{"id":3652,"date":"2025-02-24T15:24:58","date_gmt":"2025-02-24T18:24:58","guid":{"rendered":"http:\/\/34.239.117.254\/?p=3652"},"modified":"2025-02-24T15:27:52","modified_gmt":"2025-02-24T18:27:52","slug":"retrospecto-tributario-17-02-a-24-02","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ayadvogados.com.br\/?p=3652","title":{"rendered":"Retrospecto Tribut\u00e1rio &#8211; 17\/02 a 24\/02"},"content":{"rendered":"\n<p>Retrospecto Tribut\u00e1rio &#8211; 17\/02 a 24\/02<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PGFN altera edital de transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria sobre amortiza\u00e7\u00e3o de \u00e1gio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 18\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou, na \u00faltima semana, no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o (DOU) o&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/edital-n-10\/2025-611264473\">Edital n\u00ba 10\/2025<\/a>, que amplia o&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/edital-n-n-25\/2024-605055710\">Edital n\u00ba 25\/2024<\/a>, relacionado \u00e0 transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria para controv\u00e9rsias sobre a amortiza\u00e7\u00e3o fiscal do \u00e1gio no \u00e2mbito do Programa de Transa\u00e7\u00e3o Integral (PTI), iniciativa focada no aprofundamento do modelo de di\u00e1logo entre o fisco e os grandes contribuintes.<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/edital-n-n-25\/2024-605055710\">Edital n\u00ba 25\/2024<\/a>&nbsp;tinha como objeto de transa\u00e7\u00e3o discuss\u00f5es relacionadas ao chamado \u201c\u00e1gio interno\u201d e \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o do \u00e1gio por meio de \u201cempresa ve\u00edculo\u201d. Com a altera\u00e7\u00e3o, houve&nbsp;amplia\u00e7\u00e3o da gama de discuss\u00f5es abrangidas pelo Edital. Tornaram-se eleg\u00edveis \u00e0 transa\u00e7\u00e3o todos os d\u00e9bitos cujas cobran\u00e7as sejam objeto de contencioso administrativo ou judicial relacionado a quaisquer grandes contribuintes discuss\u00f5es sobre a amortiza\u00e7\u00e3o fiscal do \u00e1gio nas hip\u00f3teses previstas nos artigos 7\u00ba e 8\u00ba da&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l9532.htm\">Lei n\u00ba 9.532\/97<\/a>&nbsp;e no artigo 22 da&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2011-2014\/2014\/lei\/l12973.htm\">Lei n\u00ba 12.973\/14<\/a>. (NR).<\/p>\n\n\n\n<p>Contribuintes que se enquadram nas hip\u00f3teses previstas no&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/edital-n-n-25\/2024-605055710\">Edital n\u00ba 25\/2024<\/a>, com as altera\u00e7\u00f5es do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/edital-n-10\/2025-611264473\">Edital n\u00ba 10\/2025<\/a>, podem aderir \u00e0 transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria at\u00e9 as 19h do dia 30 de junho de 2025.&nbsp; A ades\u00e3o pode ser formalizada no site do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.regularize.pgfn.gov.br\/login\">Regularize<\/a>, em &#8220;Outros Servi\u00e7os&#8221;, op\u00e7\u00e3o &#8220;Transa\u00e7\u00e3o no Contencioso Tribut\u00e1rio de Relevante e Disseminada Controv\u00e9rsia&#8221;, mediante o preenchimento do formul\u00e1rio eletr\u00f4nico e a apresenta\u00e7\u00e3o dos seguintes documentos:<\/p>\n\n\n\n<p>a) requerimento de ades\u00e3o preenchido conforme modelo constante no Regularize;<\/p>\n\n\n\n<p>b) qualifica\u00e7\u00e3o completa do requerente e, no caso de requerente pessoa jur\u00eddica, de seus s\u00f3cios, controladores, administradores, gestores e representantes legais;<\/p>\n\n\n\n<p>c) n\u00famero dos processos administrativos do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio a transacionar e o n\u00famero de suas respectivas inscri\u00e7\u00f5es na d\u00edvida ativa da Uni\u00e3o; e<\/p>\n\n\n\n<p>d) certid\u00e3o de objeto e p\u00e9 do processo judicial em que discutida a controv\u00e9rsia, que informe o atual est\u00e1gio da a\u00e7\u00e3o e, se houver, a data da decis\u00e3o que determinou a suspens\u00e3o da exigibilidade das inscri\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de eventual reforma ou confirma\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o pelas inst\u00e2ncias superiores.<\/p>\n\n\n\n<p>Refer\u00eancias<\/p>\n\n\n\n<p>A RFB e a PGFN ressaltam que antes mesmo do lan\u00e7amento do PTI (institu\u00eddo pela Portaria Normativa MF n\u00ba 1.383, de 29 de agosto de 2024) houve exemplos positivos de transa\u00e7\u00e3o de teses no contencioso tribut\u00e1rio, utilizados como refer\u00eancia para constru\u00e7\u00e3o do Programa de Transa\u00e7\u00e3o Integral: o edital relativo \u00e0s teses de tributa\u00e7\u00e3o sobre lucros no exterior e o edital de teses envolvendo contratos de afretamento de plataformas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em junho do ano passado, as ades\u00f5es ao Edital PGFN\/RFB n\u00ba 6\/2024, por exemplo, foram respons\u00e1veis pelo encerramento pend\u00eancias tribut\u00e1rias na ordem de R$ 45 bilh\u00f5es, dos quais cerca de R$ 35 bilh\u00f5es com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e aproximadamente R$ 10 bilh\u00f5es com a Receita Federal.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2025\/fevereiro\/pgfn-altera-edital-de-transacao-tributaria-sobre-amortizacao-de-agio\">https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2025\/fevereiro\/pgfn-altera-edital-de-transacao-tributaria-sobre-amortizacao-de-agio<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/noticiasfiscais.com.br\/2025\/02\/18\/setor-industrial-tem-78-casos-de-interesse-em-andamento-no-stf-mostra-cni\/\"><strong>Setor industrial tem 78 casos de interesse em andamento no STF, mostra CNI<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 18\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O setor industrial brasileiro tem 78 a\u00e7\u00f5es de interesse em andamento no Supremo Tribunal Federal, sendo a maioria em temas de vasto impacto como Direito Tribut\u00e1rio e Direito Trabalhista.<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento \u00e9 da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), que lan\u00e7ar\u00e1 nesta ter\u00e7a-feira (18\/2) a 10\u00aa edi\u00e7\u00e3o da \u201cAgenda Jur\u00eddica da Ind\u00fastria\u201d. O documento lista e detalha todos os 78 casos que aguardam julgamento no STF.<\/p>\n\n\n\n<p>A agenda \u00e9 dominada por processos tribut\u00e1rios (37%) e trabalhistas (28%), que representam dois ter\u00e7os do total de a\u00e7\u00f5es listadas. Tamb\u00e9m h\u00e1 causas ambientais (17%), de Direito Administrativo\/Regulat\u00f3rio (11%) e de Processo Civil (7%).<\/p>\n\n\n\n<p>Quinze a\u00e7\u00f5es foram ajuizadas pela pr\u00f3pria CNI, a pedido de uma ou mais das 27 federa\u00e7\u00f5es das ind\u00fastrias dos estados e do Distrito Federal e de sindicatos filiados \u00e0s federa\u00e7\u00f5es das ind\u00fastrias.<\/p>\n\n\n\n<p>A mais recente delas \u00e9 a tentativa de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2024-dez-26\/cni-pede-ao-stf-para-rever-tese-que-presume-ineficiencia-de-epi-contra-ruido\/\">rever tese do STF<\/a>&nbsp;que prev\u00ea a presun\u00e7\u00e3o da inefici\u00eancia de EPI contra ru\u00eddos, o que afeta a caracteriza\u00e7\u00e3o do tempo de servi\u00e7o para aposentadoria especial e tem efeito cascata para a ind\u00fastria.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o tamb\u00e9m de iniciativa da CNI as a\u00e7\u00f5es como a que discute as exig\u00eancias da lei da reonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamento (<a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2024-dez-05\/cni-contesta-no-stf-exigencias-da-lei-da-reoneracao-da-folha-de-pagamento\/\">ADI 7.765<\/a>); a que pede par\u00e2metros para aplica\u00e7\u00e3o da lei de igualdade salarial (<a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2024-mar-15\/confederacoes-pedem-que-stf-estabeleca-parametros-para-aplicacao-da-lei-de-igualdade-salarial-entre-generos\/\">ADI 7.612<\/a>); e a que contesta a lei que acabou com a isen\u00e7\u00e3o sobre subven\u00e7\u00f5es para investimentos (ADI 7.604).<\/p>\n\n\n\n<p>A CNI ainda \u00e9&nbsp;amicus curiae&nbsp;(amiga da corte) em 30 a\u00e7\u00f5es em tramita\u00e7\u00e3o no Supremo, com possibilidade limitada de interven\u00e7\u00e3o nesses processos, e atua como observadora em outros 33 casos.<\/p>\n\n\n\n<p>STF acelerou<\/p>\n\n\n\n<p>A 10\u00aa edi\u00e7\u00e3o da \u201cAgenda Jur\u00eddica da Ind\u00fastria\u201d tem um processo a menos em rela\u00e7\u00e3o a 2024. Dezenove dos processos que estavam na lista anterior foram julgados e conclu\u00eddos pelo STF, o que \u00e9 considerado uma boa not\u00edcia pela CNI.<\/p>\n\n\n\n<p>Diretor jur\u00eddico da entidade,&nbsp;Alexandre Vitorino&nbsp;avalia que o Supremo est\u00e1 acelerando os julgamentos, muito por causa do uso do Plen\u00e1rio Virtual. Para o empresariado, ganhando ou perdendo, \u00e9 melhor que a quest\u00e3o seja logo resolvida para dar seguran\u00e7a jur\u00eddica ao cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a 2023, a agenda ganhou 20 novos processos. Presidente da CNI, Ricardo Alban ressalta que o documento reflete o compromisso da entidade com a promo\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a jur\u00eddica e da estabilidade institucional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA CNI entende que seguran\u00e7a jur\u00eddica e previsibilidade nos processos judiciais s\u00e3o pilares para a confian\u00e7a dos investidores, essenciais \u00e0 atra\u00e7\u00e3o de capital e ao fortalecimento da ind\u00fastria nacional\u201d, enfatiza.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm sua 10\u00aa edi\u00e7\u00e3o, a \u2018Agenda Jur\u00eddica da Ind\u00fastria\u2019 consolida-se como eficiente produto de comunica\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira. Al\u00e9m de indicar aos ministros do STF as a\u00e7\u00f5es de relevante interesse do setor secund\u00e1rio da economia, confere transpar\u00eancia ao trabalho desenvolvido pela CNI e presta contas \u00e0 base industrial e \u00e0 sociedade em geral\u201d, afirma Vitorino.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-fev-18\/setor-industrial-tem-78-casos-de-interesse-em-andamento-no-stf-mostra-cni\/\">https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-fev-18\/setor-industrial-tem-78-casos-de-interesse-em-andamento-no-stf-mostra-cni\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Projeto reestrutura a tabela mensal do Imposto de Renda<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 18\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Projeto de Lei 141\/25 reestrutura a tabela progressiva mensal do Imposto sobre a Renda das Pessoas F\u00edsicas (IRPF). A proposta em an\u00e1lise na C\u00e2mara dos Deputados prev\u00ea oito faixas, com al\u00edquota final de 35% \u2013 <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/receitafederal\/pt-br\/assuntos\/meu-imposto-de-renda\/tabelas\/2024\">o limite hoje \u00e9 de 27,5%<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Os autores da proposta, deputados S\u00e2mia Bomfim (Psol-SP), Fernanda Melchionna (Psol-RS) e Glauber Braga (Psol-RJ), explicam que a ideia \u00e9 corrigir parte da defasagem na tabela, com isen\u00e7\u00e3o para pessoas f\u00edsicas que ganham at\u00e9 R$ 5 mil e criar novas faixas que culminam em 35% para rendimentos acima de R$ 39,3 mil.<\/p>\n\n\n\n<p>Recursos obtidos por meio da progressividade, segundo eles, poder\u00e3o fomentar investimentos em desenvolvimento sustent\u00e1vel, ampliando oportunidades para a mobilidade social e contribuindo para a formaliza\u00e7\u00e3o das rendas.