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[9,29,33,63,96,73],"class_list":["post-3735","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-retrospecto-tributario","tag-amaral-yazbek","tag-empresas","tag-negocios","tag-noticia-do-dia","tag-reforma-tributaria","tag-retrospecto-tributario"],"blocksy_meta":{"styles_descriptor":{"styles":{"desktop":"","tablet":"","mobile":""},"google_fonts":[],"version":6}},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Retrospecto Tribut\u00e1rio - 07\/04 a 15\/04<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"As principais atualiza\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias que voc\u00ea n\u00e3o pode perder est\u00e3o aqui. 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