<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00f3ximos passos<br>O projeto tramita em car\u00e1ter conclusivo e ser\u00e1 analisado pelas comiss\u00f5es de Finan\u00e7as e Tributa\u00e7\u00e3o; e de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania.<\/p>\n\n\n\n<p>Para virar lei, ter\u00e1 de ser aprovado pela C\u00e2mara e pelo Senado.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1134057-projeto-reestrutura-a-tabela-mensal-do-imposto-de-renda\/\">https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1134057-projeto-reestrutura-a-tabela-mensal-do-imposto-de-renda\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>C\u00e2mara aprova prazo maior para micro e pequenas empresas pagarem tributos em caso de calamidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 18\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A C\u00e2mara dos Deputados aprovou nesta ter\u00e7a-feira (18) proposta que prorroga por seis meses o vencimento de tributos do Simples Nacional em munic\u00edpios atingidos por calamidade p\u00fablica. O texto ser\u00e1 enviado ao Senado.<\/p>\n\n\n\n<p>De autoria da deputada Julia Zanatta (PL-SC), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 223\/23 foi aprovado com parecer favor\u00e1vel da relatora, deputada Franciane Bayer (Republicanos-RS). Ela apresentou apenas uma emenda de reda\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o altera a medida prevista.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta favorece empresas com matriz nos munic\u00edpios listados em decreto estadual de calamidade p\u00fablica reconhecido pelo Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o e do Desenvolvimento Regional. O pagamento dos tributos ser\u00e1 regulamentado por resolu\u00e7\u00e3o do Comit\u00ea Gestor do Simples Nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>A relatora disse que os impactos sofridos por centenas de cidades nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e tamb\u00e9m outras ocorr\u00eancias nas cidades de S\u00e3o Paulo, Salvador, Recife e Belo Horizonte ressaltam a necessidade de um tratamento tribut\u00e1rio diferenciado para as micro e pequenas empresas no caso de calamidades.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEmbora seja do conhecimento de todos, faz-se necess\u00e1ria uma reflex\u00e3o sobre impactos que ultrapassam a sustenta\u00e7\u00e3o das micro e pequenas empresas, que, al\u00e9m disso, deixam inoperantes parcialmente ou totalmente o sistema de sa\u00fade, as escolas, os transportes, a \u00e1rea de seguran\u00e7a\u201d, disse Franciane Bayer.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ela, \u00e9 necess\u00e1rio um esfor\u00e7o conjunto de todos os entes federativos (Uni\u00e3o, estados, Distrito Federal e munic\u00edpios) para tecer medidas de car\u00e1ter emergencial que visem minimizar impactos. \u201cAs micro e pequenas empresas inseridas no regime tribut\u00e1rio do Simples Nacional t\u00eam em si maior fragilidade, da\u00ed porque devem ser protegidas para que possam sobreviver\u201d, acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<p>A autora do projeto, deputada Julia Zanatta, tamb\u00e9m ressaltou a import\u00e2ncia da proposta para os estados do Sul do Brasil que, recentemente, foram atingidos por enchentes, mas tamb\u00e9m para outros estados do Pa\u00eds que sofreram cat\u00e1strofes clim\u00e1ticas. &#8220;Aquele empres\u00e1rio que \u00e9 menor, quando \u00e9 atingido por uma cat\u00e1strofe, sempre \u00e9 o que mais sofre para se reerguer, se recuperar&#8221;, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00edvio financeiro<br>Julia Zanatta disse que o projeto vai criar um ambiente favor\u00e1vel para que os pequenos empreendimentos consigam continuar funcionando. &#8220;Para dar um al\u00edvio financeiro a essas pessoas que t\u00eam um mercadinho, uma padaria, que representam 90% das empresas no Brasil.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o debate do texto em Plen\u00e1rio, o deputado Tarc\u00edsio Motta (Psol-RJ) chamou a aten\u00e7\u00e3o para a necessidade de novas pol\u00edticas p\u00fablicas para os desastres socioambientais. &#8220;Precisamos mudar a nossa rela\u00e7\u00e3o com o clima para fazer com que n\u00e3o piore muito a situa\u00e7\u00e3o da natureza; prevenir e adaptar os territ\u00f3rios para que os danos, quando os desastres vierem, sejam menores; e cuidar das pessoas que foram atingidas pelos desastres quando eles vierem&#8221;, enumerou.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1134477-camara-aprova-prazo-maior-para-micro-e-pequenas-empresas-pagarem-tributos-em-caso-de-calamidade\/\">https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1134477-camara-aprova-prazo-maior-para-micro-e-pequenas-empresas-pagarem-tributos-em-caso-de-calamidade\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Secret\u00e1rio Bernard Appy tranquiliza o setor privado sobre cobran\u00e7a de IBS e CBS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 19\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O secret\u00e1rio extraordin\u00e1rio da Reforma Tribut\u00e1ria do Minist\u00e9rio da Fazenda,&nbsp;Bernard&nbsp;Appy, tranquilizou o setor privado, na ter\u00e7a-feira (18\/2), quanto \u00e0 mudan\u00e7a do modelo de sistemas para a cobran\u00e7a da Contribui\u00e7\u00e3o sobre Bens e Servi\u00e7os (CBS) e do Imposto sobre Bens e Servi\u00e7os (IBS). \u201cCom certeza haver\u00e1 bom senso, acho que isso \u00e9 importante entenderem. Ningu\u00e9m vai chegar e falar que tem um m\u00eas para ajustar os sistemas de todo o setor privado para poder se adequar ao novo modelo. Obviamente, n\u00e3o vai acontecer isso. Certamente haver\u00e1 bom senso nesse processo\u201d, assegurou.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o semin\u00e1rio online \u201cA Lei Complementar 214: Impactos imediatos para os contribuintes\u201d, organizado pelo portal de not\u00edcias Migalhas, o secret\u00e1rio abordou os desdobramentos da recente aprova\u00e7\u00e3o da Lei Complementar 214, que reestrutura os tributos sobre consumo no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele comentou que \u201co desafio \u00e9 grande\u201d e explicou que no in\u00edcio de 2026 j\u00e1 dever\u00e1 ser poss\u00edvel iniciar o per\u00edodo de teste, mas sempre lembrando que, pelo que foi aprovado, n\u00e3o haver\u00e1 cobran\u00e7a de CBS e IBS no ano que vem. \u201cHaver\u00e1 exig\u00eancia de obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias, mas n\u00e3o a cobran\u00e7a, ou seja, quem cumprir as obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias n\u00e3o ser\u00e1 obrigado a pagar o IBS e a CBS\u201d, salientou.<\/p>\n\n\n\n<p>Appy lembrou que estava prevista a cobran\u00e7a com al\u00edquota de 0,9% da CBS e 0,1% do IBS, o que seria compensado com a arrecada\u00e7\u00e3o da Cofins, mas, na tramita\u00e7\u00e3o pelo Senado, foi definida a dispensa caso houvesse o cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele, \u201co desafio \u00e9 grande, mas est\u00e1 sendo feito um trabalho para que, talvez n\u00e3o todos os sistemas, mas os mais importantes, inclusive de apura\u00e7\u00e3o assistida, j\u00e1 estejam operacionais no in\u00edcio de 2026\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Meses de adapta\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Appy refor\u00e7ou, no entanto, que haver\u00e1 flexibilidade e que em 2026, se for preciso, pode haver alguns meses de adapta\u00e7\u00e3o at\u00e9 que seja, de fato, iniciado o per\u00edodo de teste com todas as suas caracter\u00edsticas. Inclusive, alguns sistemas podem at\u00e9 mesmo entrar ao longo do ano. \u201cN\u00e3o deve estar tudo prontinho e acabado na virada do ano, mas de fato a cobran\u00e7a mesmo come\u00e7a em 2027\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>O importante, de acordo com Appy, \u00e9 que haja um per\u00edodo razo\u00e1vel em 2026 em que o teste esteja funcionando com todos os sistemas. Ele frisou, por\u00e9m, que \u201cn\u00e3o tem como chegar em dezembro de 2026 e n\u00e3o estar com todos os sistemas operando, j\u00e1 em per\u00edodo de teste\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Appy disse entender que \u201co setor privado est\u00e1 ansioso\u201d, mas adiantou que, em breve, v\u00e3o come\u00e7ar a ser passadas informa\u00e7\u00f5es mais detalhadas sobre a estrutura\u00e7\u00e3o dos sistemas e das interfaces de programa\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00f5es (APIs, na sigla em ingl\u00eas) para a interface com os sistemas dos novos tributos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 uma mudan\u00e7a muito grande, \u00e9 realmente uma mudan\u00e7a muito grande. Hoje voc\u00ea tem a apura\u00e7\u00e3o mensal, agora voc\u00ea vai ter um sistema basicamente de conta corrente, d\u00e9bitos, cr\u00e9ditos constitu\u00eddos, extintos, ou seja, tem uma mudan\u00e7a bastante grande para um novo modelo, mas est\u00e1 sendo feito\u201d, ponderou.<\/p>\n\n\n\n<p>PLP 108\/24<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o evento, o secret\u00e1rio tamb\u00e9m destacou a import\u00e2ncia da aprova\u00e7\u00e3o do Projeto de Lei Complementar 108 (PLP 108\/24), que j\u00e1 passou pela C\u00e2mara, mas ainda est\u00e1 tramitando no Senado. \u201cEle \u00e9 fundamental para que a forma tribut\u00e1ria seja implementada\u201d, justificou, ressaltando que, sem o PLP 108, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel fazer funcionar o IBS. \u201c\u00d3bvio que a gente tem que respeitar o tempo do Congresso Nacional, mas eu acredito que, ainda neste primeiro semestre, o PLP 108 vai ser aprovado\u201d, previu.<\/p>\n\n\n\n<p>O painel com o secret\u00e1rio Bernard Appy foi mediado pela advogada e doutora em Direito Tribut\u00e1rio Susy Hoffmann e tamb\u00e9m contou com a participa\u00e7\u00e3o da secret\u00e1ria especial adjunta da Receita Federal do Brasil, Adriana Gomes Rego.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2025\/fevereiro\/secretario-bernard-appy-tranquiliza-o-setor-privado-sobre-cobranca-de-ibs-e-cbs\">https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2025\/fevereiro\/secretario-bernard-appy-tranquiliza-o-setor-privado-sobre-cobranca-de-ibs-e-cbs<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Eduardo Braga ser\u00e1 relator da 2\u00aa parte da regulamenta\u00e7\u00e3o da reforma tribut\u00e1ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 20\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi anunciado pelo presidente da Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a, Otto Alencar (PSD-BA), como relator do projeto de lei complementar (<a href=\"https:\/\/www25.senado.leg.br\/web\/atividade\/materias\/-\/materia\/166095\">PLP 108\/2024<\/a>) que cria o Comit\u00ea Gestor do Imposto sobre Bens e Servi\u00e7os (IBS). Essa \u00e9 a segunda proposta de regulamenta\u00e7\u00e3o da reforma tribut\u00e1ria que ser\u00e1 analisada pelo Senado.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/audios\/2025\/02\/eduardo-braga-sera-relator-da-2a-parte-da-regulamentacao-da-reforma-tributaria\">https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/audios\/2025\/02\/eduardo-braga-sera-relator-da-2a-parte-da-regulamentacao-da-reforma-tributaria<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Projeto permite cancelamento de contribui\u00e7\u00e3o sindical pela internet<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 20\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Projeto de Lei 4055\/24 permite que o cancelamento da contribui\u00e7\u00e3o sindical seja feito por meio de plataformas digitais. O projeto insere a medida na <a href=\"https:\/\/www2.camara.leg.br\/legin\/fed\/declei\/1940-1949\/decreto-lei-5452-1-maio-1943-415500-norma-pe.html\">Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT)<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>A solicita\u00e7\u00e3o ser\u00e1 realizada em aplicativos oficiais do governo, como o \u201cgov.br\u201d, ou de empresas privadas, al\u00e9m de plataformas sindicais. Para fazer o pedido, o trabalhador dever\u00e1 autenticar sua identidade digitalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o autor, deputado Rodrigo Valadares (Uni\u00e3o-SE), a proposta visa adaptar a administra\u00e7\u00e3o sindical \u00e0s novas tecnologias, &#8220;facilitando a comunica\u00e7\u00e3o com os trabalhadores e permitindo um controle mais eficiente e transparente dos pedidos de cancelamento, evitando que os trabalhadores tenham que ficar em filas em sindicatos para cancelar a cobran\u00e7a&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Pela proposta, os sindicatos ter\u00e3o dez dias para atender ao pedido, do contr\u00e1rio o cancelamento do desconto da contribui\u00e7\u00e3o sindical ser\u00e1 autom\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<p>O texto tamb\u00e9m determina que os sindicatos guardem os pedidos recebidos, seja por meio digital ou f\u00edsico, pelo prazo m\u00ednimo de cinco anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00f3ximos passos<br>A proposta ser\u00e1 analisada de forma conclusiva pelas comiss\u00f5es de Trabalho; e de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania.<\/p>\n\n\n\n<p>Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada por deputados e senadores.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1130469-projeto-permite-cancelamento-de-contribuicao-sindical-pela-internet\/\">https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/1130469-projeto-permite-cancelamento-de-contribuicao-sindical-pela-internet\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Receita Federal abre nesta sexta-feira, 21, consulta ao lote residual de restitui\u00e7\u00e3o do IRPF do m\u00eas de fevereiro\/2025<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 20\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A partir das 10 horas desta sexta-feira (21), o lote residual de restitui\u00e7\u00e3o do IRPF do m\u00eas de fevereiro de 2025 estar\u00e1 dispon\u00edvel para consulta.<\/p>\n\n\n\n<p>O cr\u00e9dito banc\u00e1rio das 105.919 restitui\u00e7\u00f5es ser\u00e1 realizado ao longo do dia 28 de fevereiro, no valor total de R$ 314.379.905,82. Desse total, R$ 211.848.027,86 ser\u00e3o destinados a contribuintes que possuem prioridade legal, o que corresponde a 3.159 restitui\u00e7\u00f5es para idosos acima de 80 anos, 17.603 restitui\u00e7\u00f5es para aqueles entre 60 e 79 anos, 2.505 restitui\u00e7\u00f5es para pessoas com alguma defici\u00eancia f\u00edsica ou mental ou mol\u00e9stia grave e 4.272 restitui\u00e7\u00f5es para contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magist\u00e9rio. Al\u00e9m disso, 60.333 restitui\u00e7\u00f5es ser\u00e3o destinadas aos que n\u00e3o possuem prioridade legal, mas que receberam prioridade por terem utilizado a Declara\u00e7\u00e3o pr\u00e9-preenchida ou optado por receber a restitui\u00e7\u00e3o via PIX. Foram contempladas ainda 18.047 restitui\u00e7\u00f5es destinadas a contribuintes n\u00e3o priorit\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber se a restitui\u00e7\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel, o contribuinte deve acessar a p\u00e1gina da Receita na internet&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fwww.gov.br%2Freceitafederal%2Fpt-br&amp;data=05%7C02%7CASCOM.RFOC%40rfb.gov.br%7Ccd997a3ffd2f4f4fd06208dd51aaeb9b%7C6f49aa43822a4c209670db7700bf1eb0%7C0%7C0%7C638756516745189045%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=55awJGHBRiE%2F0NZXAuzy%2Fz7ma1Ydfe3cyLr6DZiFtH8%3D&amp;reserved=0\">Receita Federal \u2014 Receita Federal<\/a>, clicar em &#8220;Meu Imposto de Renda&#8221; e, em seguida, em &#8220;Consultar a Restitui\u00e7\u00e3o&#8221;. A p\u00e1gina apresenta orienta\u00e7\u00f5es e os canais de presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, permitindo uma consulta simplificada ou uma consulta completa da situa\u00e7\u00e3o da declara\u00e7\u00e3o, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Se identificar alguma pend\u00eancia na declara\u00e7\u00e3o, o contribuinte pode retificar a declara\u00e7\u00e3o, corrigindo as informa\u00e7\u00f5es que porventura estejam equivocadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que possibilita consultar diretamente em suas bases informa\u00e7\u00f5es sobre libera\u00e7\u00e3o das restitui\u00e7\u00f5es do IRPF e a situa\u00e7\u00e3o cadastral de uma inscri\u00e7\u00e3o no CPF.<\/p>\n\n\n\n<p>A Receita Federal assume o compromisso de realizar pagamento de restitui\u00e7\u00f5es apenas em conta banc\u00e1ria de titularidade do contribuinte. Dessa forma, as rotinas de seguran\u00e7a impedem o pagamento caso ocorra erro nos dados banc\u00e1rios informados ou algum problema na conta destino.<\/p>\n\n\n\n<p>Para n\u00e3o haver preju\u00edzo ao contribuinte, ela oferece o servi\u00e7o de reagendamento disponibilizado pelo agente financeiro Banco do Brasil (BB) pelo prazo de at\u00e9 1 (um) ano da primeira tentativa de cr\u00e9dito. Assim, o contribuinte poder\u00e1 corrigir os dados banc\u00e1rios para uma conta de sua titularidade. Neste caso, o cidad\u00e3o poder\u00e1 reagendar o cr\u00e9dito dos valores de forma simples e r\u00e1pida pelo Portal BB, acessando o endere\u00e7o:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.bb.com.br\/irpf\">https:\/\/www.bb.com.br\/irpf<\/a>, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Ao utilizar esse servi\u00e7o o contribuinte deve informar o valor da restitui\u00e7\u00e3o e o n\u00famero do recibo da declara\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s isso, deve-se aguardar nova tentativa de cr\u00e9dito.<\/p>\n\n\n\n<p>Caso o contribuinte n\u00e3o resgate o valor de sua restitui\u00e7\u00e3o no prazo de 1 (um) ano, dever\u00e1 requer\u00ea-lo pelo Portal e-CAC, dispon\u00edvel no site da Receita Federal, acessando o menu Declara\u00e7\u00f5es e Demonstrativos &gt; Meu Imposto de Renda e clicando em &#8220;Solicitar restitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o resgatada na rede banc\u00e1ria&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/receitafederal\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2025\/fevereiro\/receita-federal-abre-nesta-sexta-feira-21-consulta-ao-lote-residual-de-restituicao-do-irpf-do-mes-de-fevereiro-2025\">https:\/\/www.gov.br\/receitafederal\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2025\/fevereiro\/receita-federal-abre-nesta-sexta-feira-21-consulta-ao-lote-residual-de-restituicao-do-irpf-do-mes-de-fevereiro-2025<\/a><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>ESTADUAIS:&nbsp;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Sefaz utiliza Intelig\u00eancia Artificial para detectar empresas noteiras<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 19\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A Secretaria da Fazenda do Cear\u00e1 (Sefaz-CE), por meio do trabalho articulado da Intelig\u00eancia Fiscal, atuou na detec\u00e7\u00e3o de 53 empresas envolvidas em esquemas de fraude e crimes contra a ordem tribut\u00e1ria, tamb\u00e9m conhecidas como \u201cempresas noteiras\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Utilizando Intelig\u00eancia Artificial (IA) como ferramenta de an\u00e1lise, o Fisco estadual identificou a emiss\u00e3o de notas fiscais com padr\u00f5es de movimenta\u00e7\u00e3o suspeitos. Como resultado da investiga\u00e7\u00e3o, a Sefaz-CE deve anular a inscri\u00e7\u00e3o estadual das empresas detectadas,&nbsp;nos termos da legisla\u00e7\u00e3o vigente.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas empresas j\u00e1 emitiram R$ 1,62 bilh\u00e3o em notas fiscais, com R$ 139 milh\u00f5es de Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS), al\u00e9m de terem sido destinat\u00e1rias de documentos fiscais que somam R$ 979 milh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o coordenador de Pesquisa e An\u00e1lise Fiscal da Sefaz-CE, Glison Pinheiro, as pr\u00e1ticas dessas empresas s\u00e3o extremamente danosas para a sociedade. \u201cAl\u00e9m de causar preju\u00edzo direto ao Fisco ao provocar uma redu\u00e7\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o do ICMS, promovem a concorr\u00eancia desleal, prejudicando os contribuintes que cumprem com as suas obriga\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias\u201d, pontuou o servidor.<\/p>\n\n\n\n<p>Entenda o que s\u00e3o empresas noteiras<\/p>\n\n\n\n<p>Empresas noteiras s\u00e3o criadas com o objetivo de executar opera\u00e7\u00f5es fraudulentas ou simuladas, tais como emitir notas fiscais falsas para beneficiar estabelecimentos com mercadorias irregulares, dentre outras condutas ilegais. Apesar de possu\u00edrem inscri\u00e7\u00e3o estadual, n\u00e3o exercem atividade econ\u00f4mica produtiva, servindo apenas como instrumento para cometer fraudes fiscais.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o coordenador de an\u00e1lise fiscal da Sefaz-CE, o combate \u00e0s empresas noteiras \u00e9 um desafio que atinge todos os fiscos, sejam da esfera estadual ou da Uni\u00e3o. \u201cNa maioria das vezes, as empresas noteiras nem existem fisicamente, simplesmente emitem notas fiscais para simular opera\u00e7\u00f5es que efetivamente n\u00e3o ocorrem e tentam dissimular, ocultando os reais destinat\u00e1rios das mercadorias, que s\u00e3o os maiores benefici\u00e1rios com o n\u00e3o recolhimento do imposto devido\u201d, explicou.<\/p>\n\n\n\n<p>Os crimes praticados por esses esquemas tamb\u00e9m envolvem sonega\u00e7\u00e3o, transfer\u00eancia indevida de cr\u00e9ditos de ICMS, registro de despesas fict\u00edcias, manipula\u00e7\u00e3o do faturamento anual para permitir o enquadramento no regime do Simples Nacional, ou mesmo lavagem de dinheiro. Essas pr\u00e1ticas acarretam perdas arrecadat\u00f3rias para o Estado e prejudicam a economia, produzindo concorr\u00eancia desleal no ambiente de neg\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<p>IA como ferramenta de Intelig\u00eancia Fiscal<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme o coordenador, a utiliza\u00e7\u00e3o de intelig\u00eancia artificial na detec\u00e7\u00e3o de empresas noteiras j\u00e1 \u00e9 uma realidade no Fisco cearense. \u201cO modelo desenvolvido est\u00e1 em constante aperfei\u00e7oamento, mas j\u00e1 proporciona uma maior celeridade na identifica\u00e7\u00e3o dessas empresas e, consequentemente, consiste numa resposta r\u00e1pida e eficaz no combate \u00e0 sonega\u00e7\u00e3o\u201d, ressaltou.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho foi uma parceria entre Coordenadoria de Pesquisa e An\u00e1lise Fiscal (Copaf), Coordenadoria de An\u00e1lise Avan\u00e7ada de Dados (Coaad), Coordenadoria de Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o (Cotic), Coordenadoria de Atendimento e Execu\u00e7\u00e3o (Coate) e Coordenadoria de Fiscaliza\u00e7\u00e3o de Mercadorias em Tr\u00e2nsito (Cofit).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-secretaria-da-fazenda wp-block-embed-secretaria-da-fazenda\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/www.sefaz.ce.gov.br\/2025\/02\/19\/sefaz-utiliza-inteligencia-artificial-para-detectar-empresas-noteiras\/\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"2\">\n<li><strong>MUNICIPAIS:<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>NOT\u00cdCIAS SOBRE DECIS\u00d5ES ADMINISTRATIVAS FEDERAIS:&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Carf aprova distribui\u00e7\u00e3o desproporcional de lucros em sociedade de m\u00e9dicos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 19\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>Por unanimidade, a 1\u00aa Turma da 2\u00aa C\u00e2mara da 2\u00aa Se\u00e7\u00e3o do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) reconheceu a legitimidade da distribui\u00e7\u00e3o desproporcional de lucros em uma sociedade de m\u00e9dicos, afastando a incid\u00eancia de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria sobre os valores pagos aos profissionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a defesa, trata-se de uma pessoa jur\u00eddica formada por m\u00e9dicos que presta servi\u00e7os a hospitais, sendo que um dos s\u00f3cios possui a maior participa\u00e7\u00e3o no capital. Os atendimentos s\u00e3o faturados em nome da sociedade, e os valores s\u00e3o distribu\u00eddos como lucro aos s\u00f3cios, conforme a quantidade de servi\u00e7os prestados.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o Fisco, esses valores deveriam ser caracterizados como pr\u00f3-labore, pois n\u00e3o remuneram capital investido e s\u00e3o repassados aos profissionais conforme a quantidade de trabalho. Ainda que feitos neste formato, segundo a fiscaliza\u00e7\u00e3o, os pagamentos n\u00e3o deveriam ocorrer de forma desproporcional, pois a remunera\u00e7\u00e3o de s\u00f3cio deve ocorrer de acordo com a sua participa\u00e7\u00e3o na sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>O advogado representante do contribuinte argumentou que n\u00e3o h\u00e1 uma norma que pro\u00edba os s\u00f3cios de assumir o risco do neg\u00f3cio sem previs\u00e3o de um valor fixo pelo trabalho. Disse ainda que nesse tipo de sociedade a distribui\u00e7\u00e3o desproporcional \u00e9 uma pr\u00e1tica comum, onde quem mais contribui para o faturamento recebe uma parcela maior dos lucros.<\/p>\n\n\n\n<p>O relator, conselheiro Fernando Gomes Favacho, acolheu os argumentos da defesa ao reconhecer a validade da distribui\u00e7\u00e3o desproporcional e entender que, de fato, n\u00e3o existe norma que pro\u00edba a distribui\u00e7\u00e3o exclusivamente via dividendos, sem a obrigatoriedade de pr\u00f3-labore. Seu entendimento foi seguido pela turma.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo \u00e9 o de n\u00famero 10166.724874\/2019-35 e envolve a HCB Cardiologistas S\/S Ltda.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tributos\/carf-aprova-distribuicao-desproporcional-de-lucros-em-sociedade-de-medicos\">https:\/\/www.jota.info\/tributos\/carf-aprova-distribuicao-desproporcional-de-lucros-em-sociedade-de-medicos<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Carf mant\u00e9m imposto sobre cont\u00eaineres roubados no Porto de Itagua\u00ed-RJ<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 20\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) manteve a cobran\u00e7a de R$ 58.862.033,40 em multas e&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-fev-04\/carf-desobriga-itau-a-pagar-r-4-bi-por-processo-de-incorporacao-do-unibanco\/\">tributos<\/a>&nbsp;de importa\u00e7\u00e3o sobre 17 cont\u00eaineres roubados no terminal Sepetiba Tecon, no Porto de Itagua\u00ed (RJ). O relator do recurso, La\u00e9rcio Uliana, entendeu que n\u00e3o houve cuidado da empresa respons\u00e1vel na seguran\u00e7a dos cont\u00eaineres.<\/p>\n\n\n\n<p>Em sindic\u00e2ncia aberta para avaliar a situa\u00e7\u00e3o do roubo, foi descoberto que a sa\u00edda da mercadoria do terminal foi autorizada pelos pr\u00f3prios empregados. Dessa forma, a responsabilidade pelo preju\u00edzo foi atribu\u00edda \u00e0 Sepetiba Tecon, com responsabilidade solid\u00e1ria da Companhia Docas do Rio de Janeiro, respons\u00e1vel pela guarda do terminal.<\/p>\n\n\n\n<p>No processo, foram aplicadas multas referentes ao extravio das mercadorias, al\u00e9m de tributos. A empresa apresentou defesa, em que pediu a nulidade dos autos de infra\u00e7\u00e3o por cerceamento de defesa, j\u00e1 que n\u00e3o teve acesso integral ao processo de sindic\u00e2ncia. Al\u00e9m disso, foram questionados outros pontos.<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiramente, a empresa sustentou que n\u00e3o teve culpa pelo roubo dos cont\u00eaineres e que a multa equivalente ao valor das mercadorias \u00e9 ilegal. Para a empresa, a penalidade deveria recair sobre o importador ou sobre o propriet\u00e1rio dos bens, conforme o&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto-lei\/del1455.htm\">Decreto-Lei n\u00ba 1.455\/76<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>A empresa tamb\u00e9m pediu a redu\u00e7\u00e3o dos valores da multa e dos tributos, considerando o valor de arrecada\u00e7\u00e3o em leil\u00e3o das mercadorias roubadas. Al\u00e9m disso, alegou haver um erro na tributa\u00e7\u00e3o simplificada para dois cont\u00eaineres espec\u00edficos. Os tributos deveriam ser calculados com base nas declara\u00e7\u00f5es de importa\u00e7\u00e3o j\u00e1 registradas, de acordo com a empresa.<\/p>\n\n\n\n<p>O relator entendeu que n\u00e3o houve cuidado na seguran\u00e7a dos cont\u00eaineres. De acordo com o entendimento de Uliana e com a jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, quando o contribuinte n\u00e3o toma todos os cuidados, \u00e9 devida a incid\u00eancia dos impostos de importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O colegiado acompanhou a fundamenta\u00e7\u00e3o do relator e negou provimento ao recurso da Sepetiba por&nbsp;unanimidade, mantendo a tributa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O advogado&nbsp;Diego Diniz Ribeiro,&nbsp;do escrit\u00f3rio Daniel &amp; Diniz Advocacia Tribut\u00e1ria, pondera que a decis\u00e3o foi equivocada. \u201cN\u00e3o se pode normalizar a exist\u00eancia de um furto do qual o administrado foi v\u00edtima, o que j\u00e1 seria suficiente para demonstrar a exist\u00eancia de caso fortuito. No mais, no espec\u00edfico caso, os procedimentos administrativos que apuram a conduta infracional, em especial o Inqu\u00e9rito Policial, n\u00e3o foram disponibilizados para o administrado, o que prejudica demasiadamente a sua defesa\u201d, assinala.<\/p>\n\n\n\n<p>Processo 11684.720124\/2020-31<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-fev-20\/carf-mantem-imposto-sobre-conteineres-roubados-no-porto-de-itaguai-rj\/#:~:text=O%20Conselho%20Administrativo%20de%20Recursos,Porto%20de%20Itagua%C3%AD%20(RJ).\">https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-fev-20\/carf-mantem-imposto-sobre-conteineres-roubados-no-porto-de-itaguai-rj\/#:~:text=O%20Conselho%20Administrativo%20de%20Recursos,Porto%20de%20Itagua%C3%AD%20(RJ).<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>NOT\u00cdCIAS RELACIONADAS A DECIS\u00d5ES JUDICIAIS:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>FEDERAIS:&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Dino suspende julgamento sobre incid\u00eancia de ICMS em servi\u00e7os de telecom<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 17\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro do STF, Fl\u00e1vio Dino, pediu vista e suspendeu o julgamento de a\u00e7\u00e3o que questiona a cobran\u00e7a de imposto extra de 2% sobre servi\u00e7os de telefonia e internet na Para\u00edba.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o pedido de suspens\u00e3o, o julgamento, realizado em plen\u00e1rio virtual, contava apenas com o voto do relator, ministro Dias Toffoli, que reconheceu a constitucionalidade do adicional de ICMS at\u00e9 2022, quando a LC 194\/22 classificou os servi\u00e7os de telecomunica\u00e7\u00e3o como essenciais e afastou a cobran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>A a\u00e7\u00e3o foi movida pela Acel &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Nacional das Operadoras de Celulares e pela Abrafix &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Concession\u00e1rias de Servi\u00e7o Telef\u00f4nico Fixo Comutado, que alegam que a cobran\u00e7a \u00e9 inconstitucional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Elas sustentam que a legisla\u00e7\u00e3o estadual enquadrou os servi\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o como sup\u00e9rfluos para justificar o aumento do ICMS, quando, na realidade, telefone e internet s\u00e3o essenciais e n\u00e3o poderiam sofrer essa tributa\u00e7\u00e3o extra.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo da Para\u00edba defendeu a legalidade da cobran\u00e7a, afirmando que o tributo segue as normas previstas na Constitui\u00e7\u00e3o para o financiamento de fundos estaduais de combate \u00e0 pobreza.<\/p>\n\n\n\n<p>Voto do relator<\/p>\n\n\n\n<p>O relator do caso, ministro Dias Toffoli, destacou que, no julgamento do Tema 745, o STF firmou o entendimento de que a al\u00edquota de ICMS sobre energia el\u00e9trica e servi\u00e7os de telecomunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser superior \u00e0 aplicada a opera\u00e7\u00f5es em geral, pois esses servi\u00e7os s\u00e3o essenciais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, Toffoli esclareceu que, naquele caso, discutia-se a al\u00edquota b\u00e1sica do imposto, e n\u00e3o o adicional previsto no art. 82, \u00a7 1\u00ba, do ADCT para financiar fundos de combate \u00e0 pobreza.<\/p>\n\n\n\n<p>S.Exa. ressaltou que, historicamente, o STF validou a cria\u00e7\u00e3o desses adicionais, inclusive para tributos institu\u00eddos antes da EC 42\/03, ainda que em desacordo com normas constitucionais anteriores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao citar precedente, destacou que &#8220;a EC 42\/03 validou os adicionais criados pelos Estados e pelo Distrito Federal, ainda que estes estivessem em desacordo com o previsto na EC 31\/00.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, Toffoli observou que a LC 194\/22 alterou a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria ao classificar as comunica\u00e7\u00f5es como servi\u00e7os essenciais, impedindo a aplica\u00e7\u00e3o do adicional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, concluiu que a cobran\u00e7a na Para\u00edba era constitucional, mas sua efic\u00e1cia foi suspensa com a nova norma Federal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Embora o art. 2\u00ba, inciso I, al\u00ednea g, da lei 7.611\/04 do Estado da Para\u00edba seja constitucional, sua efic\u00e1cia foi suspensa com a superveni\u00eancia da LC 194\/22.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Com esse entendimento, o ministro votou pela constitucionalidade do adicional de ICMS sobre servi\u00e7os de telecomunica\u00e7\u00e3o na Para\u00edba at\u00e9 2022, mas reconheceu que, com a edi\u00e7\u00e3o da LC 194\/22, a cobran\u00e7a perdeu efic\u00e1cia, ficando suspensa a partir dessa data.<\/p>\n\n\n\n<p>Processo:&nbsp;ADIn 7.716<\/p>\n\n\n\n<p>Leia o voto do relator.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.migalhas.com.br\/quentes\/424792\/dino-pausa-julgamento-sobre-incidencia-de-icms-em-servicos-de-telecom\">https:\/\/www.migalhas.com.br\/quentes\/424792\/dino-pausa-julgamento-sobre-incidencia-de-icms-em-servicos-de-telecom<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>STF invalida norma tribut\u00e1ria que favorecia indevidamente produtos produzidos no Rio de Janeiro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 17\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, invalidou trecho de uma lei Estado do Rio de Janeiro que suspendia o recolhimento antecipado do ICMS nas opera\u00e7\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o interna de algumas mercadorias quando produzidas por cacha\u00e7arias, alambiques ou estabelecimentos industriais localizados no territ\u00f3rio estadual, mantendo o recolhimento para produtos produzidos fora. Para o Tribunal, o tratamento tribut\u00e1rio distinto com base na proced\u00eancia do produto ofende o pacto federativo e o princ\u00edpio da isonomia.<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o foi tomada na sess\u00e3o virtual encerrada em 14\/2, no julgamento da A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7476, proposta pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de \u00c1guas Minerais.<\/p>\n\n\n\n<p>Produ\u00e7\u00e3o local<\/p>\n\n\n\n<p>A Lei estadual 2.657\/1996 suspendeu a aplica\u00e7\u00e3o do regime de substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria do ICMS, que antecipa e centraliza a cobran\u00e7a de um tributo em apenas um contribuinte, nas opera\u00e7\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, latic\u00ednios e bebidas alco\u00f3licas produzidas no estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Tratamento favor\u00e1vel<\/p>\n\n\n\n<p>Em seu voto, o relator da a\u00e7\u00e3o, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que lei do Rio de Janeiro estabeleceu regime jur\u00eddico mais favor\u00e1vel para mercadorias oriundas do seu territ\u00f3rio. Esse regramento beneficiou as mercadorias fluminenses com a n\u00e3o reten\u00e7\u00e3o do ICMS, favorecendo sua comercializa\u00e7\u00e3o por um pre\u00e7o potencialmente inferior no in\u00edcio da cadeia de consumo, ainda que o tributo venha a ser recolhido posteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p>A seu ver, a dispensa legal da obriga\u00e7\u00e3o de antecipa\u00e7\u00e3o do tributo caracteriza tratamento fiscal mais ben\u00e9fico e, consequentemente, uma vantagem competitiva em rela\u00e7\u00e3o aos produtos com outra origem geogr\u00e1fica. Essa pr\u00e1tica \u00e9 vedada pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>Manipula\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro citou precedentes em que o Supremo recha\u00e7ou a validade de regimes de recolhimento de ICMS que manipulavam sua base de c\u00e1lculo para conferir vantagens competitivas para os fabricantes do pr\u00f3prio estado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-portal-de-noticias wp-block-embed-portal-de-noticias\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"5aR6EOsBoJ\"><a href=\"https:\/\/noticias.stf.jus.br\/postsnoticias\/stf-invalida-norma-tributaria-que-favorecia-indevidamente-produtos-produzidos-no-rio-de-janeiro\/\">STF invalida norma tribut\u00e1ria que favorecia indevidamente produtos produzidos no Rio de Janeiro<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;STF invalida norma tribut\u00e1ria que favorecia indevidamente produtos produzidos no Rio de Janeiro&#8221; &#8212; Portal de Noticias\" src=\"https:\/\/noticias.stf.jus.br\/postsnoticias\/stf-invalida-norma-tributaria-que-favorecia-indevidamente-produtos-produzidos-no-rio-de-janeiro\/embed\/#?secret=K1OwU3Ie6e#?secret=5aR6EOsBoJ\" data-secret=\"5aR6EOsBoJ\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>STF afasta lei que suspende recolhimento de ICMS-ST para mercadorias produzidas no RJ<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 18\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, de forma unanime, pela inconstitucionalidade de lei do Rio de Janeiro que suspendeu o recolhimento do ICMS Substitui\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria (ICMS-ST) nas opera\u00e7\u00f5es com mercadorias produzidas por estabelecimentos no estado, como cacha\u00e7arias, alambiques ou estabelecimentos industriais. Os ministros acompanharam o voto do relator, Alexandre de Moraes.<\/p>\n\n\n\n<p>O relator acolheu o pedido da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de \u00c1guas Minerais (Abinam) e declarou a inconstitucionalidade da express\u00e3o \u201clocalizados no Estado do Rio de Janeiro\u201d. O trecho \u00e9 previsto no artigo 22, par\u00e1grafo \u00fanico, I, da Lei 2.657\/1996 do estado. Para Moraes, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel \u201cperseverar lei estadual protecionista que tenha fixado uma vantagem competitiva por meio de t\u00e9cnica de recolhimento por antecipa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o haveria como promover, nos termos desta pe\u00e7a, \u2018a diminui\u00e7\u00e3o da carga tribut\u00e1ria\u2019 para criar \u2018condi\u00e7\u00f5es de competitividade e est\u00edmulo ao investimento\u2019, limitando o benef\u00edcio aos fabricantes fluminenses, sem distorcer a concorr\u00eancia\u201d, declarou o magistrado.<\/p>\n\n\n\n<p>Favorecimento ao Rio de Janeiro<\/p>\n\n\n\n<p>No pedido atendido pelo Supremo, a Abinam argumentou que a lei viola os princ\u00edpios constitucionais da isonomia, do pacto federativo, da n\u00e3o diferencia\u00e7\u00e3o, da livre iniciativa e da livre concorr\u00eancia. Para a associa\u00e7\u00e3o, a diferen\u00e7a de tratamento de substitui\u00e7\u00e3o em mat\u00e9ria tribut\u00e1ria entre os produtores do Rio de Janeiro e os de outros estados favorece as mercadorias fluminenses e cria um crit\u00e9rio ileg\u00edtimo de diferencia\u00e7\u00e3o que impacta negativamente os estabelecimentos de fora.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs destinat\u00e1rios acabar\u00e3o por adquirir o produto de fornecedor que n\u00e3o aplica a sistem\u00e1tica da substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, a fim de evitar o encargo da tributa\u00e7\u00e3o antecipada antes da realiza\u00e7\u00e3o de sua opera\u00e7\u00e3o mercantil, o que traz impactos financeiros aos estabelecimentos industriais que produzem mercadorias fora do estado do Rio de Janeiro\u201d, afirma a Abinam na peti\u00e7\u00e3o ao STF.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes da decis\u00e3o da Corte, a Advocacia-Geral da Rep\u00fablica (AGU) e a Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica (PGR) foram favor\u00e1veis ao pedido da entidade e tamb\u00e9m consideraram a lei fluminense inconstitucional em pareceres ao Supremo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCrit\u00e9rio ileg\u00edtimo de diferencia\u00e7\u00e3o que se baseia unicamente na origem da mercadoria, privilegiando bebidas que s\u00e3o produzidas em estabelecimentos localizados em determinada unidade da federa\u00e7\u00e3o. Ofensa aos artigos 5\u00ba, caput, e 152, da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. Precedentes desta Suprema Corte\u201d, declarou a AGU.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo do estado do Rio de Janeiro, por outro lado, defendeu a norma como \u201cfruto do exerc\u00edcio do Poder Legislativo, como representa\u00e7\u00e3o da vontade popular\u201d. Declarou ao Supremo que a medida n\u00e3o trazia qualquer pr\u00e1tica discriminat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso chegou ao Tribunal em 2023. \u00c0 \u00e9poca, o ministro Alexandre de Moraes extinguiu o processo, sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito, por julgar que n\u00e3o havia comprova\u00e7\u00e3o da representatividade nacional da Abinam \u2013 portanto, ela n\u00e3o teria legitimidade para ajuizar uma ADI. A decis\u00e3o foi reconsiderada pelo ministro depois de um agravo regimental interposto pela entidade com novos documentos que comprovariam sua atua\u00e7\u00e3o em todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Caso trata da A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7476.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.jota.info\/tributos\/stf-afasta-lei-que-suspende-recolhimento-de-icms-st-para-mercadorias-produzidas-no-rj\">https:\/\/www.jota.info\/tributos\/stf-afasta-lei-que-suspende-recolhimento-de-icms-st-para-mercadorias-produzidas-no-rj<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRF-5 derruba \u2018quarentena\u2019 e obriga PGFN a fechar acordo de transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria com contribuinte<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 19\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Tribunal Regional Federal da 5\u00aa Regi\u00e3o (TRF-5) livrou um contribuinte de \u201cquarentena\u201d exigida pela Fazenda Nacional para a realiza\u00e7\u00e3o de nova transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria. O per\u00edodo de dois anos estabelecido para casos de empresas com acordos rescindidos por inadimpl\u00eancia foi derrubado por decis\u00e3o do desembargador Francisco Alves dos Santos J\u00fanior. O precedente \u00e9 in\u00e9dito, segundo especialistas. A decis\u00e3o liminar beneficia uma empresa que oferece cursos preparat\u00f3rios para o Exame Nacional do Ensino M\u00e9dio (Enem) e concursos p\u00fablicos. Ela determina que a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) feche acordo com o contribuinte inadimplente e que, at\u00e9 l\u00e1, suspenda a cobran\u00e7a de todas as d\u00edvidas tribut\u00e1rias, al\u00e9m de fornecer, se necess\u00e1rio, certid\u00e3o positiva com efeito de negativa, exceto se houver outro impedimento legal. Leia tamb\u00e9m: L\u00edder do governo contraria Lula e projeto que libera recursos vai \u00e0 vota\u00e7\u00e3o no Senado Ap\u00f3s ser avisado de den\u00fancia, Lula pede lista de envolvidos em tentativa de golpe de Estado A empresa, de Jo\u00e3o Pessoa, \u00e9 defendida pela advogada Josiane Ribeiro Minardi, s\u00f3cia da Minardi, Borges e F\u00f6ppel Advogados Associados. Segundo ela, em 2021 foi firmado acordo com a Receita Federal para o pagamento de d\u00edvidas. Tr\u00eas anos depois, a transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria foi rescindida por inadimpl\u00eancia. Agora, com os d\u00e9bitos inscritos na d\u00edvida ativa, a empresa quer um novo acordo, desta vez com a PGFN. Sem sucesso, em raz\u00e3o da quarentena prevista no artigo 18 da Portaria PGFN n\u00ba 6.757, de 2022, recorreu \u00e0 Justi\u00e7a. Pelo dispositivo, o contribuinte que teve uma negocia\u00e7\u00e3o rescindida n\u00e3o pode formalizar nova transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria por dois anos, ainda que referente a outras d\u00edvidas. Para o desembargador, no entanto, \u201cesse tipo de prazo n\u00e3o pode ser delegado a uma autoridade de terceiro escal\u00e3o, porque \u00e9 restritivo de direitos e s\u00f3 quem pode restringir direitos num regime democr\u00e1tico \u00e9 o legislador, por lei\u201d. E essa lei, acrescenta, tem de ser complementar, cujos requisitos de qu\u00f3rum s\u00e3o mais r\u00edgidos do que para aprova\u00e7\u00e3o de lei ordin\u00e1ria (processo n\u00ba 0801350-37.2025.4.05.0000). Na decis\u00e3o, o desembargador ainda critica a carga tribut\u00e1ria brasileira. \u201cSe o contribuinte ficou inadimplente em parcelamento anterior, certamente decorreu do insuport\u00e1vel peso da gigantesca carga tribut\u00e1ria que sufoca a todos na atualidade do nosso sofrido pa\u00eds\u201d, diz. O precedente ganha import\u00e2ncia diante do esfor\u00e7o da Uni\u00e3o de elevar a arrecada\u00e7\u00e3o federal. At\u00e9 outubro de 2024, de acordo com a PGFN, entraram nos cofres p\u00fablicos R$ 27,8 bilh\u00f5es por meio de acordos de transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria \u2013 mais da metade de todo o total de d\u00edvidas tribut\u00e1rias recuperadas pelo \u00f3rg\u00e3o, que foi de R$ 49,2 bilh\u00f5es no mesmo per\u00edodo. Josiane Minardi destaca que h\u00e1 empresas em situa\u00e7\u00e3o id\u00eantica que podem se beneficiar desse argumento. \u201cO desembargador decidiu, com raz\u00e3o, contra a portaria. Isso quer dizer que o contribuinte pode aderir a outro parcelamento quando quiser, n\u00e3o precisa esperar tanto tempo\u201d, afirma. Matheus Bueno, do Bueno Tax Lawyers, destaca que o precedente \u00e9 importante, apesar de se basear em um caso concreto. \u201cAs transa\u00e7\u00f5es vieram como substitutos para os antigos Refis, que passavam a impress\u00e3o ruim de premiar maus pagadores\u201d, diz. \u201cA solu\u00e7\u00e3o foi a transa\u00e7\u00e3o, que analisa a capacidade de pagamento e s\u00f3 se d\u00e1 o benef\u00edcio para quem realmente precisa. E uma das formas de evitar o abuso seria n\u00e3o dar para quem rescinde\u201d, explica. O problema, segundo Renato Peluzo, s\u00f3cio do TAGD advogados, \u00e9 que esse tipo de puni\u00e7\u00e3o parte da premissa de que todos os contribuintes que tiveram parcelamento anterior rescindido agiram de m\u00e1-f\u00e9. \u201cOcorre que, muitas vezes, a pr\u00f3pria procuradoria deixa de analisar a situa\u00e7\u00e3o real do contribuinte, fazendo com que ele n\u00e3o consiga arcar com as parcelas exigidas, o que demonstra na realidade uma viola\u00e7\u00e3o \u00e0 isonomia\u201d, diz. De acordo com Peluzo, \u00e9 a pr\u00f3pria objetividade da regra que impede o tratamento ison\u00f4mico. \u201cO objetivo da transa\u00e7\u00e3o \u00e9 permitir que o contribuinte possa adimplir com seus d\u00e9bitos de acordo com a capacidade de pagamento, devendo ser analisado o cen\u00e1rio atual com o objetivo de garantir a manuten\u00e7\u00e3o das atividades dos contribuintes e a manuten\u00e7\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o em favor do er\u00e1rio p\u00fablico.\u201d Para Leonardo Varella Giannetti, tributarista do Rolim Goulart Cardoso, apesar do precedente ser positivo para os contribuintes, ele \u00e9 raro e de dif\u00edcil replica\u00e7\u00e3o. \u201cA PGFN possui argumentos para defender a proporcionalidade e razoabilidade da medida como salvaguarda de eventuais abusos, especialmente por devedores que reiteradamente n\u00e3o conseguem cumprir os acordos e parcelamentos, por qualquer raz\u00e3o\u201d, afirma. A quest\u00e3o da legalidade levantada pelo desembargador na decis\u00e3o, acrescenta o advogado, \u201csoa estranha, a princ\u00edpio\u201d, pois o teor do artigo 18 da portaria da PGFN \u00e9 \u201ca repeti\u00e7\u00e3o da veda\u00e7\u00e3o prevista no artigo 4\u00ba, par\u00e1grafo 4, da Lei n\u00ba 13.988\/20\u201d, que disciplina a transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria. No TRF da 2\u00aa Regi\u00e3o, o mesmo pedido feito por outro contribuinte foi negado pelo desembargador Luiz Antonio Soares. Ele entendeu que n\u00e3o cabe \u201cao Poder Judici\u00e1rio, atuar como legislador positivo, criando benef\u00edcio n\u00e3o previsto no ordenamento tribut\u00e1rio, o que, al\u00e9m de n\u00e3o se coadunar com o princ\u00edpio da legalidade tribut\u00e1ria estrita, tamb\u00e9m colidiria com o princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o de poderes\u201d (processo n\u00ba 5004998-88.2024.4.02.0000). O TRF da 4\u00aa Regi\u00e3o adotou o mesmo entendimento para negar o pedido de outra empresa. Em decis\u00e3o da 1\u00aa Turma, pontua que \u201c\u00e9 prerrogativa da Fazenda P\u00fablica decidir os crit\u00e9rios e condi\u00e7\u00f5es para ades\u00e3o a programa de transa\u00e7\u00e3o\u201d (processo n\u00ba 5003903-32.2025.4.04.0000). Diante das dificuldades jur\u00eddicas, Leonardo Varella Giannetti aconselha o contribuinte a sustentar sua argumenta\u00e7\u00e3o \u00e0 Justi\u00e7a em particularidades f\u00e1ticas. \u201cO devedor deve fazer um esfor\u00e7o argumentativo, apoiando em fortes ind\u00edcios de sua situa\u00e7\u00e3o financeira, para sensibilizar o juiz a afastar, no caso concreto, a regra de veda\u00e7\u00e3o em raz\u00e3o de um cen\u00e1rio particular e espec\u00edfico de proporcionalidade.\u201d Em nota, a PGFN diz que reafirma seu compromisso de fazer valer a determina\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 13.988, que estipula a quarentena de dois anos. \u201cA inten\u00e7\u00e3o do legislador \u00e9 evidente no sentido de destacar a seriedade dos acordos resolutivos de lit\u00edgios firmados entre o devedor e a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/02\/19\/trf-5-derruba-quarentena-e-obriga-pgfn-a-fechar-acordo-de-transacao-tributaria-com-contribuinte.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/02\/19\/trf-5-derruba-quarentena-e-obriga-pgfn-a-fechar-acordo-de-transacao-tributaria-com-contribuinte.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Incid\u00eancia de cobran\u00e7a previdenci\u00e1ria sobre verba indenizat\u00f3ria \u00e9 indevida e pass\u00edvel de restitui\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 19\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A 3\u00aa Vara Federal de Santo \u00c2ngelo julgou procedente a\u00e7\u00e3o de uma servidora p\u00fablica estadual contra a Uni\u00e3o. A senten\u00e7a, da ju\u00edza Andr\u00e9ia Momolli, foi publicada no dia 15\/02.<\/p>\n\n\n\n<p>A autora requereu o reconhecimento da ilegalidade na incid\u00eancia de contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria sobre \u201cadicional de local de exerc\u00edcio\u201d e\/ou \u201cgratifica\u00e7\u00e3o dif\u00edcil acesso\u201d, solicitando, ainda, a restitui\u00e7\u00e3o dos valores que j\u00e1 haviam sido anteriormente descontados.<\/p>\n\n\n\n<p>O Estado do Rio Grande do Sul, sendo o empregador, possui a responsabilidade pelo repasse das verbas previdenci\u00e1rias para a Uni\u00e3o, por se tratar de v\u00ednculo celetista, que submete a servidora ao Regime Geral de Previd\u00eancia Social (RGPS).<\/p>\n\n\n\n<p>Ficou comprovado o recebimento do referido adicional, bem como sua inclus\u00e3o na base de c\u00e1lculo da contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria. Contudo, a legisla\u00e7\u00e3o acerca do tema caracteriza essa gratifica\u00e7\u00e3o como sendo verba indenizat\u00f3ria, o que impede a incid\u00eancia de tributa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm sendo assim, imp\u00f5e-se reconhecer a inexigibilidade da contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria pela parte autora sobre a verba &#8216;gratifica\u00e7\u00e3o dif\u00edcil acesso&#8217; e\/ou &#8216;adicional de local de exerc\u00edcio&#8217;, porquanto n\u00e3o integra o sal\u00e1rio de contribui\u00e7\u00e3o\u201d, concluiu a magistrada.<\/p>\n\n\n\n<p>O pedido de restitui\u00e7\u00e3o foi deferido, com base nas previs\u00f5es do C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional, sendo devida a devolu\u00e7\u00e3o do dobro dos valores descontados. Por haver prescri\u00e7\u00e3o quinquenal neste caso, a apura\u00e7\u00e3o dever\u00e1 retroagir apenas aos \u00faltimos cinco anos decorridos.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi declarada a irregularidade da cobran\u00e7a, sendo a Uni\u00e3o condenada a restituir os valores indevidamente arrecadados \u00e0 autora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Cabe recurso \u00e0s Turmas Recursais.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.trf4.jus.br\/trf4\/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=28915\">https:\/\/www.trf4.jus.br\/trf4\/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=28915<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Turma determina obrigatoriedade de contribui\u00e7\u00e3o ao Sesc por empresas de comunica\u00e7\u00e3o e publicidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 20\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A 13\u00aa Turma do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o (TRF1), por unanimidade, deu provimento \u00e0 apela\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o contra senten\u00e7a que acolheu o pedido de empresas, sob o fundamento de n\u00e3o terem obriga\u00e7\u00e3o de contribuir para o Servi\u00e7o Social do Com\u00e9rcio (SESC), em raz\u00e3o de n\u00e3o exercerem atividades comerciais e estarem vinculadas \u00e0 Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Comunica\u00e7\u00e3o e Publicidade (CONTCOP). A decis\u00e3o de 1\u00ba grau havia reconhecido essa isen\u00e7\u00e3o e determinado a devolu\u00e7\u00e3o dos valores pagos com corre\u00e7\u00e3o pela Taxa Selic.<\/p>\n\n\n\n<p>A Uni\u00e3o alegou que as empresas exercem atividades comerciais e, portanto, deveriam recolher a contribui\u00e7\u00e3o para o Sesc, apontando o artigo 577 da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT) como determinante para o enquadramento sindical, refor\u00e7ando a tese de que empresas prestadoras de servi\u00e7os tamb\u00e9m est\u00e3o obrigadas ao recolhimento, salvo integra\u00e7\u00e3o em outro sistema de servi\u00e7o social.<\/p>\n\n\n\n<p>O relator, desembargador federal Roberto Carvalho Veloso, ressaltou que &#8220;atualmente, o Superior Tribunal de Justi\u00e7a entende que as contribui\u00e7\u00f5es ao SESC e SENAC incidem sobre empresas prestadoras de servi\u00e7os que n\u00e3o estejam vinculadas a outro sistema de servi\u00e7o social espec\u00edfico. Nesse contexto, destaca-se o REsp n. 1.255.433\/SE, julgado sob a sistem\u00e1tica do art. 543-C do CPC\/1973, que resultou na S\u00famula 499\/STJ, com o seguinte teor: \u00b4as empresas prestadoras de servi\u00e7os est\u00e3o sujeitas \u00e0s contribui\u00e7\u00f5es ao SESC e SENAC, salvo se integradas noutro servi\u00e7o social\u00b4.\u201d Segundo o magistrado, a inexist\u00eancia de provas de que elas estivessem integradas a outra entidade do Sistema &#8220;S&#8221;, bem como a aus\u00eancia de entidade espec\u00edfica que ampare a categoria profissional dos empregados torna a exig\u00eancia leg\u00edtima de recolhimento das contribui\u00e7\u00f5es ao Servi\u00e7o Social do Com\u00e9rcio (SESC), concluiu.<\/p>\n\n\n\n<p>O voto foi acompanhado pelo Colegiado.<br>Processo: 0061949-25.2012.4.01.3400<br>Data do julgamento: 04\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>IL\/MLS<\/p>\n\n\n\n<p>Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social<br>Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.trf1.jus.br\/trf1\/noticias\/turma-determina-obrigatoriedade-de-contribuicao-ao-sesc-por-empresas-de-comunicacao-e-publicidade-\">https:\/\/www.trf1.jus.br\/trf1\/noticias\/turma-determina-obrigatoriedade-de-contribuicao-ao-sesc-por-empresas-de-comunicacao-e-publicidade-<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>STF mant\u00e9m suspens\u00e3o de PIS\/Cofins sobre reservas t\u00e9cnicas de seguradora<\/strong><br>Data: 21\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A 1\u00aa Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por unanimidade, um recurso da Uni\u00e3o no processo em que se discute a incid\u00eancia do PIS e da Cofins sobre as receitas oriundas de aplica\u00e7\u00f5es financeiras das reservas t\u00e9cnicas de seguradoras. Com a decis\u00e3o, fica mantida uma liminar em favor da Mongeral Aegon Seguros e Previd\u00eancia S\/A (MAG Seguros) para afastar a cobran\u00e7a dos tributos federais sobre essa base de c\u00e1lculo.<\/p>\n\n\n\n<p>O tema est\u00e1 em repercuss\u00e3o geral, ou seja, a decis\u00e3o de m\u00e9rito se aplicar\u00e1 para todo o Judici\u00e1rio. O julgamento desta semana, contudo, \u00e9 sobre um agravo da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) contra liminar concedida em novembro de 2023, pelo ministro Luiz Fux, \u00e0 MAG Seguros. A medida suspende a cobran\u00e7a at\u00e9 que haja uma decis\u00e3o definitiva sobre o assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o ocorreu no Plen\u00e1rio Virtual da Corte. Eles seguiram o entendimento do relator do caso, Luiz Fux. Ainda assim, \u00e9 poss\u00edvel que haja um pedido de vista ou destaque, o que pode suspender o julgamento ou lev\u00e1-lo ao Plen\u00e1rio f\u00edsico, o que zera o placar (RE 1479774).<\/p>\n\n\n\n<p>A tese j\u00e1 foi julgada desfavoravelmente aos bancos, em junho de 2023, por 8 votos a 1. Prevaleceu, naquele caso, o voto do ministro Dias Toffoli de que o conceito de faturamento \u00e9 o mesmo da receita bruta operacional decorrente das atividades empresariais t\u00edpicas das empresas. Por isso, para o ministro, incide o PIS e Cofins sobre receitas oriundas da \u201ccoleta, intermedia\u00e7\u00e3o ou aplica\u00e7\u00e3o de recursos financeiros pr\u00f3prios ou de terceiros\u201d pelas institui\u00e7\u00f5es financeiras t\u00edpicas, isto \u00e9, pelos bancos (RE 609096).<\/p>\n\n\n\n<p>As seguradoras tentam se distanciar desse entendimento para que o precedente n\u00e3o seja aplicado nesta tese. Foi assim que a MAG Seguros conseguiu a liminar no ano passado. A PGFN argumenta, por\u00e9m, que a tutela enseja um \u201crisco de dano grave e de dif\u00edcil repara\u00e7\u00e3o\u201d e que os precedentes do Supremo indicam uma conclus\u00e3o diversa, pela exig\u00eancia dos tributos sobre as reservas t\u00e9cnicas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel vislumbrar a probabilidade de provimento do recurso da empresa em seu m\u00e9rito\u201d, disse o \u00f3rg\u00e3o, na peti\u00e7\u00e3o. \u201cEm verdade, o cen\u00e1rio jur\u00eddico atual, considerando o n\u00famero de precedentes de m\u00e9rito a respeito da mat\u00e9ria, leva a crer que a probabilidade maior \u00e9 a de que se reconhe\u00e7a a legitimidade da incid\u00eancia fiscal\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Fux negou essa argumenta\u00e7\u00e3o, mantendo a liminar a favor do contribuinte. \u201cA decis\u00e3o atacada foi perfilhada segundo o regramento suso citado, tendo analisado o pleito em cotejo com os requisitos legais pertinentes e, \u00e0 luz destes, conclu\u00eddo pela presen\u00e7a, in casu, no momento processual respectivo, dos elementos cumulativos do fumus boni juris e do periculum in mora, de modo, destarte, a se legitimar e a se afigurar devida a atribui\u00e7\u00e3o de efeito suspensivo ao recurso extraordin\u00e1rio interposto\u201d, diz, no voto.<\/p>\n\n\n\n<p>A 1\u00aa Turma do STF deu o mesmo efeito suspensivo para a seguradora Mapfre, em outra a\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m para afastar a cobran\u00e7a de PIS\/Cofins sobre as receitas das aplica\u00e7\u00f5es financeiras oriundas das reservas t\u00e9cnicas, em setembro de 2023 (PET 9607).<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/02\/21\/stf-mantm-suspenso-de-piscofins-sobre-reservas-tcnicas-de-seguradora.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/02\/21\/stf-mantm-suspenso-de-piscofins-sobre-reservas-tcnicas-de-seguradora.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>STF julga Difal do ICMS com repercuss\u00e3o geral<\/strong><strong><br><\/strong>Data: 23\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) julgar\u00e1, com repercuss\u00e3o geral, quando o diferencial de al\u00edquotas (Difal) do ICMS deve ser cobrado \u2014 se a partir de abril de 2022, como defendem os Estados, ou apenas a partir de janeiro de 2023, como argumentam as empresas. A decis\u00e3o orientar\u00e1 todos os governos estaduais e magistrados do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>O Difal do ICMS \u00e9 usado para dividir a arrecada\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio eletr\u00f4nico entre o Estado de origem da empresa e o do consumidor. O tema interessa, particularmente, as varejistas e os Estados estimam que a tese possa ter impacto de R$ 9,8 bilh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o come\u00e7ou sexta-feira no Plen\u00e1rio Virtual, mas o ministro Nunes Marques pediu destaque. Assim, ela vai se reiniciar no Pleno f\u00edsico. Somente o ministro Alexandre de Moraes, que \u00e9 o relator do caso, havia votado.<\/p>\n\n\n\n<p>O debate gira em torno da aplica\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio da anterioridade nonagesimal (de 90 dias) ou anual, ap\u00f3s a entrada em vigor da Lei Complementar n\u00ba 190\/2022, que regulamenta sua sistem\u00e1tica de apura\u00e7\u00e3o. O STF j\u00e1 julgou esse tema no fim do ano de 2023, por meio de tr\u00eas a\u00e7\u00f5es diretas de inconstitucionalidade (ADIs). Na ocasi\u00e3o, decidiu que deveria ser aplicada a regra dos 90 dias, autorizando a cobran\u00e7a desde abril de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, a expectativa dos contribuintes \u00e9 que haja uma revers\u00e3o no entendimento da Corte, pois a composi\u00e7\u00e3o do STF mudou.<\/p>\n\n\n\n<p>Os ministros Ricardo Lewandowski e Rosa Weber se aposentaram e passaram a ocupar suas cadeiras Cristiano Zanin e Fl\u00e1vio Dino, respectivamente. Como Rosa e Lewandowski votaram a favor das empresas, a tend\u00eancia, segundo especialistas, \u00e9 de reafirma\u00e7\u00e3o da jurisprud\u00eancia, beneficiando os Estados.<\/p>\n\n\n\n<p>A cobran\u00e7a do Difal do ICMS era realizada por meio de normas estaduais, com base na Emenda Constitucional n\u00ba 87, de 2015. Mas foi contestada no Judici\u00e1rio por grandes empresas do varejo e declarada inconstitucional pelo Supremo.<\/p>\n\n\n\n<p>O STF decidiu que os Estados ficariam impedidos de cobrar o imposto a partir de 2022 se, at\u00e9 essa data, n\u00e3o fosse editada uma lei complementar (LC). A LC n\u00ba 190\/2022 foi aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro de 2021, mas sancionada s\u00f3 em janeiro de 2022. Com isso, surgiu a discuss\u00e3o sobre a cobran\u00e7a ser feita em 2022 ou apenas em 2023 (ADI 7066).<\/p>\n\n\n\n<p>No julgamento de 2023, o placar foi de seis votos a cinco. Prevaleceu o voto do ministro Alexandre de Moraes que reconheceu a constitucionalidade do artigo 3\u00ba da LC 190\/2022, que estabeleceu que a produ\u00e7\u00e3o de efeitos da legisla\u00e7\u00e3o come\u00e7aria em noventa dias da data de sua publica\u00e7\u00e3o. Ele foi acompanhado por Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Nunes Marques.<\/p>\n\n\n\n<p>Ficaram vencidos os ministros Edson Fachin, Andr\u00e9 Mendon\u00e7a, C\u00e1rmen L\u00facia, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. Para Fachin, que inaugurou a diverg\u00eancia, o STF havia apontado em outro julgamento que era necess\u00e1ria uma lei complementar. E que deveria ser aplicada a anterioridade anual.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso agora em an\u00e1lise chegou \u00e0 Justi\u00e7a por um mandado de seguran\u00e7a movido no Estado do Cear\u00e1 pela empresa ABC da Constru\u00e7\u00e3o para que fosse cobrado o Difal a partir de janeiro de 2023. A senten\u00e7a foi contr\u00e1ria \u00e0 varejista, mas o Tribunal de Justi\u00e7a (TJ-CE) reformou a decis\u00e3o. O Estado recorreu.<\/p>\n\n\n\n<p>No voto deste caso, o relator, o ministro Alexandre de Moraes, reafirmou o entendimento dado nas ADIs. \u201cA LC 190\/2022 n\u00e3o modificou a hip\u00f3tese de incid\u00eancia, tampouco da base de c\u00e1lculo, mas apenas a destina\u00e7\u00e3o do produto da arrecada\u00e7\u00e3o, por meio de t\u00e9cnica fiscal que atribuiu a capacidade tribut\u00e1ria ativa a outro ente pol\u00edtico \u2014 o que, de fato, de fato, dependeu de regulamenta\u00e7\u00e3o por lei complementar \u2014 mas cuja efic\u00e1cia pode ocorrer no mesmo exerc\u00edcio, pois n\u00e3o corresponde a institui\u00e7\u00e3o nem majora\u00e7\u00e3o de tributo\u201d disse (RE 1426271).<\/p>\n\n\n\n<p>O tributarista Leonel Martins Bispo, s\u00f3cio do Bispo, Machado &amp; Mussy Advogados, que representa a ABC da Constru\u00e7\u00e3o, tem a expectativa de mudan\u00e7a na jurisprud\u00eancia da Corte favor\u00e1vel aos contribuintes. \u201cO julgamento das ADIs teve uma vota\u00e7\u00e3o apertada e aconteceram mudan\u00e7as na composi\u00e7\u00e3o da Corte\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Bispo j\u00e1 havia tentado retirar a a\u00e7\u00e3o da pauta de julgamento do Plen\u00e1rio Virtual para que o recurso s\u00f3 fosse julgado ap\u00f3s finalizada a discuss\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es diretas (ainda haver\u00e1 a an\u00e1lise de embargos). \u201cA gente quer evitar que simplesmente apliquem no RE o entendimento que aplicaram nas ADIs\u201d, afirma. \u201cO ideal teria sido que houvesse o julgamento simult\u00e2neo das ADIs com o recurso para uma pacifica\u00e7\u00e3o imediata do julgamento\u201d, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>Na vis\u00e3o dele, houve um desrespeito \u00e0 anterioridade do exerc\u00edcio financeiro. \u201cA Constitui\u00e7\u00e3o prev\u00ea que uma norma que crie ou aumente um tributo, se for publicada em um ano, s\u00f3 pode valer no ano seguinte\u201d, afirma Bispo. Se o STF reafirmar a posi\u00e7\u00e3o, diz, nada muda para os contribuintes. Se a conclus\u00e3o for diferente, os contribuintes poder\u00e3o reaver os valores do Difal de todo o ano de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o advogado Rafael Ristow, s\u00f3cio do BCOR Advogados, deveria ser aplicada a anterioridade anual. \u201cComo a lei foi sancionada em janeiro de 2022, s\u00f3 poderia come\u00e7ar a cobrar em janeiro de 2023\u201d, afirma. \u201cO Supremo falou que n\u00e3o cabe [a anterioridade anual] porque n\u00e3o teria havido aumento na tributa\u00e7\u00e3o, mas temos levantamentos mostrando que houve sim\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nota ao Valor, a Procuradoria Geral do Estado do Cear\u00e1 (PGE-CE) disse que acompanha o andamento do processo e aguarda&nbsp;nova decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/02\/23\/stf-julga-difal-do-icms-com-repercussao-geral.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/02\/23\/stf-julga-difal-do-icms-com-repercussao-geral.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>2\u00aa Turma do STF \u00e9 favor\u00e1vel \u00e0 inclus\u00e3o de tr\u00eas tributos na base de c\u00e1lculo do ISS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 24\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>A 2\u00aa Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por unanimidade, um recurso que questionava a inclus\u00e3o de tr\u00eas tributos na base de c\u00e1lculo do Imposto sobre Servi\u00e7os (ISS): o pr\u00f3prio ISS, o PIS e a Cofins. Trata-se de uma das discuss\u00f5es derivadas da chamada \u201ctese do s\u00e9culo\u201d, com resultado desfavor\u00e1vel para o contribuinte.<\/p>\n\n\n\n<p>No processo, uma incorporadora questionava o artigo 14 da Lei n\u00ba 13.701\/03, do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo. De acordo com o dispositivo, a base de c\u00e1lculo do ISS &#8220;\u00e9 o pre\u00e7o do servi\u00e7o, como tal considerada a receita bruta a ele correspondente&#8221; (ARE 1522508).<\/p>\n\n\n\n<p>O problema, segundo o contribuinte, \u00e9 que essa defini\u00e7\u00e3o afronta o que disp\u00f5e a Lei Complementar n\u00ba 116, de 2003, conhecida como Lei do ISS, que fixa que \u201ca base de c\u00e1lculo do imposto \u00e9 o pre\u00e7o do servi\u00e7o\u201d, sem fazer ressalvas ou equipara\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O advogado Daniel \u00c1vila Vieira, s\u00f3cio do Locatelli Advogados, defendeu o contribuinte no caso. Ele afirma que a inclus\u00e3o dos impostos na base de c\u00e1lculo do ISS ofende o artigo 146, inciso III, al\u00ednea \u201ca\u201d da Constitui\u00e7\u00e3o Federal. O dispositivo determina que a &#8220;defini\u00e7\u00e3o de tributos e de suas esp\u00e9cies&#8221; s\u00f3 pode ser feita por meio de lei complementar.<\/p>\n\n\n\n<p>Vieira aponta tamb\u00e9m que a inclus\u00e3o dos tributos federais na base de c\u00e1lculo do imposto municipal afronta o que o Supremo decidiu na chamada \u201ctese do s\u00e9culo\u201d (RE 574706), que excluiu o ICMS da base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins.<\/p>\n\n\n\n<p>No julgamento, o relator do processo, ministro Gilmar Mendes, lembrou que o tema j\u00e1 foi tratado na Argui\u00e7\u00e3o de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 190, julgada no ano de 2016. Naquele caso, foi declarada a inconstitucionalidade de lei municipal que exclua valores da base de c\u00e1lculo do ISS fora das hip\u00f3teses previstas em lei complementar. O precedente foi posteriormente reafirmado na ADPF 189, em 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>Gilmar Mendes apontou ainda que o Supremo n\u00e3o pode analisar se o dispositivo da lei municipal fere a lei complementar nacional a respeito da exclus\u00e3o de valores da base de c\u00e1lculo do ISS, em respeito \u00e0 S\u00famula n\u00ba 280, que impede an\u00e1lise, por meio de recurso extraordin\u00e1rio, de desrespeito a direito local.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Daniel \u00c1vila, o colegiado perdeu a oportunidade de corrigir uma distor\u00e7\u00e3o na base de c\u00e1lculo do ISS. \u201cConsiderar o ISS, o PIS e a Cofins na base de c\u00e1lculo do tributo que deve incidir sobre o pre\u00e7o do servi\u00e7o \u00e9 fazer uso das palavras para alargar a base arrecadat\u00f3ria. Isso n\u00e3o conversa com a base econ\u00f4mica real, que deveria ser o ponto de partida do c\u00e1lculo dos tributos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para o advogado, a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria precisa ser modernizada, \u201ce os tribunais deveriam funcionar como indutores deste processo em seu papel de corrigir distor\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Maria Andr\u00e9ia dos Santos, s\u00f3cia do Machado Associados, aponta que a 1\u00aa Turma do STF j\u00e1 tinha precedente desfavor\u00e1vel ao contribuinte. Em abril de 2024, o colegiado negou um recurso semelhante por unanimidade, ressaltando o entendimento da ADPF 189 que dizia que &#8220;a lei complementar, quando o quis, fez expressa exclus\u00e3o de valores da base de c\u00e1lculo do ISS&#8221; (ARE 1469426). A 2\u00aa Turma tamb\u00e9m j\u00e1 havia negado a exclus\u00e3o do PIS e da Cofins do c\u00e1lculo do ISS, com base no julgamento da ADPF 190 (ARE 1494685).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ela, os precedentes mostram que o STF tem sido &#8220;extremamente resistente&#8221; a aplicar a \u201ctese do s\u00e9culo\u201d em outros julgamentos. &#8220;Inclusive, alguns dos ac\u00f3rd\u00e3os mantidos pelo STF mencionam expressamente que a aplica\u00e7\u00e3o dessa esp\u00e9cie de entendimento ao ISS implicaria tributar a receita l\u00edquida de tributos em caso onde a legisla\u00e7\u00e3o menciona que a base de c\u00e1lculo \u00e9 o pre\u00e7o do servi\u00e7o, sem autorizar a dedu\u00e7\u00e3o dos tributos federais da base de c\u00e1lculo do imposto municipal&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Fabr\u00edcio Parzanese dos Reis, s\u00f3cio da \u00e1rea tribut\u00e1ria do Velloza Advogados, complementa que a decis\u00e3o n\u00e3o enfrentou individualmente o tema do ISS na pr\u00f3pria base, que teria fundamento legal e constitucional distinto da quest\u00e3o do PIS e da Cofins.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ele, as leis de v\u00e1rios munic\u00edpios, incluindo de S\u00e3o Paulo, preveem que o pr\u00f3prio imposto deve ser considerado em sua base de c\u00e1lculo. No entanto, a lei complementar que instituiu o ISS, a LC n\u00ba 116, n\u00e3o trouxe essa previs\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOra, se o entendimento firmado pelo STF [nas ADPFs 189 e 190] foi no sentido de que os munic\u00edpios n\u00e3o podem excluir componentes da base de c\u00e1lculo do ISS sem previs\u00e3o em lei complementar, a mesma l\u00f3gica deveria ser aplicada quando se trata da adi\u00e7\u00e3o de um componente \u00e0 base de c\u00e1lculo n\u00e3o autorizada em lei complementar\u201d, diz Reis.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o tributarista, caber\u00e1 ao Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) enfrentar essa quest\u00e3o, quando for provocado, j\u00e1 que se trata do julgamento de uma lei complementar. &#8220;A nosso ver, essa quest\u00e3o n\u00e3o se confunde com a dedu\u00e7\u00e3o de impostos federais da base c\u00e1lculo do ISS e, portanto, n\u00e3o se encerra com o entendimento adotado nas ADPFs 189 e 190&#8221;, defende.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele aponta, ainda, que a tend\u00eancia da jurisprud\u00eancia nas inst\u00e2ncias inferiores j\u00e1 favorecia o Fisco. Mas que o julgamento pelo Supremo trouxe \u00e0 tona a necessidade de ajuste na forma de c\u00e1lculo do ISS. &#8220;Isso poderia trazer uma diminui\u00e7\u00e3o no aumento de pre\u00e7os de servi\u00e7os na economia nacional, que hoje \u00e9 sistem\u00e1tico e disseminado&#8221;, defende.<\/p>\n\n\n\n<p>Em nota ao Valor, o munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo afirmou que a inclus\u00e3o do PIS e da Cofins na base do ISS est\u00e1 em conformidade com a legisla\u00e7\u00e3o vigente e precedentes do Supremo. &#8220;O entendimento da PGM est\u00e1 alinhado ao que j\u00e1 foi consolidado pela jurisprud\u00eancia do STF, especialmente na ADPF 190, que reafirmou a compet\u00eancia exclusiva da lei complementar nacional para definir a base de c\u00e1lculo do ISS&#8221;, diz o munic\u00edpio.<\/p>\n\n\n\n<p>Para al\u00e9m desse debate na 2\u00aa Turma, o Supremo est\u00e1 analisando os mesmos tributos, mas na situa\u00e7\u00e3o inversa, em um julgamento com repercuss\u00e3o geral. No Tema 118, o contribuinte pede a exclus\u00e3o do ISS da base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins (RE 592616). O impacto deste julgamento foi estimado pela Uni\u00e3o em R$ 35 bilh\u00f5es, mas n\u00e3o h\u00e1 data para ele ser retomado.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), h\u00e1 hoje 72 discuss\u00f5es derivadas da &#8220;tese do s\u00e9culo&#8221; no STF, as chamadas &#8220;teses filhotes&#8221;. Nos julgamentos j\u00e1 realizados, o placar vem sendo favor\u00e1vel \u00e0 Uni\u00e3o, mas h\u00e1 esperan\u00e7as, segundo os tributaristas, de que o p\u00eandulo se movimente a favor do contribuinte em outros casos.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/02\/24\/2a-turma-do-stf-e-favoravel-a-inclusao-de-tres-tributos-na-base-de-calculo-do-iss.ghtml\">https:\/\/valor.globo.com\/legislacao\/noticia\/2025\/02\/24\/2a-turma-do-stf-e-favoravel-a-inclusao-de-tres-tributos-na-base-de-calculo-do-iss.ghtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"2\">\n<li><strong>ESTADUAIS:&nbsp;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"3\">\n<li><strong>MUNICIPAIS:&nbsp;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>TJ-SP reconhece duplicidade e anula cobran\u00e7a retroativa de IPTU<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data: 17\/02\/2025<\/p>\n\n\n\n<p>Os lan\u00e7amentos de Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) retroativo que configuram duplicidade s\u00e3o insubsistentes, de acordo com o entendimento da 15\u00aa C\u00e2mara de Direito P\u00fablico do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.tjsp.jus.br\/\">Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>TJ-SP viu duplicidade em cobran\u00e7a de IPTU pela Prefeitura de S\u00e3o Paulo<\/p>\n\n\n\n<p>O colegiado rejeitou um pedido feito pela Prefeitura de S\u00e3o Paulo contra a decis\u00e3o que declarou a insubsist\u00eancia de um lan\u00e7amento de IPTU retroativo referente ao per\u00edodo de 2017 a 2022. A cobran\u00e7a foi feita contra uma empresa de empreendimentos imobili\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>A disputa come\u00e7ou depois de diversos im\u00f3veis terem sido consolidados sobre uma \u00fanica matr\u00edcula para fins de incorpora\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria. Em seguida, novos lan\u00e7amentos de IPTU foram feitos, desconsiderando os valores recolhidos anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o relator do caso, desembargador Raul de Felice, os lan\u00e7amentos configuram duplicidade, o que viola o princ\u00edpio constitucional do n\u00e3o confisco.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cHouve novos lan\u00e7amentos, inadmiss\u00edveis porquanto desobedientes aos permissivos legais e que n\u00e3o devem ser convalidados\u201d, disse o desembargador em seu voto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda segundo ele, n\u00e3o h\u00e1 como reconhecer a legitimidade dos novos lan\u00e7amentos, \u201cconfiguradores de \u2018bis in idem\u2019\u201d. \u201cUma vez lan\u00e7ado e pago o valor, o tributo est\u00e1 extinto\u201d, afirmou ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Atuou no caso o advogado&nbsp;Eduardo Natal, s\u00f3cio do escrit\u00f3rio Natal &amp; Manssur Advogados. Segundo ele, a cobran\u00e7a em duplicidade gera inseguran\u00e7a jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA cobran\u00e7a retroativa em duplicidade n\u00e3o apenas desrespeita os princ\u00edpios constitucionais da razoabilidade e proporcionalidade, como tamb\u00e9m gera inseguran\u00e7a jur\u00eddica para os contribuintes.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Clique&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Acordao_1015091-51.2023.8.26.00531.pdf\">aqui<\/a>&nbsp;para ler a decis\u00e3o<br>Processo 1015091-51.2023.8.26.0053<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-consultor-juridico wp-block-embed-consultor-juridico\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"aZcpKvSLKX\"><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-fev-17\/tj-sp-reconhece-duplicidade-e-anula-cobranca-retroativa-de-iptu\/\">TJ-SP reconhece duplicidade e anula cobran\u00e7a retroativa de IPTU<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;TJ-SP reconhece duplicidade e anula cobran\u00e7a retroativa de IPTU&#8221; &#8212; Consultor Jur\u00eddico\" src=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2025-fev-17\/tj-sp-reconhece-duplicidade-e-anula-cobranca-retroativa-de-iptu\/embed\/#?secret=45AHE9uWWi#?secret=aZcpKvSLKX\" data-secret=\"aZcpKvSLKX\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Retrospecto Tribut\u00e1rio &#8211; 17\/02 a 24\/02 PGFN altera edital de transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria sobre amortiza\u00e7\u00e3o de \u00e1gio Data: 18\/02\/2025 A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou, na \u00faltima semana, no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o (DOU) o&nbsp;Edital n\u00ba 10\/2025, que amplia o&nbsp;Edital n\u00ba 25\/2024, relacionado \u00e0 transa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria para controv\u00e9rsias sobre a amortiza\u00e7\u00e3o fiscal do \u00e1gio no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":3412,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[9,29,33,63,96,73],"class_list":["post-3652","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-retrospecto-tributario","tag-amaral-yazbek","tag-empresas","tag-negocios","tag-noticia-do-dia","tag-reforma-tributaria","tag-retrospecto-tributario"],"blocksy_meta":{"styles_descriptor":{"styles":{"desktop":"","tablet":"","mobile":""},"google_fonts":[],"version":6}},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Retrospecto Tribut\u00e1rio - 17\/02 a 24\/02<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"As principais atualiza\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias que voc\u00ea n\u00e3o pode perder est\u00e3o aqui. 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